Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Saúde

‘Supergonorreia’, doença resistente a antibióticos, preocupa médicos no Reino Unido

Mulheres já foram curadas, mesmo com dificuldades no tratamento padrão; segundo Ministério da Saúde, não há registros deste tipo da DST no Brasil. Duas mulheres no Reino Unido foram infectadas com uma “supergonorreia”, despertando forte preocupação em profissionais de saúde.
Ambas foram desde então curadas da infecção, marcada por ser resistente ao tratamento padrão para a doença sexualmente transmissível (DST). A Public Health England, agência vinculada ao serviço de saúde do Estado britânico, reforçou a importância do uso da camisinha. Uma das mulheres parece ter sido infectada no continente europeu; a outra provavelmente dentro do próprio Reino Unido.
Mas, para Nick Phin, da Public Health England, é “injusto” dizer que a “supergonorreia” esteja atualmente circulando na região. “Na verdade, isso traz a mensagem de que estes organismos vão se espalhar globalmente e você pode contraí-los no Reino Unido”, destacou. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, não há registro de gonorreia super-resistente no país.
No caso da gonorreia, apesar de não ser uma doença de notificação obrigatória no Brasil, estima-se que surjam 500 mil casos novos ao ano – com prevalência de aproximadamente 1,4% na população de 15 a 49 anos. Ainda de acordo com a pasta brasileira, recomenda-se a busca pelo serviço público de saúde no caso de sintomas.
Se confirmada a doença, o tratamento oferecido é gratuito e deve se estender também aos parceiros sexuais.
Uol Notícias
COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Os três alimentos que ajudam os bebês desnutridos a se recuperar mais rápido
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Saúde

Doar sangue e salvar vidas: um gesto simples que transforma o mundo

Doar sangue para salvar vidas. Poucos gestos são tão simples e, ao mesmo tempo, tão poderosos quanto esse.

Em menos de uma hora, uma única doação pode beneficiar até quatro pessoas. Não é preciso ser herói nem ter habilidade especial. Basta ter saúde, disposição e sensibilidade para ajudar o próximo.

O sangue não possui substituto artificial. Nenhuma fábrica o produz. Nenhum laboratório consegue reproduzi-lo. Ele existe apenas em cada um de nós e só chega a quem precisa por meio da solidariedade humana. Cada doação é a demonstração concreta de que uma vida importa.

Pense na criança que necessita de transfusão durante uma cirurgia. Na mulher que enfrenta complicações após o parto. Na vítima de acidente que chega ao Pronto-Socorro em estado grave. No paciente em tratamento contra o câncer. Para cada um deles, uma bolsa de sangue pode representar a diferença entre a vida e a morte. Essa é a realidade diária dos hospitais brasileiros, inclusive aqui em Mato Grosso.

Neste 14 de junho, o mundo celebra o Dia Mundial do Doador de Sangue. Em 2026, a campanha da Organização Mundial da Saúde, no âmbito do ‘Junho Vermelho’, traz o tema “Doe sangue, dê esperança: juntos salvamos vidas”. Uma convocação que precisa ir além das datas e se tornar uma atitude permanente.

Leia Também:  CONFIRA O BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO DIAMANTINO (24/06/2021)

Tenho levado esse compromisso a sério na prática. Por meio dos mutirões sociais do Gabinete da Assembleia Legislativa, levamos campanhas de doação de sangue diretamente às comunidades de Cuiabá, chegando a quem muitas vezes não consegue se deslocar até os pontos de coleta. A própria ALMT firmou parceria com o MT Hemocentro para receber o caminhão de coleta em frente ao plenário, mobilizando servidores e a população. O Parlamento tem o dever de dar o exemplo.

A doação é uma das mais nobres expressões de solidariedade. Quem doa não conhece a pessoa beneficiada. Não há recompensa financeira nem interesse pessoal. Há apenas a decisão de estender a mão a alguém em extrema necessidade.

O sangue coletado é separado em hemácias, plasma e plaquetas, atendendo pacientes com necessidades distintas. Uma única doação tem potencial para ajudar várias pessoas.

Os hemocentros dependem de doações regulares. O sangue possui prazo de validade limitado, e a reposição constante é uma necessidade. Ser um doador regular é assumir um compromisso com a vida, com a comunidade e com quem você ama.

Leia Também:  São Paulo e Minas Gerais representam 63% dos casos em investigação de febre amarela

Qualquer pessoa saudável, entre 16 e 69 anos, e com mais de 50 quilos pode doar. O procedimento é seguro, rápido e praticamente indolor. O organismo repõe naturalmente o volume doado em pouco tempo.

Você dedica alguns minutos do seu dia. Em troca, oferece a alguém a oportunidade de continuar vivendo.

Convido cada mato-grossense a procurar o hemocentro mais próximo, fazer sua doação e incentivar familiares e amigos. Salvar vidas não depende de grandes recursos. Depende apenas da disposição de compartilhar o que carregamos dentro de nós.

Seja doador de sangue. Sua atitude pode ser a esperança que alguém espera para continuar vivendo.

*Max Russi é deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA