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Saúde

A água de alecrim pode deixar seu cérebro 11 anos mais jovem

Você já ouviu falar dos benefícios do alecrim? Não é apenas uma planta extremamente aromática, ela é usada também como tempero e até ajuda a reduzir os problemas de hipertensão, além de ser excelente para o cérebro!

Esta planta é rica em ácido carnósico, isto é, tem propriedades neuroprotetoras. A ingestão de infusão de alecrim melhora a memória e aumenta drasticamente a capacidade mental do cérebro.
Pesquisas indicam que tomar um pequeno copo desta bebida favorece a capacidade de uma pessoa para lembrar o passado em até 15%. Isto acontece devido a um composto chamado “eucaliptol” que está presente nesta planta, sem contar que possui um efeito positivo no cérebro devido à sua ação antioxidante, além disso, melhora o trânsito intestinal, prevenindo doenças.
Agora que você conhece esses grandes benefícios que o alecrim lhe dá, em seguida mencionamos que você faça uma infusão de alecrim. Simples e praticamente não custa dinheiro!
Ingredientes:
2 colheres de sopa de folhas de alecrim fresco ou 1 colher de sopa de folhas secas
2 xícaras de água
1 pote
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Preparação:
Coloque uma panela de água no fogo até ferver.
Coloque as folhas de alecrim dentro da água fervente, mexa e retire do fogo
Deixe as folhas repousarem na água enquanto elas esfriam e não as remova por 12 horas ou durante a noite.
No dia seguinte você terá sua água pronta. Você apenas tem que esticar a mistura com uma peneira, ou melhor ainda, com um filtro de café que irá eliminar todos os pequenos restos de folhas. Aproveite!
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Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

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“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

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Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

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