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Política

Completando 77 anos, Júlio é exaltado entre parlamentares do escalão político de Mato Grosso

O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil), conhecido na Baixada Cuiabana como “Doutor Júlio”, completa nesta segunda-feira (11) 77 anos. E desde as primeiras horas da manhã o parlamentar recebe homenagem do alto escalão político do Estado.

O primeiro a manifestar felicitações na internet ao deputado, foi o irmão, Jayme Campos (União Brasil).

“Hoje meu irmão completa mais um ano de vida. Mais que todas as grandes realizações de uma vitoriosa caminhada pessoal e política, Júlio é testemunho vivo da fé e esperança, que exalam sua bondade e amor”, diz trecho do texto publicado pelo senador.

Em seguida, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Eduardo Botelho (União Brasil), felicitou o cacique da política e fiel apoiador.

“Parabéns ao nosso parceiro e amigo. Deputado Júlio Campos”, expressou o parlamentar.

O deputado Coronel Assis também felicitou Júlio, em seu Instagram o parlamentar de primeiro mandato escreveu:

“Aniversário hoje do meu grande amigo e parlamentar, Júlio Campos. Que Deus lhe abençoe sempre”, desejou.

O secretário-chefe da Casa Civil também utilizou suas redes para cumprimentar o deputado. Ao publicar uma foto sua e do aniversariante, Fábio lembrou cada cargo ocupado por Júlio como de “ex-governador, senador, deputado federal, prefeito e atualmente deputado estadual”.

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Outras personalidades como o deputado estadual Beto Dois a Um (PSB) e o Comandante Geral da Polícia Militar também publicaram em suas contas de Instagram cumprimentos ao deputado.

Júlio concedeu uma entrevista ao portal Veja Bem MT e agradeceu o carinho e reiterou seu compromisso na política.

“De 25 anos como prefeito para 77 anos como deputado estadual muda muito. Não são os mesmos, temos outros valores, repensamos tudo, e hoje sou um homem extremamente experiente, sem radicalismo. Eu me considero um dos bons governadores, levamos progresso.”, disse Júlio.

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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