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Após leve redução na soja, Diamantino/MT espera bons rendimentos no milho

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Safra de soja 20/21 teve queda de 1,5 saca por hectare com relação a produtividade média da temporada anterior. Já para a safrinha, chuva da última semana garantiu bom potencial produtivo para 60% das lavouras, índice que pode subir para 90% com mais uma boa precipitação no final da semana que vem.

A safra de soja 2020/21 foi concluída em Diamantino no Mato Grosso com uma leve queda de produtividade, que saiu das 58 sacas por hectare do ciclo passado para 56,5 sacas neste ano nas atividades que foram concluídas ao final de março.

De acordo com o presidente do Sindicato Rural de Diamantino/MT, Altemar Kroling, a estiagem no início da safra em outubro e novembro foi a responsável por esta queda de rendimentos, mas a expectativa segue sendo de uma safra positiva com alta rentabilidade.

A liderança explica que cerca de 60% da produção já estava negociada antecipadamente em preços menores do que os atuais, mas a venda dos 40% restantes deve ser suficiente para elevar a renda do produtor e até mesmo compensar esta queda de produtividade.

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Já a segunda safra de milho foi semeada atrasada, com 40% das lavouras ficando fora da janela ideal de cultivo, mas está sendo beneficiada por boas condições climáticas. Kroling destaca que a chuva da última semana propiciou que 60% das lavouras se salvassem com bom potencial produtivo e que mais uma precipitação no final da semana que vem pode elevar este índice para 90%.

Por:

Guilherme Dorigatti

Fonte:

Notícias Agrícolas

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Primavera do Leste tem nascentes em ótimo estado de conservação

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Sustentabilidade

Primavera do Leste tem nascentes em ótimo estado de conservação

Localizadas em propriedades rurais as fontes estão 97% preservadas

12/06/2021

Levantamento realizado pelo projeto Guardião das Águas, de iniciativa da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), identificou que produtores rurais de Primavera do Leste, região Sudeste do Estado preservam 97% das nascentes. O estudo apontou que, das 259 fontes encontradas em áreas agricultáveis, 250 estão em ótimo estado de conservação. O município possui 194.329 mil hectares de plantio de milho e 285.507 mil ha de cultivo de soja.

O estudo aponta também, que produtores rurais de Paranatinga, Chapada dos Guimarães, Campo Verde, Rondonópolis, Cuiabá e Itiquira também preservam o patrimônio natural. Nesses municípios os resultados mostram um percentual de conservação das fontes entre 95 e 99%. O Guardião das Águas é desenvolvido há três anos e já mapeou 63.859 nascentes em 34 municípios do Estado.

O mapeamento tem como objetivo avaliar e diagnosticar as nascentes dos municípios produtores de soja e milho, de acordo com o grau de conservação, além de apoiar a regularização ambiental e fomentar estratégias internacionais.

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Gerente de Sustentabilidade e responsável pelo projeto, Marlene Lima, explica que “o Guardião das Águas é uma ação contínua que serve para instruir o produtor associado sobre os trabalhos de restauro florestal que precisam ser realizados nas fazendas”.

Em Primavera do Leste, na fazenda do produtor rural Rafael Zanin, as nascentes estão intactas. “Nossa área é de cerca de 5 mil hectares, aqui cultivamos soja, milho e pecuária. Fazemos aceiro, áreas de dreno, não derrubamos árvores, nem o gado bebe água das nascentes, pois temos poço artesiano e local apropriado para eles. Separamos o lixo e reciclamos, tudo com muita responsabilidade, já que em nossa propriedade temos três dos principais biomas: Amazônia, Cerrado e Pantanal”.

Morador de Paranatinga há uma década, o produtor rural Abel Dognani, se orgulha ao falar do município e suas potencialidades. A fazenda de 2.500 hectares possui diversas nascentes preservadas, bem como reserva legal intacta. “Plantamos soja e milho, mas temos a consciência da preservação do meio ambiente. Reflorestamos cerca de 20 a 30 metros em torno das nascentes e com isso os açudes (represas de água) estão cheios, o que atende toda a demanda da fazenda”, enfatizou Abel.

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O projeto Guardião das Águas tem responsabilidade com o meio ambiente.“A sustentabilidade no agronegócio envolve práticas ambientais nas atividades agrícolas, bem como adoção de novas tecnologias e aplicação de métodos sustentáveis na rotina do campo. Prova disso é a preservação das nascentes em propriedades rurais, em média 95% delas em ótimo estado de conservação”, declarou presidente da Aprosoja, Fernando Cadore.

Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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