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Mato Grosso

Governador vistoria obra do Parque Tecnológico: “Será um novo ciclo de desenvolvimento para VG”


Complexo está com 98% das obras concluídas e entra na fase final de instalação de equipamentos e mobiliário

O governador Otaviano Pivetta vistoriou, nesta terça-feira (12.5), as obras do Parque Tecnológico de Mato Grosso, localizado na região do Chapéu do Sol, em Várzea Grande. O empreendimento está na reta final, com 98% da obra concluída, e entra agora na fase de instalação de equipamentos e mobiliário.

Durante a visita, o governador destacou que o Parque Tecnológico marca uma nova etapa para o desenvolvimento econômico e tecnológico, com integração entre universidades, setor produtivo e formação de mão de obra qualificada.

“Esse espaço vai marcar um novo ciclo para Várzea Grande e para Mato Grosso. Aqui nós vamos aproximar universidades, empresas, tecnologia e qualificação profissional. É o Estado cumprindo a sua obrigação de criar oportunidades e melhorar a vida das pessoas”, afirmou.

Com investimento de R$ 25 milhões, o complexo foi estruturado para receber empresas de base tecnológica, startups, centros de pesquisa e ambientes de inovação, integrando governo, universidades e iniciativa privada.

A expectativa é de que o Parque Tecnológico atraia até R$ 500 milhões em investimentos privados nos próximos anos, além da geração de pelo menos mil empregos diretos altamente qualificados, podendo alcançar até 3 mil empregos diretos e indiretos.

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“Já estamos avançando nas parcerias e na atração de empresas. A ideia é transformar esse espaço em um ambiente vivo de conhecimento, tecnologia e oportunidades para o povo mato-grossense”, disse o governador.

Em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), o Governo do Estado já investiu cerca de R$ 2,5 milhões na implantação de laboratórios e aquisição de equipamentos de alta performance voltados à pesquisa e desenvolvimento tecnológico.

Durante a agenda, a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, informou que vai encaminhar à Câmara Municipal um projeto para redução do ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) para ampliar a competitividade do município e atrair novos investimentos ligados à inovação e tecnologia.

A vistoria contou com a presença do deputado estadual Fábio Tardim, dos secretários de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Dimorvan Brescansin, de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, da secretária de Educação, Flávia Emanuelle, e do presidente da Fapemat, Marcos de Sá, além de vereadores e secretários municipais.

Estrutura do Parque Tecnológico

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Com área total de 80 hectares e cerca de 98% das obras concluídas, o Parque Tecnológico já teve executadas obras de pavimentação, drenagem, iluminação pública, rede de esgotamento sanitário, acessos internos, acabamento e pintura.

O espaço foi planejado para integrar tecnologia, pesquisa, inovação, qualificação profissional e desenvolvimento econômico em um mesmo ambiente

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Mato Grosso

Energisa renova concessão de energia em Mato Grosso e prevê investimento de R$ 9,3 bilhões para os próximos 5 anos

Na sexta-feira (8/5), a Energisa Mato Grosso assinou com o Ministério de Minas e Energia o contrato que renova a concessão do serviço de distribuição de energia elétrica no estado por mais 30 anos e anunciou previsão de R$ 9,3 bilhões em investimentos para os próximos cinco anos. O valor representa um aumento de 38% na média anual de investimentos no ciclo 2026-2030 em relação ao período anterior.

“Nas diretrizes do novo contrato, o governo federal, poder concedente, por meio do Ministério de Minas e Energia, e a Aneel, órgão regulador, definiram e regulamentaram as condições essenciais para elevar o padrão de desempenho do setor, que passam a incorporar metas mais rigorosas de qualidade, maior atenção à resiliência das redes diante de eventos climáticos extremos e estímulos claros à inovação e à modernização tecnológica. Isso significa energia mais confiável, segura e compatível com as necessidades de Mato Grosso, um estado pujante e em transformação, tanto na sua economia quanto na sua sociedade”, declara Marcelo Vinhaes, diretor-presidente da Energisa Mato Grosso.

Do total de investimentos previstos, R$ 6,4 bilhões devem ser destinados à expansão das redes, viabilizando 315 mil novas ligações. Na prática, isso significa levar energia elétrica a mais residências, comércios e empreendimentos, ampliando o acesso ao serviço e criando condições para o crescimento econômico em diferentes regiões do estado. Outros R$ 2,8 bilhões serão investidos em obras de melhoria e modernização das redes, propiciando maior qualidade, eficiência e segurança para todos os clientes.

A aposentada Ilza Leonardi, uma das fundadoras de Nova Maringá, no médio-norte de Mato Grosso, acompanhou de perto essa transformação ao longo das últimas décadas. Ela lembra que, há cerca de 30 anos, o acesso à energia elétrica ainda era limitado e dependia de soluções precárias. Segundo Ilza, a evolução do serviço teve impacto direto no cotidiano das pessoas. “Eu vivi a dificuldade de ter energia com motor a diesel. De uns anos pra cá, a qualidade vem melhorando e, com isso, a minha qualidade de vida também. A esperança é ver a cidade crescendo com essas ampliações que estão sendo feitas na rede de energia da região”, relata.

O diretor-presidente Marcelo Vinhaes reforça a importância dos investimentos como suporte para o desenvolvimento regional. “O aumento no valor investido em Mato Grosso representa a renovação do nosso compromisso com cada cliente, com a qualidade do fornecimento de energia segura e a tarifa justa, e a certeza de que a Energisa é a parceira ideal para viabilizar o desenvolvimento do estado”, destaca.

