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Mãe e madrasta são presas por agredir, queimar e deixar crianças famintas

Policiais militares do 11º Batalhão prenderam, na terça-feira (4), duas mulheres por suspeita de maus-tratos e abandono de incapaz contra duas crianças, de 7 e 9 anos, em Sinop. (500 km ao norte de Cuiabá). As mulheres são mãe e madrasta das menores.

Segundo o boletim de ocorrência, as vítimas eram agredidas, ficavam sozinhas em casa sem comida e chegaram a ter as mãos queimadas pela madrasta.

A Polícia Militar foi acionada pelo Conselho Tutelar para ir até uma residência onde as menores sofriam agressões físicas e eram negligenciadas.

Na casa, os policiais encontraram as crianças com medo e diversos hematomas espalhados pelo corpo.

De acordo com relato das vítimas, elas foram agredidas pela madrasta com socos, tapas e com um cabo de vassoura. Também relataram que já tiveram as mãos queimadas no fogo.

As crianças disseram que eram constantemente ameaçadas pela madrasta e deixadas sozinhas em casa sem ter o que comer.

Ainda segundo o relato das menores, a mãe nunca intervia nas agressões.

A mãe e a madrasta das vítimas foram encaminhadas à delegacia.

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Sinop

Padrasto é preso acusado de estuprar enteada dos 9 aos 13 anos; vítima chamava o suspeito de pai

A Polícia Civil prendeu, nessa segunda-feira (19), um homem, de 41 anos, suspeito de estupro de vulnerável contra a própria enteada, hoje com 13 anos, de forma contínua desde que a menina tinha apenas nove anos.

As investigações tiveram início após a mãe da vítima procurar a delegacia para registrar o boletim de ocorrência. Segundo o relato, a filha quebrou o silêncio após anos de abusos e contou que o padrasto, com quem a mãe é casada há 10 anos, era o autor dos crimes.

A dinâmica dos abusos

Segundo relato da vítima, o suspeito aproveitava os momentos em que a família dormia para ir até o quarto da menina durante a madrugada. A vítima relatou que o homem abaixava suas roupas, praticava atos libidinosos e a observava.

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A denúncia aponta ainda que os abusos ocorriam também no momento do banho da adolescente. Ela relatou que não contou para a mãe os fatos devido ao padrasto ser muito alto e forte e bater nela e nos irmãos, e não queria apanhar mais.

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Confiança rompida

A mãe informou às autoridades que jamais desconfiou do companheiro, com quem tem outros três filhos. A relação familiar era descrita como harmônica e a vítima, filha de um relacionamento anterior, chamava o suspeito de “pai”.

A comunicante notou que, há um certo tempo, o comportamento da filha havia mudado drasticamente. No entanto, ela atribuiu o distanciamento e as alterações de humor à fase da “pré-adolescência”, sem imaginar que a menina estava sendo vítima de violência sexual dentro da própria casa.

Procedimentos Legais

Após realização de escuta especializada da vítima, a delegada Renata Evangelista, da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso (DEDMCAI) de Sinop, representou pela prisão preventiva do suspeito, que foi deferida pela Justiça, e a equipe da Delegacia deteve o suspeito em seu local de trabalho.

Ele deverá responder pelo crime de estupro de vulnerável, cuja pena varia de 8 a 15 anos de reclusão.

“O abuso sexual infantil muitas vezes acontece no ambiente familiar. Se você suspeita de algum caso, denuncie! O sigilo é garantido”, afirmou a delegada Renata Evangelista.

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