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Tragédia

Duas pessoas morrem após jatinho cair e pegar fogo no interior de MT

Na tarde desta terça-feira (23), o município de Matupá, localizado a 685 km de Cuiabá, foi palco de uma tragédia envolvendo a queda de uma aeronave do tipo jato executivo. O incidente resultou na morte de duas pessoas e provocou um incêndio em uma plantação de eucaliptos próxima ao aeroporto da cidade.

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado imediatamente para atender à ocorrência. Equipes do 4º Núcleo Bombeiro Militar (4º NBM) se deslocaram rapidamente para o local do acidente, onde se depararam com as chamas já consumindo a vegetação ao redor da aeronave.

Com o apoio de um caminhão-pipa da prefeitura local, os bombeiros iniciaram as operações de combate ao incêndio. Após um esforço intenso, conseguiram extinguir as chamas, realizando em seguida o rescaldo para evitar qualquer possibilidade de reignição.

Os corpos das duas vítimas, encontrados no local do acidente, foram encaminhados aos cuidados da Politec (Perícia Oficial e Identificação Técnica) para procedimentos de identificação formal e demais análises legais necessárias.

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A queda da aeronave e o subsequente incêndio causaram comoção na comunidade de Matupá, que agora aguarda por mais informações sobre as circunstâncias do acidente e a identificação das vítimas.

Autoridades locais e especialistas em aviação devem investigar as causas do acidente, um processo que será crucial para esclarecer o que levou à queda da aeronave e suas trágicas consequências.

Fonte: RotaAraguaia

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Tragédia

“Louco de paixão”: Aluno mata professora dentro de faculdade na zona Sul de Porto Velho

A rotina acadêmica de uma faculdade particular da zona Sul da capital rondoniense foi interrompida por um crime que chocou estudantes e professores na noite desta sexta-feira (6). A professora de Direito e escrivã da Polícia Civil Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, foi assassinada a facadas por um aluno dentro de uma sala de aula.

De acordo com a Polícia Militar, o suspeito, um acadêmico de Direito de 25 anos, aguardou o momento em que a sala ficou vazia para atacar a professora. Juliana foi ferida no tórax e no braço, recebeu os primeiros socorros e foi encaminhada ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu.

O agressor foi imobilizado por colegas da instituição, entre eles um policial militar e um delegado que também atuam como docentes, até a chegada da PM, que efetuou a prisão em flagrante.

Em depoimento preliminar, o estudante afirmou ter mantido um relacionamento com a vítima por cerca de três meses e alegou ter cometido o crime por ciúmes, após Juliana retomar o casamento com o ex-marido.

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A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias e a motivação do assassinato, registrado inicialmente como homicídio qualificado. O caso gerou forte comoção no meio acadêmico, e a instituição de ensino ainda não se pronunciou oficialmente.

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