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Sexto dia: mesmo com reforço, FAB não encontra helicóptero que sumiu

Helicóptero com quatro pessoas ia de São Paulo até Ilhabela quando sumiu dos radares na região do Vale do Paraíba na véspera do Ano-Novo.

A Força Aérea Brasileira (FAB) encerrou, neste sábado (6/1), o sexto dia consecutivo de buscas pelo helicóptero que sumiu na véspera do Ano-Novo, na região do Vale do Paraíba, em São Paulo, sem encontrar vestígios da aeronave e de seus quatro tripulantes.

Segundo a FAB, até o momento foram 47 horas de voo em busca do helicóptero, do piloto Cassiano Teodoro e dos três passageiros – Raphael Torres, Luciana Rodzewics e Letícia Ayumi. A aeronave seguia do Campo de Marte, na zona norte paulistana, com destino a Ilhabela, no litoral norte, quando desapareceu na região da Serra do Mar.

Neste sábado, além do avião SC-105 Amazonas, do Esquadrão Pelicano, a FAB utilizou nas buscas um helicóptero H-60 Black Hawk, do Esquadrão Pantera, com nove tripulantes. A área total de buscas é de cinco mil quilômetros quadrados, em um trecho de bastante neblina, o que tem dificultado a procura.

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Antes de sumir dos radares, Letícia enviou mensagens para o namorado avisando sobre as más condições climáticas na região.

Ela gravou um vídeo (veja acima) em que o helicóptero aparece totalmente coberto por neblina, sem nenhuma visibilidade e relatou que eles tiveram de fazer um pouso de emergência antes de levantar voo novamente.

Familiares de Luciana e Letícia, que são mãe e filha, organizaram uma vaquinha para contratar mateiros e auxiliar nas buscas. A Companhia Brasileira de Aviação (CBA), empresa responsável pelo helicóptero, também anunciou estar colaborando com a contratação de drones e cães farejadores.

Clara Silvia, irmã de Luciana e tia de Letícia, diz que o sentimento de angústia tomou conta da família e que tem tido dificuldade para dormir: “Não aguento mais. É muito angustiante”.

Na quarta-feira (3/1), um corpo foi encontrado em Natividade da Serra no perímetro de busca das autoridades, embora a Secretaria da Segurança Pública (SSP) tenha declarado que “não há nenhum indício” de que o cadáver tenha relação com o helicóptero.

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Polícia

Policiais militares salvam menina de 7 anos engasgada com moeda

Uma menina de 7 anos foi socorrida por policiais militares após se engasgar com uma moeda, na segunda-feira (14), em Glória D’Oeste, a 304 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, a criança foi levada pela mãe até a base da corporação em estado crítico, quase inconsciente, sem conseguir respirar e apresentando sinais de asfixia.

A ação dos policiais foi registrada por uma câmera de segurança do local, que flagrou o momento em que os militares realizam as manobras de desengasgo até que a menina recuperasse a consciência.

Conforme relato do pai à polícia, o acidente aconteceu enquanto a criança assistia televisão. Após engolir a moeda, ela correu até os pais, que estavam no quintal da residência, demonstrando dificuldade para respirar.

Uma soldado iniciou imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas, utilizando a técnica de Heimlich. Um sargento também auxiliou no atendimento, realizando novas tentativas, inicialmente sem sucesso.

Diante da situação, os policiais adotaram outra técnica, inclinando a criança e aplicando compressões nas costas. Com isso, conseguiram retirar parcialmente o objeto, permitindo que a menina voltasse a respirar e recuperasse parte da consciência.

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Como a moeda ainda permanecia alojada na garganta, a criança foi encaminhada à Unidade Básica de Saúde do município. Após avaliação médica, foi constatado que o objeto estava localizado atrás da traqueia.

Diante da gravidade, a menina foi transferida com urgência para o Hospital Regional de Cáceres. Segundo a unidade hospitalar, ela passou por um procedimento de endoscopia digestiva alta, que confirmou e possibilitou a retirada de uma moeda de R$ 1 alojada na garganta

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