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Saúde

Cigarro eletrônico é tão ruim quanto o tradicional

Muitas pessoas estão usando o cigarro eletrônico como alternativa ao cigarro tradicional, seja de forma recreativa, para tentar se livrar do vício do cigarro ou por achar que ele é menos nocivo para a saúde. O Bem Estar conversou com a cardiologista e especialista no tratamento do tabagismo Jaqueline Scholz sobre o assunto e tirou essas dúvidas

O cigarro eletrônico pode ser um método para se livrar do vício do cigarro? “Isso é mentira. O cigarro eletrônico também tem nicotina. Na verdade, a pessoa substitui a maneira de fumar, mas não deixa de usar [a nicotina]. O cigarro eletrônico também vicia”, alerta a cardiologista.

Ele é melhor que o cigarro tradicional? “Não. Existem diferenças entre os dois (cigarro eletrônico e cigarro convencional). Basicamente, no convencional você tem o alcatrão, o monóxido de carbono e a nicotina e aromatizantes. Já o eletrônico tem nicotina (por isso a dependência), e os produtos líquidos: aromatizantes, glicerol e propileno glicol. Apesar de ter essas diferenças, os dois produtos fazem mal para a saúde”.

De acordo com a cardiologista, tanto o cigarro comum quanto o cigarro eletrônico trazem riscos para o nosso coração.

O que funciona para parar de fumar? Antes de mais nada, a pessoa precisa querer parar. “Existem várias estratégias. A pessoa pode tentar por conta própria e, se não conseguir, deve procurar ajuda. O tabagismo é uma doença, é uma dependência e só motivação às vezes não é suficiente”. A boa vontade é necessária, mas o tratamento certo ajuda a diminuir a angústia causada pela falta do cigarro. O tratamento de tabagismo dura três meses.

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Só com o remédio a pessoa consegue deixar de fumar? A cardiologista explica que o remédio faz parte do tratamento. O paciente precisa também estar motivado. “Os remédios diminuem o sofrimento e a dor de parar de fumar. Além disso, tem o acompanhamento”.

Bem Estar

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Saúde

SES distribui mais de 619 mil doses da vacina contra influenza; mais de 320 mil já vacinaram em MT

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) já distribuiu 619.070 doses da vacina contra a gripe aos 142 municípios desde o final de março. Até a última quinta-feira (7.5), 322.835 pessoas do grupo prioritário foram vacinadas nos postos de saúde de Mato Grosso.

No Dia D da vacinação contra a gripe, realizado no dia 25 de abril no estado, 38.855 doses foram aplicadas pelos municípios em todo território mato-grossense.

“A vacinação de idosos, crianças e gestantes é fundamental para evitar casos graves da doença, com complicações que demandam internação hospitalar e que podem até matar. Por isso, os pais devem levar os seus filhos pequenos ao posto de saúde mais próximo para garantir essa proteção”, afirmou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo.

A vacina contra a influenza é segura, gratuita e está disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para idosos, crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas, indígenas, quilombolas, pessoas privadas de liberdade, pessoas com comorbidades ou deficiência permanente, trabalhadores da saúde, professores, pessoas em situação de rua, forças armadas e profissionais do sistema de privação de liberdade.

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Conforme o superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Marcos Roberto Dias, é muito importante que toda a população se conscientize sobre a importância da vacinação contra a gripe.

“A SES ainda vai receber novas remessas do Ministério da Saúde para distribuição aos municípios, pois a meta no Estado é vacinar 1.350.115 pessoas do grupo prioritário neste ano. A vacinação também é fundamental para ajudar a reduzir a sobrecarga dos serviços do SUS, melhorando o atendimento em diversas outras áreas”, explicou o superintendente.

Luiza Goulart | SES-MT

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