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Emenda garante criação do “Cursinho Pré-Vestibular Prof. Vilma Moreira”


Thiago na plenária da AL

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado Thiago Silva (MDB) viabilizou uma emenda de R$ 350 mil para a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e a Fundação de Ensino Superior de Mato Grosso (Faespe) criarem o “Cursinho Pré-Vestibular Profª. Vilma Moreira”, com o  objetivo de atender centenas de estudantes de baixa renda. A emenda já foi paga e as inscrições gratuitas estão abertas em Cuiabá.

As aulas do cursinho serão no período noturno na Escola Victorino Monteiro da Silva, no bairro CPA 4, em Cuiabá. As inscrições estão sendo realizadas de forma virtual pelo link: http://eva.faespe.org.br/unematproenem. O cursinho possui 50 vagas e as aulas serão de segunda a sexta-feira, no período noturno. O projeto homenageia a professora ex-vereadora e ex-deputada, Vilma Moreira, que foi uma grande líder comunitária e professora.

O deputado Thiago Silva comenta sobre esta realização que vai garantir o curso preparatório para centenas de jovens. “Este era um compromisso nosso com os nossos jovens e para mim é um orgulho e alegria grande ajudar a promover conhecimento para estudantes de baixa renda buscar uma vaga gratuita na universidade pública. Seguimos trabalhando para garantir uma educação inclusiva e de qualidade para todos os jovens mato-grossenses. Buscamos os melhores professores com objetivo de garantir uma aprendizagem de qualidade para quem sonha com uma vaga em uma universidade de forma gratuita”, disse o deputado Thiago Silva.

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“Essa é uma ação pensada desde 2014, com os estudos do Observatório de Ensino de Ciências e Matemática da Unemat que demonstrou uma correlação entre o IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) e o acesso ao ensino superior. Nós, da Unemat, nos orgulhamos de integrar a Assembleia e demais parceiros para enaltecer o trabalho da educadora, comunitária e a primeira deputada negra Vilma Moreira dos Santos. Assim as ações serão importantes para fazer avançar uma política inclusiva. É a Unemat criando igualdade de condições e igualdade de oportunidades para o cidadão”, disse o professor e coordenador do projeto, professor da Unemat, Everton Neves.

O resultado final sobre os participantes do cursinho sairá em 8 de abril, havendo lista de espera. As aulas serão presenciais e iniciam-se no dia 18 de abril. Mais informações: 065 99674-9634.

Fonte: ALMT

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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