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Política

Encapuzados, suspeitos invadem casa e matam jovem na frente da família

Desde o início da campanha eleitoral em Cuiabá, o Boteco da Alameda alertava do pior adversário na disputa do Palácio Alencastro e, ele novamente se mostrou nas urnas, que foi a “abstenção”, o voto “nulo” e o voto “branco”, juntos somaram 125.038 votos que não apareceram na conta dos candidatos, e perdendo somente para o deputado federal e candidato pelo Partido Liberal (PL), Abílio Brunini que obteve 126.944 votos.

Incrível, terrível, não dá como acreditar como esses eleitores não foram conscientizados. Tivemos uma disputa acirrada. Bateram boca o tempo todo, porém…a imprevisibilidade trouxe a sucessão de atos eleitorais, porém, uma das poucas certezas em cada noite eleitoral e a elegia a própria eleição…os candidatos, no meio de aplausos e clamores, que também são independentes dos resultados, afirmam que o povo foi ouvido, ou pelo menos parte dele.

Se liga: temos duas semanas para o eleitor e o cidadão cuiabano dizer o que quer, ou melhor, qual candidato ele vai querer para o futuro da Capital de todos os mato-grossenses.

É muito importante o segundo turno, é muito importante o processo democrático, não tem outra forma, goste ou não goste da política ou de política, é por aí que a gente caminha a solução dos nossos quesitos, porque as questões de Abílio e Ludio……..

Segue o fluxo!

Segundou amigos, segundouuuuu! E o que vimos ontem foi apenas o começo: um banho de água fria. Essa é a realidade do resultado das eleições para o União Brasil (UB) e seus aliados nos maiores municípios na Terra de Rondon.

A base política do Palácio Paiaguás, tiveram uma campanha fortemente marcada pela expectativa de vitória, principalmente em Cuiabá e Várzea Grande, mas os resultados nas urnas foram bem diferentes.

A candidatura do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) José Edu Botelho, foi a grande aposta dos unistas para impulsionar o grupo visando o pleito eleitoral de 2026, mas não decolou.

Os olhos agora estão voltados para 2026 e o que poderá acontecer até lá. Todo cuidado é pouco. O eleitor não é mais cabresto.

Essa derrota marca o abalo na mobilização do União Brasil (UB) na região, que historicamente, sempre teve uma base sólida.

Vale lembrar que esses resultados são um termômetro para as eleições de 2026. A manutenção do grupo político significativa no estado, dependerá, em grande parte da capacidade do núcleo duro do Palácio Paiaguás manter a coesão interna e de fortalecer novas lideranças.

O partido agora terá que redobrar os esforços para consolidar sua influência e garantir a continuidade do projeto político que visa fortalecer a legenda em Mato Grosso.

Pega a visão: o segundo turno entre Abílio e Ludio surpreendeu, pois, o cenário mostrava Edu Botelho enfrentando um deles.

PL saiu forte do pleito eleitoral 2024

Quem esperava que as eleições municipais, fossem uma prévia da disputa do Palácio Paiaguás em 2026 pode aguardar.

Ao ver a polarização entre o Partido Liberal (PL) e o Partido dos Trabalhadores (PT) se refletiu nas urnas deste ano. O pleito do  turno, mostrou que não foi um referendo das questões locais.

No entanto, a corrida eleitoral deste ano deixa antever as eleições parlamentares de daqui a dois anos.

O motivo é a reorganização e reestruturação pelos quais os partidos passam na votação municipal, sobretudo pela proximidade que o pleito gera entre o político e a sigla com o eleitor.

Deixando claro, a eleição municipal é uma eleição importante na perspectiva do quadro partidário e da recomposição das forças.

Essa característica, contudo, não afugenta a polarização, ela já está presente e pode, ainda mais, se solidificar conforme o movimento dos partidos dos dois partidos.

Boteco da Alameda projeta que tanto o Partido Liberal (PL) quanto o Partido dos Trabalhadores (PT) se sairão como as forças partidárias das eleições, junto com o PSB.

Os outros partidos saíram piores. Assim sendo essas três forças do pleito eleitoral de 2024, PLPT e PSB é que a política estadual vai se organizar em torno.

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O tom adotado pelas lideranças do PL é o de que “2024 é 2026”. O PL está se apresentando como uma legenda da direita, sem esconder a sua natureza. E talvez haja pela primeira vez um casamento entre Abílio Brunini, como liderança física, e um partido de direita.

Neste segundo turno, Bolsonaro pode fazer o que Lula fazia. Ou seja, vir a Cuiabá para apoiar o prefeitável Abílio Brunini.

Em relação ao partido do atual ocupante do Palácio do Planalto, o Boteco da Alameda acredita que o Partido dos Trabalhadores (PT) continuará como a principal força da esquerda, ampliando a hegemonia conquistada pela sigla na eleição de 2022, ante o enfraquecimento das demais legendas do mesmo polo que tentavam se colocar como opção a Mauro Mendes (UB).

Partido dos Trabalhadores (PT) estava vivendo um esvaziamento na capital. No último pleito municipal ele foi muito mal, mais dois anos depois, na eleição federal, ele foi bem.

