Saúde
Em agosto, MT registrou 39.114 novos casos de Covid-19 e 935 mortes em decorrência da doença
Dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) apontam que entre os dias 1º e 31 de agosto foram registrados 39.114 novos casos de Covid-19 no estado e 935 mortes em decorrência da doença.
Até esta segunda-feira (31), Mato Grosso registrou 92.265 casos confirmados da Covid-19 e 2.811 óbitos em decorrência do coronavírus no estado.
No dia 31 de julho, os casos confirmados da doença no estado eram de 52.078 e 1.842 mortes. Já em 30 de junho, o estado registrava 16.304 casos de Covid-19 e 629 mortes. Em 31 de maio, Mato Grosso tinha 2.485 casos da doença e 63 óbitos. Em 30 de abril, o número de casos confirmados da doença era de 302 e 11 mortes. Em 31 de março, o estado não havia registrado mortes em decorrência da doença, mas já tinha 25 casos de Covid-19.
Nas últimas 24 horas, foram notificadas 1.370 novas confirmações de casos de coronavírus no estado. Dos 92.265 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 17.013 estão em monitoramento e 72.441 estão recuperados.
Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 251 internações em UTIs públicas e 280 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 63% para UTIs adulto e em 32% para enfermarias adulto.
Fonte: G1 MT
Saúde
MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.
Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.
A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.
“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.
O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.
Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.
O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.
Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.
As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.
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