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Saúde

Michael Jordan inaugura clínica médica gratuita para pessoas de baixa renda nos EUA

Foi com emoção que o jogador de basquete Michael Jordan inaugurou, nesta quinta-feira (17), a primeira de duas clínicas médicas que ele e sua família financiaram para oferecer tratamento médico a pessoas de baixa renda em Charlotte, cidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

“Isso é muito emocionante para mim, poder dar de volta a uma comunidade que me apoio durante os anos”, afirmou Jordan, que foi hexacampeão da NBA, a liga de basquete americana, e é atualmente dono do time Hornets, durante a cerimônia de inauguração da Novant Health Jordan Family Medical Clinic.

O custo do investimento da família do jogador foi de 7 milhões de dólares (quase R$ 30 milhões), e foi anunciado em 2017.

Bairro de baixa renda

A clínica, localizada em um bairro de baixa renda em Charlotte, vai oferecer acesso vital à atenção básica e de prevenção para membros da comunidade, incluindo pessoas que não têm plano de saúde ou que têm planos de saúde considerados precários.

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Durante a inauguração da primeira das duas clínicas previstas, Michael Jordam prometeu fazer mais por essa parcela da população. “Esse é apenas o início de uma batalha para podermos alcançar o maior número possível de pessoas”, afirmou ele.

Perfil nas redes sociais

A clínica também inaugurou um perfil na rede social Twitter, e comemorou a abertura dos atendimentos nesta quinta.

Segundo o site oficial, pacientes de todas as idades poderão ter acesso a “serviços abrangentes”, incluindo exames médicos, vacinas, laboratórios, raio-x e testes para doenças sexualmente transmissíveis.

G1

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Saúde

Doar sangue e salvar vidas: um gesto simples que transforma o mundo

Doar sangue para salvar vidas. Poucos gestos são tão simples e, ao mesmo tempo, tão poderosos quanto esse.

Em menos de uma hora, uma única doação pode beneficiar até quatro pessoas. Não é preciso ser herói nem ter habilidade especial. Basta ter saúde, disposição e sensibilidade para ajudar o próximo.

O sangue não possui substituto artificial. Nenhuma fábrica o produz. Nenhum laboratório consegue reproduzi-lo. Ele existe apenas em cada um de nós e só chega a quem precisa por meio da solidariedade humana. Cada doação é a demonstração concreta de que uma vida importa.

Pense na criança que necessita de transfusão durante uma cirurgia. Na mulher que enfrenta complicações após o parto. Na vítima de acidente que chega ao Pronto-Socorro em estado grave. No paciente em tratamento contra o câncer. Para cada um deles, uma bolsa de sangue pode representar a diferença entre a vida e a morte. Essa é a realidade diária dos hospitais brasileiros, inclusive aqui em Mato Grosso.

Neste 14 de junho, o mundo celebra o Dia Mundial do Doador de Sangue. Em 2026, a campanha da Organização Mundial da Saúde, no âmbito do ‘Junho Vermelho’, traz o tema “Doe sangue, dê esperança: juntos salvamos vidas”. Uma convocação que precisa ir além das datas e se tornar uma atitude permanente.

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Tenho levado esse compromisso a sério na prática. Por meio dos mutirões sociais do Gabinete da Assembleia Legislativa, levamos campanhas de doação de sangue diretamente às comunidades de Cuiabá, chegando a quem muitas vezes não consegue se deslocar até os pontos de coleta. A própria ALMT firmou parceria com o MT Hemocentro para receber o caminhão de coleta em frente ao plenário, mobilizando servidores e a população. O Parlamento tem o dever de dar o exemplo.

A doação é uma das mais nobres expressões de solidariedade. Quem doa não conhece a pessoa beneficiada. Não há recompensa financeira nem interesse pessoal. Há apenas a decisão de estender a mão a alguém em extrema necessidade.

O sangue coletado é separado em hemácias, plasma e plaquetas, atendendo pacientes com necessidades distintas. Uma única doação tem potencial para ajudar várias pessoas.

Os hemocentros dependem de doações regulares. O sangue possui prazo de validade limitado, e a reposição constante é uma necessidade. Ser um doador regular é assumir um compromisso com a vida, com a comunidade e com quem você ama.

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Qualquer pessoa saudável, entre 16 e 69 anos, e com mais de 50 quilos pode doar. O procedimento é seguro, rápido e praticamente indolor. O organismo repõe naturalmente o volume doado em pouco tempo.

Você dedica alguns minutos do seu dia. Em troca, oferece a alguém a oportunidade de continuar vivendo.

Convido cada mato-grossense a procurar o hemocentro mais próximo, fazer sua doação e incentivar familiares e amigos. Salvar vidas não depende de grandes recursos. Depende apenas da disposição de compartilhar o que carregamos dentro de nós.

Seja doador de sangue. Sua atitude pode ser a esperança que alguém espera para continuar vivendo.

*Max Russi é deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

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