Quem está conseguindo se impor como alternativa (em meio a polarização) é o PSB, por conta das dificuldades de reconstrução do PSDB e de renovação dos emedebistas.

Se liga: partido mais votado nas principais cidades de Mato Grosso: Várzea Grande, Rondonópolis e Sinop.

É uma mudança nas preferências do eleitorado mato-grossense e fortalecimento da direita no estado.

Em Cuiabá, o candidato do Partido Liberal (PL), Abílio Brunini, disputará o segundo turno. Em Várzea GrandeFlávia Moretti foi eleita prefeita obtendo 50,54% dos votos válido contra o candidato do MDBKalil Baracat.

Essa vitória e a presença de Abílio Brunini no segundo turno solidifica a presença do Partido Liberal (PL) na região metropolitana de Cuiabá.

Rondonópolis elegeu o Cláudio Ferreira, que obteve 45,74%, superando Thiago Silva (MDB) que recebeu 33,14%.
Já em Sinop, obteve a reeleição de Roberto Dorner com 68,41% dos votos, frente a Mirtes da Transterra que obteve 31,59%.

A vitória sinaliza o crescimento na região Norte do Estado.

Prefeitos eleitos

Cuiabá – Segundo turno entre Abilio Brunini e Lúdio Cabral

Acorizal – Diego Taques (União)
Água Boa – Mariano (MDB)
Alta Floresta – Chico Gamba (União)
Alto Araguaia – Jacson Niedermeier (União)
Alto Boa Vista – Zé Maranhão (PSB)
Alto Garças – Júnior Pitucha (PL)
Alto Paraguai – Adair Moreira (MDB)
Alto Taquari – Marilda Sperandio (União)
Apiacás – Júlio (MDB)
Araguaiana – José Marra (MDB)
Araguainha – Chiquinho (União)
Araputanga – Enilson Rios (União)
Arenápólis – Eder Marques (PP)
Aripuanã – Seluir Peixer (União)
Barão de Melgaço – Margareth de Munil (União)
Barra do Bugres – Azenilda Pereira (Republicanos)
Barra do Garças – Adilson Gonçalves (União)
Boa Esperança do Norte – Calebe Francio (MDB)
Bom Jesus do Araguaia – Mansão (PSB)
Brasnorte – Edelo Ferrari (União)
Cáceres – Eliene Liberato (PSB)
Campinápolis – Jeovan Faria (Republicanos)
Campo Novo do Parecis – Piaia (PL)
Campo Verde – Alexandre Lopes (União)
Campos de Júlio – Parma (União)
Canabrava do Norte – Neuilson (União)
Canarana – Vilson Biguelini (União)
Carlinda – pastor Fernando (União)
Castanheira – Juninho (União)
Chapada dos Guimarães – Osmar Froner (União)
Cláudia – Marcos Tadeu (União)
Cocalinho – Baco (União)
Colíder – Rodrigo Benassi (PRD)
Colniza – Miltinho (União)
Comodoro – Rogério Vilela (União)
Confresa – Ricardo Babinksi (MDB)
Conquista D’Oeste – Odair (PL)
Cotriguaçu – Moisés (União)
Curvelândia – Jadilson (União)
Denise – Marrom (União)
Diamantino – Chico Mendes (União)
Dom Aquino – Carlim Amarelo (Republicanos)
Feliz Natal – Toni Dubiella (MDB)
Figueirópolis D’Oeste – Mirim (Republicanos)
Gaúcha do Norte – Ari do Prado (União)
General Carneiro – João Filho (MDB)
Glória d’Oeste – Gheysa Borgato (PSD)
Guarantã do Norte – Márcio Gonçalves (Novo)
Guiratinga – Barga Rosa (União)
Indiavaí – Sidnei da Cerâmica (PRD)
Ipiranga do Norte – Zoinho (PL)
Itanhangá – Emerson Sabatine (PL)
Itaúba – Toninho Tijolinho (PSB)
Itiquira – Fabiano Dalla Valle (União)
Jaciara – Andreia Wagner (PSB)
Jangada – Rogério Meira (PSD)
Jauru – Passarinho (União)
Juara – Nei da Farmácia (PRD)
Juína – Paulo Veronese (União)
Juruena – Manoel Garça Branca (União)
Juscimeira – Alexandre Russi (PL)
Lambari d’Oeste – Marcelinho da Bem Star (União)
Lucas do Rio Verde – Miguel Vaz (Republicanos)
Luciara – Parassu (MDB)
Marcelândia – Ceso Padovani (União)
Matupá – Bruno Mena (União)
Mirassol d’Oeste – Hector Alvares (União)
Nobres – Zé Domingos (União)
Nortelândia – Mariano Gomes (União)
Nossa Senhora do Livramento – Thiago (União)
Nova Bandeirantes – Rogério de Souza (Republicanos)
Nova Brasilândia – Toninho (União)
Nova Canaã do Norte – Vinicius Oliveira (União)
Nova Guarita – Edinho da Bonanza (União)
Nova Lacerda – Airton Lagoano (PL)
Nova Marilândia – Jefferson Souto (PP)
Nova Maringá – Ana (União)
Nova Monte Verde – Edemilson Marino (União)
Nova Mutum – Leandro Félix (União)
Nova Nazaré – Narizinho (PSB)
Nova Olímpia – Ari Cândido (PL)
Nova Santa Helena – Paulinho Bortolini (União)
Nova Ubiratã – Neninho da Nevada (União)
Nova Xavantina – João Bang (União)
Novo Horizonte do Norte – Agenor Júnior (Republicanos)
Novo Mundo – Casciano (MDB)
Novo Santo Antonio – Júnior Contador (PSB)
Novo São Joaquim – Leonardo Farias (PL)
Paranaíta – Osmar Mandacaru (União)
Paranatinga – Marcos Tomazini (União)
Pedra Preta – Iraci (PSDB)
Peixoto de Azevedo – Paulistinha (União)
Planalto da Serra – Natal de Assis (União)
Poconé – Jonas (Podemos)
Pontal do Araguaia – Adelcino Lopo (MDB)
Ponte Branca – Clenei Parreira (União)
Pontes e Lacerda – Jakson Bassi (PL)
Porto Alegre do Norte – Carlos Tomazetto (União)
Porto dos Gaúchos – Vanderlei Abreu (MDB)
Porto Esperidião – Odirlei Faria (PSDB)
Porto Estrela – Márcio Pescador (PP)
Poxoréu – Luciano Sol (Republicanos)
Primavera do Leste – Sérgio Machnic (PL)
Querência – Gilmar Wentz (PRD)
Reserva do Cabaçal – Jonas Campos (PP)
Ribeirão Cascalheira – Dona Elza (PL)
Ribeirãozinho – Danila Coelho (PSB)
Rio Branco – Pabollo (Republicanos)
Rondolândia – Guedes (MDB)
Rondonópolis – Cláudio Ferreira (PL)
Rosário Oeste – Mariano Balabam (PSB)
Salto do Céu – Mauto (Republicanos)
Santa Carmem – Pablo Bortolas (PL)
Santa Cruz do Xingu – Jô (União)
Santa Rita do Trivelato – Volmir Bassani (MDB)
Santa Terezinha – Thiago Engenheiro (PSB)
Santo Afonso – Luis Fernando (União)
Santo Antonio do Leste – Miguel Brunetta (PL)
Santo Antonio do Leverger – Francieli Magalhães (PSB)
São Félix do Araguaia – Acácio (Republicanos)
São José do Povo – Júnior da Saúde (PSB)
São José do Rio Claro – Levi Ribeiro (PL)
São José do Xingu – Sandro (União)
São José dos Quatro Marcos – Jamis Silva (União)
São Pedro da Cipa – Eduardo Português (PSB)
Sapezal – Cláudio Scariote (Republicanos)
Serra Nova Dourada – Elson Mará (MDB)
Sinop – Roberto Dorner (PL)
Sorriso – Alei Fernandes (União)
Tabaporã – Carlão Borchardt (PL)
Tangará da Serra – Vander Masson (União)
Tapurah – Álvaro Galvan (PL)
Terra Nova do Norte – Pascoal Alberton (MDB)
Tesouro – Isaack (PSB)
Torixoréu – Thiago Timo (PSB)
União do Sul – Vandeco (União)
Vale de São Domingos – Leandro Azevedo (PSDB)
Várzea Grande – Flávia Moretti (PL)
Vera – Yago Giacomelli (MDB)
Vila Bela da Santíssima Trindade – André (MDB)
Vila Rica – João da Pá (PL)

