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Polícia

Empresário nega acusações e diz que ele é quem foi agredido por mulher

O empresário Macgaiver Max Neves Souza, de 38 anos, negou que tenha espancado a companheira, de 31 anos, e disse que a foto divulgada da vítima, na realidade, mostra ela suja com o sangue dele. O empresário chegou a ser preso na última segunda-feira (15), acusado de lesão corporal.

Contudo, ele foi solto no mesmo dia, depois de passar por audiência de custódia, quando foi fixada a fiança de R$ 5 mil reais. Na decisão, a juíza Michele Cristina Ribeiro de Oliveira, plantonista da Comarca de Querência, não houve “periculosidade exacerbada” que justifique a prisão. Destacou que ele é réu primário e a sua liberdade não oferece risco à sociedade. O Ministério Público também se manifestou pela soltura do empresário.

“Nesse contexto, verifica-se que trata-se de crime de lesão corporal, sem emprego de arma ou meio cruel, o autuado é tecnicamente primário, possui residência fixa e exerce atividade lícita”, diz trecho da decisão. Ainda foram impostas medidas cautelares como a proibição de buscar contato com a vítima, comparecer em juízo todo quinto dia útil do mês, dentro outros.

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Ao Hipernotícias, Macgaiver deu sua versão dos fatos. Ele disse que provocou a vítima, que reagiu lançando um ferro de passar na sua direção. A sua reação, conforme o relato, foi se defender.

“Automaticamente, eu pus a mão pra defender a cabeça e com o outro braço eu segurei ela no sofá, joguei ela no sofá e segurei ela. Falei ‘você quer me matar? O que você está fazendo?’. Aí ela mordeu meu braço, arranhou. Meus braços estão todos machucados”, afirmou.

O empresário disse que o deputado Valdir Barranco (PT), que deu visibilidade para o episódio ao publicar um vídeo nas suas redes sociais, divulgou uma foto mentirosa. Conforme Macgaiver, na imagem em que a vítima aparece com sangue no rosto, o sangue em questão é dele.

Macgaiver afirmou ainda que o exame de corpo de delito provou que ele é que foi a vítima e que o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar só ouviram a versão da mulher.

“Quando um deputado usa uma matéria e fala que ela está com escoriações nos braços, é mentira. Ela não tinha nenhuma escoriação. As escoriações todas são em mim e ninguém falou isso”, disse.

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O QUE DIZ O BOLETIM DE OCORRÊNCIA DA PM

De acordo com o registro da ocorrência, a mulher acionou a polícia por volta da 00h30. Quando os militares chegaram, encontraram a vítima aos prantos e com escoriações pelo corpo, hematomas no rosto e a presença de sangue no braço e pescoço.

Ela disse que Macgaiver havia lhe agredido com socos, enforcamento e puxões de cabelo.

Aos policiais, o suspeito disse que a esposa o teria agredido, lançando um ferro de passar na cabeça, bem como uma mordida no braço esquerdo. Diante dos fatos, ele foi preso e conduzido para a central de flagrantes. (HNT)

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Investigação Polícial

Operação da polícia civil prende “Rei dos Disfarces” em Mato Grosso

Em uma operação deflagrada nesta quinta-feira (26), a Polícia Civil de Mato Grosso colocou fim à “carreira” de um homem de 31 anos que vinha desafiando as autoridades locais. Conhecido como o “Rei dos Disfarces”, o suspeito foi alvo de mandados de busca e apreensão após uma série de denúncias apontarem que ele se passava por diversas autoridades públicas.

 

O arsenal da fraude
A investigação, liderada pelo delegado Gabriel Chadud, culminou em buscas simultâneas na residência e no escritório do investigado. O que os agentes encontraram foi um verdadeiro guarda-roupa da contravenção:

Uniformes variados de órgãos públicos;

Distintivos realistas;

Carteiras de identificação falsas, incluindo o título de “Perito Judicial”.

“O indivíduo vinha sendo monitorado por utilizar essas identificações para se passar por agente público em diferentes contextos, enganando cidadãos e instituições”, explicou o delegado responsável.

PJC-MT

Rei dos Disfarces

Implicações jurídicas
O suspeito não conseguiu manter o personagem diante das evidências. Agora, ele responderá por crimes previstos no Código Penal Brasileiro:

Usurpação de Função Pública (Art. 328): Por exercer ou fingir exercer funções que não lhe competem.

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Falsa Identidade (Art. 307): Por atribuir-se identidade alheia para obter vantagem ou causar dano.

 

A Polícia Civil agora trabalha para descobrir se o “Rei dos Disfarces” utilizou o prestígio das falsas funções para aplicar golpes financeiros ou obter benefícios ilícitos na região de Pontes e Lacerda.

 

 

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