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Agro Notícias

Com ajuda do Senar, família de produtores de leite aumenta renda e sonha em ter fazenda própria

Produtor Alexsandro Franklin, Andriele Carlos e seus filhos

Alexsandro Franklin, ou “Sandrinho” como é conhecido pela região, cresceu no campo e desde  muito cedo aprendeu com o seu pai a lidar com o gado no sitio Bom Jesus, localizado no município de Juazeirinho, Cariri paraibano.

O produtor conta que, quando conheceu sua esposa Andriele Carlos, surgiu o desejo de criar o seu próprio rebanho. Já que até então, trabalhava apenas cuidando da criação de seu pai.

Foi em 2016 que Alexsandro e Andriele decidiram juntos iniciar na atividade. No entanto, o produtor seguiu trabalhando para seu pai, que lhe permitiu criar os animais em suas terras. A princípio eram três vacas e hoje o rebanho já conta com cinco animais, além de também criarem porcos para comercialização.

“A gente tirava 12 litros de leite no dia, de duas, três vaquinhas. Hoje, conseguimos tirar de 60 a 70 litros das cinco”, comenta Alexsandro.

Em 2020 passaram a receber na propriedade o técnico de campo do Senar, Lucas Paes, e começaram a acatar as sugestões feitas por ele pra desenvolver melhor a produção de leite. Eles começaram vendendo algumas vacas para adquirir outras com maior qualidade e que produzissem em maior escala também. Agora, Alexsandro consegue tirar cerca de dois salários mínimos mensais, o que antes não era possível.

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“Ele era um produtor pequeno, mas que queria melhorar a sua produção, a qualidade genética dos seus animais, aumentar sua renda e assim começamos a trabalhar. Tudo de acordo com o que ele tinha disponível para poder crescer. Com pouco tempo consegui mostrar a ele como melhorar na atividade, o incentivei a começar a produzir silo, algo que ele não fazia anteriormente e hoje faz. No fim do acompanhamento ele já havia conquistado muitas coisas”, comenta Lucas.

Com o progresso na atividade, o casal já conseguiu comprar dois carros e investir em melhores matrizes. Além de já vislumbrarem planos para o futuro. “Quero ter no mínimo dez vacas boas como as que já tenho para crescer cada dia mais na atividade”, comenta o produtor.

“Mas o sonho da gente mesmo é comprar nossa propriedade e poder administrar o que de fato é nosso”, finaliza Andriele.

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Fonte: CNA Brasil

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Agro Notícias

Safra de soja em MT chega a 51,56 milhões tonelada

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou os resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo, que revisou para cima as estimativas da safra 2025/26 em Mato Grosso e passou a projetar produção recorde de 51,56 milhões de toneladas.

A nova projeção também elevou a produtividade média estadual para 66,03 sacas por hectare, patamar muito próximo do recorde da temporada anterior.

O levantamento foi realizado ao longo de 71 dias, com 34.880 quilômetros percorridos, 998 avaliações de campo e passagem por 103 municípios, cobrindo 97,92% da área total cultivada com soja no estado. O objetivo do projeto, realizado em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e o Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), é ampliar a precisão das informações geradas a partir de observações in loco, reforçando a representatividade dos dados e a leitura regional das lavouras.

Com base nos resultados obtidos em campo, o Imea revisou a produtividade da soja em 9,23% ante a estimativa anterior, que era de 60,45 sacas por hectare. A área plantada também foi ajustada para 13,013 milhões de hectares, alta de 1,71% sobre a safra passada. Com isso, a produção estadual ficou estimada em 51,56 milhões de toneladas, volume 1,31% superior ao registrado no ciclo 2024/25.

Durante a apresentação, a equipe técnica destacou que a safra 2025/26 foi marcada por um cenário climático desafiador, com irregularidade das chuvas no início do plantio e, posteriormente, excesso de precipitações em algumas regiões durante a colheita. Ainda assim, as lavouras mantiveram desempenho satisfatório, apesar das incertezas observadas ao longo da temporada.

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Entre os fatores de atenção levantados pelo projeto, os grãos avariados tiveram peso relevante. Na comparação com a safra passada, houve aumento de 3,40% nas avaliações com esse tipo de ocorrência, o que, segundo a análise apresentada, limitou um avanço ainda maior da produtividade estadual.

No recorte regional, a região Norte apresentou o maior percentual de lavouras classificadas como excelentes, enquanto o Sudeste concentrou a maior parcela de áreas avaliadas como ruins. Já a região Oeste foi a principal responsável pelo incremento na produção, enquanto a Centro-Sul registrou a maior variação positiva de produtividade em relação à estimativa anterior.

O superintendente do Imea, Cleiton Gauer, ressaltou que o objetivo do projeto é consolidar um levantamento técnico, completo e representativo das condições das lavouras, oferecendo mais segurança para o mercado e para os agentes do setor.

“O diferencial do projeto está na apuração presencial, sem intermediários, diretamente no campo. É ir a campo e medir essas informações sem intermédio, sem interferência de ninguém. Isso dá mais garantia e maior acurácia a essas informações para que realmente a gente consiga quantificar e medir o tamanho da nossa produção mato-grossense”, afirmou o superintendente.

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Já o presidente da Aprosoja Mato Grosso, Lucas Costa Beber, destacou que informações mais próximas da realidade ajudam a balizar negociações, reduzem espaço para especulações e valorizam o trabalho do produtor rural.

“Essa apresentação mostra o trabalho dessa parceria. O Imea tem sido muito assertivo nos últimos anos nos números que tem trazido a nós, produtores, e ao mercado, trazendo mais seriedade e coerência nesse fornecimento de dados, que também interfere diretamente no dia a dia do produtor, principalmente na projeção de preços e no planejamento para as próximas safras”, explicou o presidente da Aprosoja MT.

Segunda safra de milho segue dependente do comportamento do clima

Além dos números da soja, o evento também apresentou um panorama inicial da segunda safra de milho. O Imea informou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal de plantio no estado. Apesar disso, a estimativa atual do cereal segue em 51,72 milhões de toneladas, com área de 7,39 milhões de hectares e produtividade projetada em 116,61 sacas por hectare. Segundo o instituto, o comportamento das chuvas nas próximas semanas será decisivo para a consolidação desse potencial.

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