Cidades
Estado processa empresas por suposto pagamento de propina na concessão de rodovia em MT
A Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) instaurou processos administrativos para apurar a responsabilidade das empresas Morro da Mesa Concessionária S/A e a Construtora Tripolo LTDA, em supostas fraudes e pagamento de propina envolvendo a concessão do trecho da MT-130 entre o entroncamento com a BR-070 (Primavera do Leste) e a BR-163 (Rondonópolis) nos anos de 2011 a 2014.
Os processos foram instaurados por meio da Portaria nº 403/2018/CGE-COR e da Portaria Nº 620/2018/CGE-COR, publicadas no Diário Oficial do Estado do dia 02 de janeiro de 2019. Para subsidiar a instauração do processo, a CGE baseou-se em indícios de autoria e de materialidade extraídos da colaboração premiada do ex-governador Silval Barbosa, do relatório de auditoria produzido pela própria Controladoria (Relatório de Auditoria nº 58/2017), das declarações do ex-governador nas oitivas realizadas em janeiro de 2018 na sede da Controladoria e de inquéritos compartilhados pelo Ministério Público Estadual (MPE).
Na Portaria nº 403/2018/CGE-COR é investigada a Morro da Mesa Concessionária S/A (constituída por Constral Construtora LTDA e Argesil – Armazéns Gerais e Silos Itaquerê LTDA), que teria vencido a concorrência pública no valor estimado de R$ 1.051.593.140,00 por meio de pagamento de propina a agentes públicos para administrar por 28 anos o trecho de 122 quilômetros de extensão da MT-130. Além de fraude à licitação e à contrato de concessão da rodovia, a Morro da Mesa responde também por realinhamento indevido de tarifa de pedágio e inexecução contratual.
Já na Portaria nº 620/2018/CGE-COR, a investigada é a Construtora Tripolo LTDA, que teria, supostamente, emitido cheques para pagamento de propina em troca da concessão da MT-130 à Morro da Mesa Concessionária S/A. Desse modo, a Construtora Tripolo responde por financiar, custear, patrocinar e subvencionar a prática dos atos ilícitos previstos na Lei Anticorrupção (Lei Federal n° 12.846/2013).
Ao final do processo de responsabilização, e depois de assegurados a ampla defesa e o contraditório, uma das eventuais penalidades é a aplicação de multa de até 20% do faturamento bruto das empresas no exercício anterior ao da instauração do processo, além de reparação integral dos danos causados à administração pública.
Outras sanções administrativas são a restrição ao direito de participar de licitações e de celebrar contratos com a administração pública, bem como publicação de eventual condenação na sede e no site das próprias empresas e em jornal de grande circulação local e nacional.
Fonte: OlharDireito
Cidades
Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.
O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.
De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.
“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.
Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.
Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:
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