Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Saúde

Álcool atrapalha a fase profunda do sono

Demorar para pegar no sono, acordar durante a noite ou sentir que o sono não foi reparador. Esses são alguns sinais da insônia. Estima-se que um a cada cinco adultos sofram com esse distúrbio.

Para relaxar, algumas pessoas acabam apostando no álcool. Contudo, apesar de relaxar a musculatura, ter efeito ansiolítico e causar sonolência, o álcool pode atrapalhar o sono REM (fase profunda do sono).

“Quando o efeito do álcool acaba, a pessoa pode ficar mais alerta, podendo acordar”, alerta a especialista em medicina do sono e professora da Unifesp Lia Bittencourt. O álcool também potencializa distúrbios do sono como apneia, ronco e insônia.

o café e chocolate: atrapalham o sono? “Café, bebidas e alimentos com cafeína atrapalham a indução ao sono. Isso porque a cafeína inibe a liberação de adenosina, uma substância que ajuda a iniciar o sono”.

Já o leite pode ajudar, sim! “Ele é a única bebida que pode ajudar a dormir, pois tem triptofano, uma substância que é transformada em serotonina no cérebro, o que ajuda a relaxar e favorece o sono”, completa Lia.

Veja dicas para dormir melhor:

Leia Também:  Médicos de MT são obrigados a se especializarem em pediatria
  • Vá para cama com sono
  • Mantenha uma rotina regular para dormir
  • Mantenha o quarto escuro e silencioso
  • Mantenha a temperatura do quarto confortável
  • Evite uso de medicações para dormir, sem prescrição médica
  • Melatonina pode ter benefícios para algumas pessoas, mas o médico deve ser consultado
  • Evite telas antes de dormir
  • Não leve eletrônicos para cama

Não existe comprovação científica de que os chás fazem a pessoa dormir. Mas eles podem ajudar a relaxar. Você já ouviu falar de chá feito com casca de mulungu? “O mulungu vai atuar se ligando a alguns neurotransmissores no nosso organismo, no nosso cérebro, no nosso sistema nervoso central. Ele ajuda em algumas queixas do sono. O chá trabalha a ansiedade, o relaxamento muscular e melhora a qualidade do sono”, explica a nutricionista Maria Angélica Fiut.

A preparação é fácil: uma colher de sobremesa da casca de mulungu e 250 ml de água. Ponha a água em um recipiente de vidro ou inox, acrescente cascas e leve ao fogo. Quando ferver, tampe a panela, baixe a intensidade da chama e deixe no fogo por mais cinco minutos. Depois, use um coador para colocar o líquido na xícara.

Leia Também:  'Um balão de festa pode me matar': as dificuldades de quem tem alergia ao látex

A nutricionista alerta que não pode aumentar a quantidade da planta na preparação. Antes de usar qualquer tipo de chá é preciso levar em conta se a pessoa está usando algum medicamento. Nesse caso, é o médico quem vai poder dizer se o chá pode ser tomado junto com o remédio ou não.

Bem Estar

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

Leia Também:  Os alimentos que podem ajudar o cérebro a funcionar melhor

“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

Leia Também:  Casos suspeitos de microcefalia aumentam 70% em Mato Grosso

Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA