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Política

Câmara de Marcelândia pede a senadores de MT que votem contra indicação de Dino ao STF

O vereador Raimundo Israel não assinou o manifesto por conta de sua agenda e por isso não foi possível chegar a tempo para assinar.

A câmara municipal de Marcelândia encaminhou uma moção de apelo, aos senadores Jayme Campos e Wellington Fagundes, para que reprovem a indicação do presidente Lula para que o atual ministro da Justiça, Flávio Dino, seja aprovado pelo Senado para ser ministro no Supremo Tribunal Federal. Dos nove vereadores, sete assinaram o manifesto.

“O momento político no qual o Brasil se encontra exige um Poder Judiciário imparcial e comprometido com os interesses constitucionais e que siga independente de qualquer vínculo com o Poder Executivo e Legislativo, distante de quaisquer orientações político-partidárias”, expõem os vereadores. Os vereadores que assinaram o manifesto foram:

  • Pedro José Fiabane
  • Giovane Andrade
  • Marco Aurélio Ribeiro
  • Toninho Garganta de Ouro
  • Valmir Rezende
  • Valdomiro Bueno da Silva (Nei)
  • Olimpio Alves de Souza

Ratificando: Quando haviamos informado os nossos leitores que os vereadores Raimundo Israel e Edvan Vieira Lima se recusaram assinar o manifesto.

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“Na verdade o vereador Raimundo Israel não assinou o manifesto por conta de sua agenda e não conseguiu chegar a tempo para assinar o manifesto. O único que se recusou a assinar o manifesto foi mesmo o vereador Edvan Vieira Lima. (pedimos desculpas aos nossos leitores e principalmente ao vereador Raimundo Israel pelo equívoco)”

Senador licenciado, Dino (PC do B) deve ser sabatinado no próximo dia 13 na Constituição e Justiça do Senado e, posteriormente, a indicação será votada em plenário. Ele precisa de 42 votos, dos 81 senadores, para ser aprovado.

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Pivetta descarta “moleza para a bandidagem” e destaca reação de MT


O governador Otaviano Pivetta afirmou, nesta quinta-feira (30.7), que a segurança pública é um dos principais desafios enfrentados pelo Brasil, mas destacou que Mato Grosso tem adotado medidas para fortalecer as forças de segurança, com foco na redução dos índices de criminalidade.

Durante entrevista ao programa Pongó News, da Rádio Capital FM, o governador ressaltou que o Estado tem investido na contratação de novos profissionais, aquisição de equipamentos, modernização das corporações e valorização dos servidores da área.

“Segurança é um desafio brasileiro. Aqui em Mato Grosso, todas as medidas necessárias para fortalecer as forças de segurança foram tomadas. Contratamos novos policiais militares, policiais civis, delegados, polícia técnica, bombeiros, investimos em equipamentos, armamentos, apoio e valorização. O Governo de Mato Grosso tem demonstrado o valor que a polícia tem para nós”, afirmou.

Desde 2019, o Governo do Estado já investiu mais de R$ 2 bilhões em Segurança Pública, com a ampliação do efetivo das corporações, aquisição de viaturas, armamentos, equipamentos, tecnologia, construção e modernização de unidades e valorização dos profissionais.

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“Aqui em Mato Grosso não tem moleza para a bandidagem. Estamos reduzindo todos os índices de violência, e esses números são públicos. Reduzimos 14% o número de homicídios em relação ao mesmo período do ano passado. A polícia não está dando moleza”, destacou.

O governador também destacou os investimentos em tecnologia para reforçar o combate ao crime organizado, entre eles a aquisição de bloqueadores de sinal de celular para o sistema penitenciário.

“Estamos comprando bloqueadores de celular, que já prestam serviço em unidades de segurança máxima. Estamos tomando todas as medidas necessárias para melhorar a segurança pública”, finalizou.

Além dos investimentos em estrutura e tecnologia, o Governo do Estado também ampliou o efetivo das forças de segurança. Desde que assumiu o comando do Estado, em abril de 2026, Otaviano Pivetta já convocou 1.013 profissionais para reforçar as corporações. Somando todas as convocações realizadas desde o início da gestão, em 2019, Mato Grosso já contabiliza 4.798 profissionais convocados para atuar na Segurança Pública.

Fonte: Assessoria Republicanos

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