Em áreas mais remotas, como o Território Indígena do Xingu, os efeitos da chegada da energia elétrica vão além da infraestrutura e alcançam dimensões sociais importantes. O professor Kaomi Kaiabi, da aldeia Wawi, é testemunha dessa transformação social na vida das pessoas. Ele comemora que na aldeia o acesso à energia tem contribuído para melhorar as condições de ensino e a rotina das famílias. “A energia elétrica desperta mais vontade de aprender, porque permite imprimir atividades para os alunos, usar novos materiais pedagógicos e tornar as aulas mais interativas. A energia também fez diferença no dia a dia das famílias, com o uso de freezers e geladeiras para conservar melhor os alimentos”, explica.

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Energisa faz investimento recorde em Mato Grosso pelo segundo ano consecutivo

Para 2026, a Companhia projeta um investimento recorde de R$ 2,1 bilhões, reforçando o compromisso de acompanhar a expansão econômica, populacional e produtiva do estado.

No novo ciclo de investimentos, de 2026 a 2030, a Energisa Mato Grosso planeja ampliar a capacidade do sistema elétrico em áreas estratégicas de expansão do agronegócio, acompanhando o avanço da produção agrícola e o desenvolvimento econômico regional. Isso significa que a energia elétrica chegará pela primeira vez a mais de 315 mil famílias, negócios e propriedades rurais, cortando cidades, distritos e comunidades rurais em regiões como Pantanal, Xingu, Araguaia e a Amazônia Legal Mato-Grossense.

Na região de Rondonópolis, está prevista a construção de duas novas subestações de distribuição, com acréscimo total de 60 MVA de potência instalada, além da implantação de uma linha de distribuição em alta tensão (138 kV) com extensão de 52 km. O investimento é essencial para sustentar o crescimento do agronegócio, especialmente nas cadeias de produção e processamento de soja, algodão e outras culturas relevantes. A iniciativa também deve impulsionar a atração de novos empreendimentos industriais e logísticos, com destaque para o setor ferroviário, além de estimular o desenvolvimento imobiliário na região.

Já na região de Sinop e Sorriso, o plano contempla a construção de três novas linhas de distribuição em alta tensão, totalizando 113 km de extensão, além da implantação de duas novas subestações, com capacidade inicial de transformação de 45 MVA. Os investimentos acompanham a forte expansão do cultivo de soja e milho, contribuindo para o fortalecimento da cadeia do agronegócio e para a sustentabilidade do crescimento econômico regional.

“Ao projetar os próximos anos, buscamos crescer em sintonia com o dinamismo de Mato Grosso, com os investimentos de 2026 e do novo ciclo desenhados para acompanhar a expansão econômica e populacional, assegurando que a infraestrutura esteja no lugar certo, no tempo certo e com a capacidade necessária”, reforça o diretor-presidente da Energisa Mato Grosso.

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Energisa em Mato Grosso

A Energisa está presente em Mato Grosso desde 2014, atendendo 1,7 milhão de clientes e, ao longo desse período, consolidou um ciclo contínuo de expansão, modernização da rede e avanços operacionais. Desde então, foram investidos mais de R$ 9 bilhões no estado, resultando em 1.500 km de linhas de alta tensão, 88 mil km de redes de média tensão – o equivalente a duas voltas ao mundo – e 42 novas subestações, ampliando em 27% a capacidade de atendimento da distribuição.

Os avanços dos últimos dez anos incluem a conclusão do processo de universalização do estado, em 2021, a interligação da última região de Mato Grosso ao Sistema Interligado Nacional, em 2022, a inauguração da primeira subestação 138 kV totalmente digital do Brasil, em 2024, e a marca de 1,5 milhão de clientes atendidos a partir de 2020. No mesmo período, ganharam destaque iniciativas estruturantes como o novo Centro de Operações Integrado – o maior do Grupo Energisa – e a duplicação de mais de 500 km de linhas no sistema Araguaia.

Sobre a Energisa 

O Grupo Energisa é uma empresa que pensa no futuro desde 1905, pois inovação e empreendedorismo sempre estiveram em seu DNA. São 121 anos de histórias e de evolução de relações. Fundada na Zona da Mata mineira, a Energisa é hoje um dos maiores grupos privados do setor elétrico brasileiro. Somos um ecossistema de produtos e serviços que conecta pessoas e empresas às melhores soluções de energia e potencializa o futuro do país.

Nosso portfólio inclui 9 distribuidoras de energia elétrica, 13 concessões de transmissão, uma usina de geração fotovoltaica centralizada, uma marca inovadora de soluções energéticas – a (re)energisa – que possui um dos maiores parques de geração distribuída fotovoltaica do país, além de comercialização de energia no mercado livre e serviços de valor agregado. 

Em julho de 2023, passamos a atuar no segmento de distribuição e comercialização de gás natural, por meio da aquisição da ES Gás e, desde novembro de 2024, adquirimos participação nos ativos da Cegás, Copergás, Algás e Potigás. O Grupo atua na produção e comercialização de biossoluções (tratamento de resíduos do setor agroindustrial, biometano, biofertilizantes) por meio das usinas da Agric, em Santa Catarina, e da Lurean, no Paraná. 

Transformamos energia em conforto, desenvolvimento e sustentabilidade para mais de 20 milhões de pessoas em 939 municípios de todas as regiões do país, e geramos mais de 20 mil empregos diretos e indiretos. 

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