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Saúde

MT tem 14 mortes por H1N1 confirmadas no 1º semestre de 2019

Mato Grosso registrou 14 mortes por H1N1 no estado, segundo dados do Informe Epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), divulgado na quarta-feira (24). O levantamento leva em consideração os casos confirmados até a 28ª semana do ano.

As mortes foram registradas nos municípios de Água Boa, Bom Jesus do Araguaia, Cuiabá, Pedra Preta, Poconé, Rondonópolis, Sinop, Terra Nova do Norte, Várzea Grande.

Cuiabá tem o maior número de morte, com cinco casos.

Por causa do índice, O Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Cuiabá e a Coordenadoria de Vigilância a Doenças e Agravos emitiram um alerta sobre a Influenza.

O aviso foi emitido após a vigilância receber informações sobre a morte por Influenza (gripe) de uma adolescente, que morava em São Paulo, e que estava em uma excursão turística na qual participaram alunos da rede privada de ensino de Cuiabá e outros municípios de Mato Grosso.

Ainda segundo o boletim, durante o período analisado, foram hospitalizados 251 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Após exames, 38 casos foram confirmados como Influenza, sendo 30 casos de H1N1, 1 de Influenza A Sazonal/H3 e sete de Influenza B.

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Outros 135 foram descartados e 27 seguem sob investigação.

G1

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Saúde

Doar sangue e salvar vidas: um gesto simples que transforma o mundo

Doar sangue para salvar vidas. Poucos gestos são tão simples e, ao mesmo tempo, tão poderosos quanto esse.

Em menos de uma hora, uma única doação pode beneficiar até quatro pessoas. Não é preciso ser herói nem ter habilidade especial. Basta ter saúde, disposição e sensibilidade para ajudar o próximo.

O sangue não possui substituto artificial. Nenhuma fábrica o produz. Nenhum laboratório consegue reproduzi-lo. Ele existe apenas em cada um de nós e só chega a quem precisa por meio da solidariedade humana. Cada doação é a demonstração concreta de que uma vida importa.

Pense na criança que necessita de transfusão durante uma cirurgia. Na mulher que enfrenta complicações após o parto. Na vítima de acidente que chega ao Pronto-Socorro em estado grave. No paciente em tratamento contra o câncer. Para cada um deles, uma bolsa de sangue pode representar a diferença entre a vida e a morte. Essa é a realidade diária dos hospitais brasileiros, inclusive aqui em Mato Grosso.

Neste 14 de junho, o mundo celebra o Dia Mundial do Doador de Sangue. Em 2026, a campanha da Organização Mundial da Saúde, no âmbito do ‘Junho Vermelho’, traz o tema “Doe sangue, dê esperança: juntos salvamos vidas”. Uma convocação que precisa ir além das datas e se tornar uma atitude permanente.

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Tenho levado esse compromisso a sério na prática. Por meio dos mutirões sociais do Gabinete da Assembleia Legislativa, levamos campanhas de doação de sangue diretamente às comunidades de Cuiabá, chegando a quem muitas vezes não consegue se deslocar até os pontos de coleta. A própria ALMT firmou parceria com o MT Hemocentro para receber o caminhão de coleta em frente ao plenário, mobilizando servidores e a população. O Parlamento tem o dever de dar o exemplo.

A doação é uma das mais nobres expressões de solidariedade. Quem doa não conhece a pessoa beneficiada. Não há recompensa financeira nem interesse pessoal. Há apenas a decisão de estender a mão a alguém em extrema necessidade.

O sangue coletado é separado em hemácias, plasma e plaquetas, atendendo pacientes com necessidades distintas. Uma única doação tem potencial para ajudar várias pessoas.

Os hemocentros dependem de doações regulares. O sangue possui prazo de validade limitado, e a reposição constante é uma necessidade. Ser um doador regular é assumir um compromisso com a vida, com a comunidade e com quem você ama.

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Qualquer pessoa saudável, entre 16 e 69 anos, e com mais de 50 quilos pode doar. O procedimento é seguro, rápido e praticamente indolor. O organismo repõe naturalmente o volume doado em pouco tempo.

Você dedica alguns minutos do seu dia. Em troca, oferece a alguém a oportunidade de continuar vivendo.

Convido cada mato-grossense a procurar o hemocentro mais próximo, fazer sua doação e incentivar familiares e amigos. Salvar vidas não depende de grandes recursos. Depende apenas da disposição de compartilhar o que carregamos dentro de nós.

Seja doador de sangue. Sua atitude pode ser a esperança que alguém espera para continuar vivendo.

*Max Russi é deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

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