Saúde
Governo do Estado investe R$ 65 milhões para incentivar vacinação em Mato Grosso

Foto: Divulgação
O Governo de Mato Grosso, por meio do programa Imuniza Mais MT, vai investir, até 2023, R$ 65 milhões para incentivar os municípios no aumento da cobertura vacinal dos imunizantes contra a Covid-19, Influenza e outras doenças imunopreveníveis.
“O Imuniza Mais MT não é um programa criado apenas para distribuir prêmios. É um programa que tem o objetivo de melhorar a infraestrutura e qualificar ainda mais as ações de imunização em Mato Grosso. O foco é ampliar a cobertura vacinal de todas as vacinas”, avaliou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.
O programa já possibilitou a ampliação da estrutura da Central de Imunobiológicos da SES, também conhecida como unidade central da Rede de Frio. No local, inaugurado em outubro de 2021, o Estado investiu cerca de R$ 5 milhões em reforma e modernização. A unidade é responsável pelo armazenamento de vacinas, imunoglobulinas específicas, soros antiveneno e insumos como seringas, agulhas, gelox e caixas térmicas para transporte.
Além disso, em novembro de 2021, a SES premiou, com o total de R$ 1,8 milhão, 15 municípios com melhor performance na vacinação contra Influenza e Covid-19. Na oportunidade, foram premiados os municípios de Planalto da Serra, Nova Brasilândia, Torixoréu, Cocalinho, Porto dos Gaúchos, Campos de Júlio, Nova Ubiratã, Paranaíta, Jaciara, Nova Xavantina, Poconé, Campo Verde, Rondonópolis, Lucas do Rio Verde e Primavera do Leste.
Fonte: Secom MT
Saúde
MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.
Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.
A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.
“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.
O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.
Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.
O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.
Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.
As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.
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