Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Política

“Uso da inteligência e da tecnologia reduziram os índices de criminalidade” afirma Bustamante

Secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, no Lançamento do Mais MT – Foto por: Mayke Toscano/Secom-MT

Atuação preventiva da área de segurança, aliada ao uso cada vez maior da inteligência, da análise criminal e da tecnologia no trabalho operacional, permitindo antecipar as ações criminosas. Com esta metodologia de trabalho, a Secretaria de Estado de Segurança Pública, sob Alexandre Bustamante, tem reduzido os índices criminais no Estado.

“A tecnologia veio para somar”, diz o secretário, destacando ferramentas, como o videomonitoramento, que possibilita o reconhecimento facial e facilita a captura de pessoas foragidas.

Ele destaca também que a construção em apenas 45 dias de 400 novas vagas na PCE (Penitenciária Central Estadual), a serem inauguradas nesta semana, é uma demonstração de que há solução para o Sistema Penitenciário.

Bustamante afirma que os R$ 766 milhões, a serem destinados à Segurança Pública pelo programa Mais MT, serão aplicados com foco na sociedade, oferecendo um serviço público de qualidade.

Leia a entrevista na íntegra:

Os índices criminais estão reduzindo no Estado. Alguns, inclusive, ficando abaixo de médias nacionais. Qual o trabalho desenvolvido pela Sesp para diminuir ainda mais o número de crimes em Mato Grosso?

Alexandre Bustamante – O uso cada vez maior da inteligência e da análise criminal no trabalho operacional. Este é um fator que trás, para nós da área de segurança, um foco. Ou seja, trabalhar em locais onde há maior incidência de crimes.

Leia Também:  Rádio Assembleia é reinaugurada nesta quinta-feira (31) e inova com estúdio transparente

Cada vez mais que o cidadão registra um boletim de ocorrência, registra ações de grupos criminosos. É onde mais iremos atuar. Por isso, a importância dos registros.

Atuação preventiva da área de segurança, aliada ao uso cada vez maior da inteligência, da análise criminal e da tecnologia no trabalho operacional, permitindo antecipar as ações criminosas. Com esta metodologia de trabalho, a Secretaria de Estado de Segurança Pública, sob Alexandre Bustamante, tem reduzido os índices criminais no Estado.

“A tecnologia veio para somar”, diz o secretário, destacando ferramentas, como o videomonitoramento, que possibilita o reconhecimento facial e facilita a captura de pessoas foragidas.

Ele destaca também que a construção em apenas 45 dias de 400 novas vagas na PCE (Penitenciária Central Estadual), a serem inauguradas nesta semana, é uma demonstração de que há solução para o Sistema Penitenciário.

Bustamante afirma que os R$ 766 milhões, a serem destinados à Segurança Pública pelo programa Mais MT, serão aplicados com foco na sociedade, oferecendo um serviço público de qualidade.

Leia Também:  Sorriso recebe emenda de R$ 200 mil para a Saúde

Leia a entrevista na íntegra:

Os índices criminais estão reduzindo no Estado. Alguns, inclusive, ficando abaixo de médias nacionais. Qual o trabalho desenvolvido pela Sesp para diminuir ainda mais o número de crimes em Mato Grosso?

Alexandre Bustamante – O uso cada vez maior da inteligência e da análise criminal no trabalho operacional. Este é um fator que trás, para nós da área de segurança, um foco. Ou seja, trabalhar em locais onde há maior incidência de crimes.

Cada vez mais que o cidadão registra um boletim de ocorrência, registra ações de grupos criminosos. É onde mais iremos atuar. Por isso, a importância dos registros.

 

 

 

gov de mt

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Política

TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

Leia Também:  Mato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios

A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

Leia Também:  Rosa Weber recusa representação de petistas contra procuradores e manda caso para a PGR

Fonte Folhamax

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA