Polícia
Polícia Civil fecha semestre com recuperação de R$ 2,5 milhões de vítimas de estelionato
Foram recuperados em janeiro quase R$ 127 mil; fevereiro cerca de R$ 967 mil; em março a quantia de R$ 301 mil; no mês de abril pouco mais de R$ 302 mil; em maio quase R$ 252 mil; e em junho o montante de R$ 628 mil.
Nos seis primeiros meses de 2023, a DRCI também realizou prisões em flagrantes, cumprimentos de mandados de prisões preventivas e de buscas e apreensões domiciliares, de intimações e ordens de serviço, além de apreensões de diversos celulares e aparelhos eletrônicos.
Neste período foram feitos 1,6 mil atendimentos a vítimas de vários municípios e em ações de apoio a delegacias para a realização de bloqueios administrativos e recuperação de quantias oriundas de crimes informáticos.
A atuação da DRCI abrange o apoio às outras unidades policiais da Capital e do interior do estado e conta com a parceria de setores de prevenção a fraudes das instituições financeiras, responsáveis pelos bloqueios bancários.
Crimes impróprios
Na maioria dos casos, as investigações são sobre crimes impróprios, delitos comuns praticados pelos criminosos que utilizam a internet para cometer os delitos. Entre os crimes impróprios mais recorrentes estão o estelionato, furto mediante fraude, extorsão, crimes contra a honra e fake news.
O delegado Ruy Guilherme Peral da Silva explica que o avanço das tecnologias e o uso indispensável da internet para trabalho, compras, vendas, entretenimento e acesso às redes sociais faz com que o mundo virtual seja um ambiente de atuação de criminosos nas diferentes modalidades de delitos de estelionato. “Desde a sua criação, no final do ano de 2020, a DRCI já recuperou mais de R$ 6,2 milhões subtraídos de vítimas que caíram em golpes”, destaca o titular da unidade.
Já o valor recuperado nos primeiros meses de 2023 (mais de 2,5 milhões) equivale a cerca de 40% do total recuperado desde a implantação da delegacia especializada. “O que demonstra que os investimentos em ferramentas de tecnologia têm sido importantes e primordiais para essas investigações. E a criatividade dos golpistas com a finalidade de obter valores não para e, a cada dia, surgem novas modalidades utilizando o meio virtual”, acrescenta Ruy Guilherme.
Ações preventivas
Ao longo dos meses foram divulgados vídeos institucionais e entrevistas para informar e orientar a população em como prevenir e evitar os mais diferentes crimes de estelionato praticados pelos golpistas de maneira virtual.
Em abril deste ano, a DRCI atuou de forma integrada com outros órgãos públicos para reprimir e cessar as ameaças de supostos massacres a escolas. Todos os adolescentes envolvidos nas postagens em redes sociais mencionando as ameaças foram identificados, ouvidos e responsabilizados pelos atos praticados.
Entre outras atividades preventivas foi realizado, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o workshop sobre “Blindagem cibernética: vulnerabilidades e soluções” para parlamentares, assessores e servidores da Casa de Leis.
Capacitações
De janeiro a junho, a DRCI capacitou sete turmas de servidores da Polícia Civil no curso de Investigação de Crimes Informáticos para qualificação sobre os conceitos, métodos e técnicas investigativas na área.
Ao todo, 500 alunos receberam instruções ministradas pelo delegado Ruy Guilherme, com o objetivo de difundir os trabalhos adotados pela unidade nas investigações de crimes informáticos.
Leia mais: Balanço Diretoria Atividades Especiais
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Policiais militares salvam menina de 7 anos engasgada com moeda

Uma menina de 7 anos foi socorrida por policiais militares após se engasgar com uma moeda, na segunda-feira (14), em Glória D’Oeste, a 304 km de Cuiabá.
De acordo com a Polícia Militar, a criança foi levada pela mãe até a base da corporação em estado crítico, quase inconsciente, sem conseguir respirar e apresentando sinais de asfixia.
A ação dos policiais foi registrada por uma câmera de segurança do local, que flagrou o momento em que os militares realizam as manobras de desengasgo até que a menina recuperasse a consciência.
Conforme relato do pai à polícia, o acidente aconteceu enquanto a criança assistia televisão. Após engolir a moeda, ela correu até os pais, que estavam no quintal da residência, demonstrando dificuldade para respirar.
Uma soldado iniciou imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas, utilizando a técnica de Heimlich. Um sargento também auxiliou no atendimento, realizando novas tentativas, inicialmente sem sucesso.
Diante da situação, os policiais adotaram outra técnica, inclinando a criança e aplicando compressões nas costas. Com isso, conseguiram retirar parcialmente o objeto, permitindo que a menina voltasse a respirar e recuperasse parte da consciência.
Como a moeda ainda permanecia alojada na garganta, a criança foi encaminhada à Unidade Básica de Saúde do município. Após avaliação médica, foi constatado que o objeto estava localizado atrás da traqueia.
Diante da gravidade, a menina foi transferida com urgência para o Hospital Regional de Cáceres. Segundo a unidade hospitalar, ela passou por um procedimento de endoscopia digestiva alta, que confirmou e possibilitou a retirada de uma moeda de R$ 1 alojada na garganta
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