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Gimenez contempla nove times de futebol amador com kits esportivos


Foto: Luciana Souza

Incentivar o esporte amador para que mais crianças, adolescentes e jovens tenham oportunidades iguais. Com esse objetivo, o deputado Dr. Gimenez (PV) contemplou nove times de futebol amador da região oeste.  A ação foi desenvolvida junto com o Instituto Pronatur, por meio do Projeto Esporte Solidário. 

As equipes de Cáceres, Mirassol e Pontes e Lacerda receberam material esportivo, como bolas e uniformes, neste fim de semana. Os kits foram adquiridos com recurso de emenda parlamentar, no valor de R$ 155 mil, do deputado. 

“Sou médico e sei o quanto o esporte é importante na formação das pessoas. O esporte amador, por conseguir acessar as camadas mais vulneráveis, precisa de incentivo. A partir dele, com certeza, conseguiremos transformar vidas, ampliando as oportunidades, diminuindo a desigualdade, que, infelizmente, ainda é uma realidade no nosso país”, relatou. 

Fábio Sales, presidente do bairro DNER e o responsável pelo projeto na região de Cáceres, contou sobre o poder do esporte nas comunidades. “Cresci em comunidades carentes, sei o quanto o esporte foi importante para mim. Hoje, trabalho para que, assim como eu um dia recebi, nossa população também seja bem assistida.  Somos gratos ao deputado, que, dentro do possível, tem nos atendido e somado ao sonho da garotada”, disse. 

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Gimenez, nos últimos dois anos, destinou cerca de R$1,5 milhão em emendas para o segmento da cultura, esporte e turismo. 

Fonte: ALMT

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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