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Saúde

Descubra alguns benefícios que beber café pode trazer à saude

Os efeitos do café sobre a saúde são controversos. Apesar de criticado, há muitas coisas boas a serem ditas sobre o café. Ele é rico em antioxidantes e ligado a um risco reduzido de muitas doenças. No entanto, também contém cafeína, um estimulante que pode causar problemas em algumas pessoas e interromper o sono. Café contém alguns nutrientes essenciais e é extremamente rico em antioxidantes

Uma xícara de café contém vitamina B2 (riboflavina), vitamina B5 (ácido pantotênico), vitamina B1 (tiamina), vitamina B3 (niacina), folato, manganês, potássio, magnésio e fósforo. Quando ingerido na medida certa o café pode trazer consequências positivas ao sistema.

Diversos estudos demonstram que a cafeína pode levar a um aumento de curto prazo na função cerebral, melhorando o humor, o tempo de reação, a vigilância e a função cognitiva geral, revela a médica especializada Alexandra Galhardo.

A cafeína também pode aumentar o metabolismo em 3-11% e o desempenho no exercício em 11–12%, em média. O café pode proteger seu cérebro da doença de Alzheimer e Parkinson, além de diminuir o risco  de diabetes tipo 2, doença comum, que aumentou dez vezes em poucas décadas e agora afeta mais de 300 milhões de pessoas. Para completar, bebedores de café têm um risco significativamente menor de cirrose e câncer de fígado.

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Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

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“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

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Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

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