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Várzea Grande

Funcionária sofre mal súbito e morre enquanto trabalhava em frigorífico de MT

A funcionária de uma empresa terceirizada sofreu um mal súbito e morreu enquanto trabalhava em um frigorífico, nessa segunda-feira (18), em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. De acordo com a Polícia Civil, a vítima foi identificada como Rosane Delgado Medeiros, de 51 anos.

Em nota, a empresa contratante pela terceirizada lamentou a morte da vítima e disse que está prestando auxílio para a família de Rosane.
“Mesmo com a pronta intervenção dos médicos da empresa e do Samu Serviço de Atendimento Móvel de Urgência não foi possível reverter o quadro”, diz.

Segundo a polícia, Rosane informou aos colegas de trabalho que estava passando mal. No local, outros funcionários realizaram manobras de reanimação na mulher, mas ela não resistiu e morreu ainda no local.

A Polícia Civil informou que ela morreu de causas naturais.

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Investigação

Auxiliar apresenta DNA e diz ser irmã biológica de Flavia Moretti, prefeita de VG

Uma ação judicial protocolada em Cuiabá abriu uma disputa familiar sensível envolvendo a prefeita de Várzea Grande, Flavia Moretti (PL). A auxiliar de laboratório Leydianne Sthefanie Cortes afirma ser filha biológica de João Alberto Moretti, pai da gestora já falecido, e apresentou exame de DNA que indicaria compatibilidade genética de 99,9% com a prefeita e outra suposta irmã.

O pedido tramita na 4ª Vara Especializada em Família e Sucessões da Capital e busca o reconhecimento de paternidade “pós-mortem”, com base em prova técnica já anexada aos autos. Segundo a autora, sua mãe manteve um relacionamento com João Alberto Moretti, do qual teria nascido, em 1998, no município de Poconé.

De acordo com a petição, o exame foi realizado em dezembro de 2025 por meio de reconstrução genética — procedimento que utiliza material de parentes consanguíneos do suposto pai. Além de Flavia Moretti, também participou do teste Fernanda Petersen, assessora da Assembleia Legislativa, apontada como irmã da prefeita.

A auxiliar sustenta que, diante do laudo pericial, não há mais necessidade de investigação, mas apenas de declaração formal do vínculo familiar. “A verdade biológica já se encontra devidamente comprovada por meio de prova técnica idônea”, argumenta na ação.

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O exame foi assinado por profissionais de laboratório especializado, entre eles a médica Natasha Slhessarenko, que também é pré-candidata ao governo de Mato Grosso pelo PSD.

Até o momento, o Judiciário ainda não analisou o pedido. O processo foi protocolado no último dia 30 de abril e aguarda decisão inicial. O caso pode ter repercussões tanto no âmbito familiar quanto patrimonial, a depender do reconhecimento oficial do vínculo alegado.

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