Sinop
Dono de caminhonete é vítima de sequestro à mão armada no interior
Um homem de 33 anos foi vítima de um sequestro na noite deste sábado (28) na cidade de Sorriso (420 km ao Norte). A vítima tem uma caminhonete e foi abordada por suspeitos armados ao sair de uma pizzaria. Ele foi amarrado e colocado no banco traseiro de seu veículo, mas foi resgatado pela polícia.
Conforme relatos da Polícia Militar, por volta das 22h20 de ontem (28) uma equipe foi informada de que teria ocorrido um sequestro na região central de Sinop. Os criminosos teriam abordado uma pessoa, colocado ela dentro de sua caminhonete Hilux e depois saíram com o veículo.
Os policiais iniciaram as diligências e próximo à comunidade Águas Claras, na Estrada Selene, visualizaram a caminhonete. Os militares iniciaram a tentativa de abordagem e mesmo com os sinais da polícia os suspeitos não obedeceram e tentaram fugir.
A PM perseguiu os criminosos até que após alguns quilômetros eles desceram do veículo e entraram em uma região de lavoura e mata, deixando a vítima amarrada no banco traseiro da caminhonete. Eles também deixaram um simulacro de pistola, que foi utilizado no crime, e algumas roupas.
A vítima contou que estava em uma pizzaria na avenida das Sibipirunas e quando se aproximou de sua caminhonete apenas foi rendido por dois homens armados. Eles amarraram a vítima dentro do veículo e ordenaram que deitasse e ficasse imóvel no banco traseiro.
A vítima continuou dizendo que posteriormente mais dois homens armados se juntaram ao grupo e passaram a exigir que a vítima desbloqueasse o celular e acessasse a conta bancária, para que fizesse transferências financeiras. No entanto, antes que isso ocorresse a polícia os encontrou.
O dono da caminhonete foi encaminhado à delegacia para que o caso fosse registrado. Policiais permaneceram no local da fuga dos suspeitos, mas nenhum foi encontrado. A vítima destacou aos policiais que no local onde foi sequestrado existem câmeras de segurança.
Sinop
Padrasto é preso acusado de estuprar enteada dos 9 aos 13 anos; vítima chamava o suspeito de pai

A Polícia Civil prendeu, nessa segunda-feira (19), um homem, de 41 anos, suspeito de estupro de vulnerável contra a própria enteada, hoje com 13 anos, de forma contínua desde que a menina tinha apenas nove anos.
As investigações tiveram início após a mãe da vítima procurar a delegacia para registrar o boletim de ocorrência. Segundo o relato, a filha quebrou o silêncio após anos de abusos e contou que o padrasto, com quem a mãe é casada há 10 anos, era o autor dos crimes.
A dinâmica dos abusos
Segundo relato da vítima, o suspeito aproveitava os momentos em que a família dormia para ir até o quarto da menina durante a madrugada. A vítima relatou que o homem abaixava suas roupas, praticava atos libidinosos e a observava.
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A denúncia aponta ainda que os abusos ocorriam também no momento do banho da adolescente. Ela relatou que não contou para a mãe os fatos devido ao padrasto ser muito alto e forte e bater nela e nos irmãos, e não queria apanhar mais.
Confiança rompida
A mãe informou às autoridades que jamais desconfiou do companheiro, com quem tem outros três filhos. A relação familiar era descrita como harmônica e a vítima, filha de um relacionamento anterior, chamava o suspeito de “pai”.
A comunicante notou que, há um certo tempo, o comportamento da filha havia mudado drasticamente. No entanto, ela atribuiu o distanciamento e as alterações de humor à fase da “pré-adolescência”, sem imaginar que a menina estava sendo vítima de violência sexual dentro da própria casa.
Procedimentos Legais
Após realização de escuta especializada da vítima, a delegada Renata Evangelista, da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso (DEDMCAI) de Sinop, representou pela prisão preventiva do suspeito, que foi deferida pela Justiça, e a equipe da Delegacia deteve o suspeito em seu local de trabalho.
Ele deverá responder pelo crime de estupro de vulnerável, cuja pena varia de 8 a 15 anos de reclusão.
“O abuso sexual infantil muitas vezes acontece no ambiente familiar. Se você suspeita de algum caso, denuncie! O sigilo é garantido”, afirmou a delegada Renata Evangelista.
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