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Projeto que proíbe criar animais para a extração de pele é aprovado pela ALMT; deputado diz que ‘prática é violenta e desumana’

Criação de jacarés em Cáceres — Foto: Secom-MT/Assessoria

Os deputados aprovaram em segunda votação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta quarta-feira (2), o projeto de lei que proíbe a criação de animais para a extração de peles, no estado.

A proposta segue para a sanção do governador Mauro Mendes (DEM) e, se sancionada, quem descumprir a lei será multado.

Autor do projeto, o deputado Max Russi (PSB) apresentou como justificativa que a indústria de peles sacrifica milhões de animais e que a extração de peles de animais é uma das práticas mais desumanas realizadas atualmente pela indústria têxtil.

“Nem mesmo as espécies protegidas ou animais domésticos estão livres de tal crueldade que

Deputado Max Russi (PSB) argumentou que prática é cruel — Foto: ALMT

faz da moda que usa peles de animais imoral e injustificável. Muitas pessoas não têm conhecimento do processo cruel ao quais os animais passam para se tornarem um casaco ou souvenir de pele, mas não há como negar que a indústria de pele é violenta, isto porque muitos animais que são reduzidos a artigos a artigos de vestuários levam uma vida de privação, sofrimento e morte”,

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argumentou.

Conforme o projeto, caso o animal for doméstico, ele deverá ser resgatado e doado a entidades de defesa e proteção que tenham mais de um ano de constituição e funcionamento ou a particulares, que obedeçam critérios de autoridade pública.

Em Mato Grosso, a criação de jacaré em cativeiro começou há aproximadamente três décadas, para a venda de pele e carne. Os grandes compradores da produção são a Europa e a América do Norte.

Em Cáceres, na região noroeste do estado, os fazendeiros se uniram e montaram uma cooperativa para a criação de jacarés em cativeiro.

G1 MT

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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