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Fonte: Blogdovaldemir

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Política

Pivetta descarta fugir de debates eleitorais na TV e diz que está se preparando: ‘Não vou ter medo’

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) garantiu nesta segunda-feira (11) que não vai fugir dos debates em TVs abertas durante a campanha eleitoral. Em coletiva de imprensa, ele afirmou estar se preparando para melhorar o desempenho diante das câmeras e descartou evitar confrontos públicos com os adversários. “Não vou ter medo”, declarou.

Aos risos, Pivetta admitiu que tem evoluído na oratória e brincou que estará ainda melhor “na hora certa” — referência ao período eleitoral, quando os debates ganham maior visibilidade e impacto sobre a opinião pública. O governador já havia confirmado anteriormente que faz media training, treinamento voltado para aperfeiçoar a comunicação em entrevistas e aparições públicas, preparação que deve se intensificar com a proximidade das eleições de outubro.

A declaração de Pivetta ocorre em um cenário em que o governador vem construindo sua imagem pública com mais exposição na mídia e acenos à sociedade civil. Críticos e aliados reconhecem que sua comunicação direta, por vezes considerada austera, tem sido um ponto de atenção dentro do próprio grupo político — o que torna o investimento em media training uma estratégia deliberada para fortalecer a candidatura à reeleição.

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Na disputa ao governo do estado, Pivetta deve enfrentar o senador Wellington Fagundes (PL) como principal adversário, em um embate que promete acirrar o confronto nos palanques e nas telas ao longo de 2026.

Fonte Olhar Direto

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