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Polícia Civil prende envolvido em sequestro, homicídio e ocultação de cadáver em Barra do Garças

O quinto suspeito envolvido no crime de sequestro, homicídio e ocultação de cadáver, em de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Polícia do município.

O foragido era procurado deste a operação “Argos”, deflagrada no dia 02 de fevereiro, para cumprimento de mandados judiciais contra executores de um homicídio registrado em dezembro de 2022.

Dos cinco autores identificados, quatro foram presos anteriormente, faltando apenas o jovem de 21 anos, que acompanhando de sua advogada, se apresentou na manhã de sábado (25.02), na 1ª Delegacia de Barra do Garças.

O Crime

Diego Borges de Oliveira, de 28 anos, foi sequestrado por integrantes de uma organização criminosa, na madrugada do dia 25 de dezembro de 2022, ocasião em que assumiu para os suspeitos, integrar uma facção criminosa rival.

A vítima foi morta por asfixia e seu corpo foi jogado em uma região de mata, na região do município de Pontal do Araguaia.

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Nome da operação

Argos na mitologia grega, era um gigante cujo corpo era coberto por olhos. Enquanto dormia, metade dos olhos se fechava e descansava enquanto a outra metade vigiava.

Fonte: PJC MT

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Mulher é alvo de operação após suspeita de divulgar fotos íntimas de empresária em Mato Grosso

Investigada teria encontrado as imagens no celular de um homem que manteve relacionamento com a vítima e compartilhado o conteúdo sem autorização

Uma mulher de 37 anos foi alvo de mandado de busca e apreensão durante uma investigação sobre o compartilhamento, sem autorização, de imagens íntimas de uma empresária de 40 anos em Mato Grosso.

A ação foi conduzida pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Lucas do Rio Verde, e o mandado foi cumprido no município de Sinop.

Segundo as investigações, a suspeita teria conseguido acesso às fotografias por meio do celular de um homem que anteriormente manteve um relacionamento com a vítima. Após descobrir a existência da relação, ela teria acessado o conteúdo e passado a compartilhar as imagens com outras pessoas.

O caso começou a ser investigado depois que a vítima registrou um boletim de ocorrência. Durante as diligências, os policiais conseguiram identificar o número de telefone que teria sido utilizado para o envio do material e chegaram até a mulher apontada como responsável pela divulgação.

Com os elementos reunidos durante a investigação, a Polícia Civil solicitou à Justiça um mandado de busca e apreensão no endereço da investigada.

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A medida foi autorizada e cumprida pelos policiais em Sinop. Durante a ação, os investigadores buscaram aparelhos eletrônicos e outros materiais que possam ajudar a identificar a dimensão do compartilhamento das imagens e eventuais outras pessoas envolvidas.

A divulgação de fotografias ou vídeos contendo cenas de nudez ou conteúdo sexual sem autorização da pessoa retratada pode configurar crime previsto na legislação brasileira.

As investigações continuam sob responsabilidade da Polícia Civil para esclarecer as circunstâncias do caso e apurar as responsabilidades.

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