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Idoso que confessou ter matado mulher há 24 anos em MT pensou que não poderia ser preso pelo crime, segundo delegado

Jairo Narciso da Silva, de 64 anos, que procurou a delegacia de Sinop, a 503 km de Cuiabá, na terça-feira (30), para confessar ter matado e enterrado da mulher dele, há 24 anos, pensou que não seria preso por ter cometido o crime. Entretanto, segundo o delegado, o crime de ocultação de cadáver é permanente e o suspeito pode responder pelo fato.

Ainda segundo o delegado Ugo Angelo Rech de Mendonça, o idoso relatou que matou a mulher, Luzinete Leal Militão, na época com 28 anos, dentro do quarto do casal, enquanto ela dormia. O crime ocorreu em outubro de 1994.

Ele alegou ter cometido o homicídio por ciúmes da mulher, que tinha o costume de sair à noite para ir à festas. Em princípio, o suspeito golpeou a vítima com uma barra de ferro, mas ao perceber que ela não havia morrido, ele a asfixiou. Em seguida, ele enterrou o corpo da vítima no banheiro que estava em construção.

Junto com o corpo, ele enterrou joias e os documentos pessoais da vítima para simular que ela tivesse fugido de casa. Inclusive, logo após o crime, o suspeito registrou um boletim de ocorrência para comunicar o desaparecimento da mulher. No documento ele alegou abandono do lar.

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Na época, os registros eram feitos à mão e, como ainda não havia um campo para ‘comunicante’, o suspeito é identificado como vítima. No caso, seria vítima de abandono.

Na ocasião do crime, os dois filhos e duas irmãs da vítima estavam na casa, mas não ouviram nada. Luzinete tinha um filho de 10 anos, do primeiro relacionamento e outro de 8 anos, filho do suspeito.

Depois que Jairo confessou o assassinato, o delegado conseguiu falar, por telefone, com as irmãs de Luzinete, que moram em uma cidade vizinha, mas elas não prestaram depoimento ainda. Os filhos só ficaram sabendo do homicídio essa semana.

Algum tempo depois do crime, Jairo vendeu a casa. Por essa razão, a polícia aguarda uma decisão da Justiça para escavar o local indicado pelo suspeito, em busca dos restos mortais da vítima.

Ao contrário do que o suspeito imaginava, segundo o delegado, embora o homicídio tenha prescrito, Jairo pode ser indiciado por ocultação de cadáver.

G1 MT

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Policiais militares salvam menina de 7 anos engasgada com moeda

Uma menina de 7 anos foi socorrida por policiais militares após se engasgar com uma moeda, na segunda-feira (14), em Glória D’Oeste, a 304 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, a criança foi levada pela mãe até a base da corporação em estado crítico, quase inconsciente, sem conseguir respirar e apresentando sinais de asfixia.

A ação dos policiais foi registrada por uma câmera de segurança do local, que flagrou o momento em que os militares realizam as manobras de desengasgo até que a menina recuperasse a consciência.

Conforme relato do pai à polícia, o acidente aconteceu enquanto a criança assistia televisão. Após engolir a moeda, ela correu até os pais, que estavam no quintal da residência, demonstrando dificuldade para respirar.

Uma soldado iniciou imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas, utilizando a técnica de Heimlich. Um sargento também auxiliou no atendimento, realizando novas tentativas, inicialmente sem sucesso.

Diante da situação, os policiais adotaram outra técnica, inclinando a criança e aplicando compressões nas costas. Com isso, conseguiram retirar parcialmente o objeto, permitindo que a menina voltasse a respirar e recuperasse parte da consciência.

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Como a moeda ainda permanecia alojada na garganta, a criança foi encaminhada à Unidade Básica de Saúde do município. Após avaliação médica, foi constatado que o objeto estava localizado atrás da traqueia.

Diante da gravidade, a menina foi transferida com urgência para o Hospital Regional de Cáceres. Segundo a unidade hospitalar, ela passou por um procedimento de endoscopia digestiva alta, que confirmou e possibilitou a retirada de uma moeda de R$ 1 alojada na garganta

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