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Saúde

Mulher engravida com ajuda de fertilização e descobre que já estava esperando gêmeos

Beata Bienias, de 36 anos, tentou por muito tempo engravidar. Em uma reviravolta, acabou em uma gestação de três bebês: dois de forma natural e um por fertilização in vitro. Ela só descobriu que esperava os gêmeos quando já tinha feito o procedimento.

“Estávamos tentando há tanto tempo. Às vezes, nós até pensamos: talvez a gente seja um casal sem bebês”, disse Bienias à agência internacional SWNS.

Antes de desistir de vez, ela e o marido resolveram tentar a fertilização in vitro:

“Foi incrível”, disse. “Foi um momento muito emotivo. Não podia esperar pelo momento de retirar meus óvulos. Chorei quando tive o embrião colocado dentro de mim.”

Como ela não ficou sabendo que já estava grávida? Foram determinadas algumas regras, como por exemplo não fazer um teste de gravidez pelo menos 14 dias após a inserção do material. Ela também não podia fazer sexo no prazo de 4 dias que antecediam o procedimento.

“Não consegui esperar e depois de nove dias fiz o teste. Quando vi as duas linhas confirmando o ‘positivo’, fiz cinco ou seis outros testes para ter certeza”, contou Bienias.

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Os dois saíram de férias para comemorar e voltaram para fazer os exames oficiais da clínica de fertilização.

“Quando eu me sentei, a ultrasonografista disse para eu não ficar decepcionada se não conseguisse ver nada da primeira vez”.

“Depois, se virou para o meu marido e pediu para ele se sentar”. Ela disse: “Bem, nós temos trigêmeos aqui”.

“Temos um bebê de fertilização in vitro e dois foram concebidos de forma natural. Essa é a nossa história”, disse Bienias.

G1

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Saúde

Doar sangue e salvar vidas: um gesto simples que transforma o mundo

Doar sangue para salvar vidas. Poucos gestos são tão simples e, ao mesmo tempo, tão poderosos quanto esse.

Em menos de uma hora, uma única doação pode beneficiar até quatro pessoas. Não é preciso ser herói nem ter habilidade especial. Basta ter saúde, disposição e sensibilidade para ajudar o próximo.

O sangue não possui substituto artificial. Nenhuma fábrica o produz. Nenhum laboratório consegue reproduzi-lo. Ele existe apenas em cada um de nós e só chega a quem precisa por meio da solidariedade humana. Cada doação é a demonstração concreta de que uma vida importa.

Pense na criança que necessita de transfusão durante uma cirurgia. Na mulher que enfrenta complicações após o parto. Na vítima de acidente que chega ao Pronto-Socorro em estado grave. No paciente em tratamento contra o câncer. Para cada um deles, uma bolsa de sangue pode representar a diferença entre a vida e a morte. Essa é a realidade diária dos hospitais brasileiros, inclusive aqui em Mato Grosso.

Neste 14 de junho, o mundo celebra o Dia Mundial do Doador de Sangue. Em 2026, a campanha da Organização Mundial da Saúde, no âmbito do ‘Junho Vermelho’, traz o tema “Doe sangue, dê esperança: juntos salvamos vidas”. Uma convocação que precisa ir além das datas e se tornar uma atitude permanente.

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Tenho levado esse compromisso a sério na prática. Por meio dos mutirões sociais do Gabinete da Assembleia Legislativa, levamos campanhas de doação de sangue diretamente às comunidades de Cuiabá, chegando a quem muitas vezes não consegue se deslocar até os pontos de coleta. A própria ALMT firmou parceria com o MT Hemocentro para receber o caminhão de coleta em frente ao plenário, mobilizando servidores e a população. O Parlamento tem o dever de dar o exemplo.

A doação é uma das mais nobres expressões de solidariedade. Quem doa não conhece a pessoa beneficiada. Não há recompensa financeira nem interesse pessoal. Há apenas a decisão de estender a mão a alguém em extrema necessidade.

O sangue coletado é separado em hemácias, plasma e plaquetas, atendendo pacientes com necessidades distintas. Uma única doação tem potencial para ajudar várias pessoas.

Os hemocentros dependem de doações regulares. O sangue possui prazo de validade limitado, e a reposição constante é uma necessidade. Ser um doador regular é assumir um compromisso com a vida, com a comunidade e com quem você ama.

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Qualquer pessoa saudável, entre 16 e 69 anos, e com mais de 50 quilos pode doar. O procedimento é seguro, rápido e praticamente indolor. O organismo repõe naturalmente o volume doado em pouco tempo.

Você dedica alguns minutos do seu dia. Em troca, oferece a alguém a oportunidade de continuar vivendo.

Convido cada mato-grossense a procurar o hemocentro mais próximo, fazer sua doação e incentivar familiares e amigos. Salvar vidas não depende de grandes recursos. Depende apenas da disposição de compartilhar o que carregamos dentro de nós.

Seja doador de sangue. Sua atitude pode ser a esperança que alguém espera para continuar vivendo.

*Max Russi é deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

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