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Política

Deputado Thiago Silva recebe confirmação sobre licitação para reforma da Escola Domingos Aparecido

Thiago Silva e Diretor Pedro

Foto: HENRIQUE PIMENTA / ASSESSORIA DE GABINETE

O deputado estadual Thiago Silva (MDB) recebeu  nesta sexta-feira (30) a confirmação do secretário Estadual de Educação, Alan Porto, sobre o atendimento de sua indicação para licitação da obra da reforma da Escola Estadual Domingos Aparecido dos Santos, em Rondonópolis. A licitação foi publicada no Diário Oficial do Estado em 26/04.

Além da reforma completa da escola, o deputado também está viabilizando junto ao Estado a ampliação do refeitório. De acordo com o projeto da Seduc, a obra terá o valor de aproximado de R$ 7 milhões.  A comunidade escolar tem cobrado junto ao deputado uma intervenção do Estado para reforma.

O deputado comentou a importância dessa obra para a comunidade escolar. “Desde o início do mandato destinamos emenda e cobramos a Seduc a reforma geral da escola que atende centenas de alunos da região do conjunto São José. Agora entramos no período de licitação e vamos acompanhar para que tenha uma empresa vencedora que faça a obra com qualidade”, disse o deputado Thiago Silva, que é ex-aluno da escola.

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“A reforma na escola vem favorecer a melhoria no espaço físico para a comunidade escolar. Agradeço o empenho e carinho do deputado pela nossa escola”, disse o diretor da Escola Estadual Domingos Aparecido dos Santos, Pedro Valuz.

A licitação publicada é a de nº 014/2022 de 26/04/22 sendo que as empresas de engenharia interessadas deveram apresentar os documentos listados até 30/5, às 9h, na Sala de Licitação da Secretaria Estadual de Infraestrutura, em Cuiabá. O edital da licitação está disponível pelo site da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT). Para informações, ligue 65 6313-6365.

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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