Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Investigação Polícial

Motorista que morreu na BR-163 esfaqueou, estuprou e atropelou mulheres antes de acidente

A Polícia Civil confirmou que Emanuel Adolfo Wahlbrinck, condutor da camionete Chevrolet S10 que colidiu com uma carreta no KM 937 da BR-163, nas proximidades de Itaúba (581 km de Cuiabá), cometeu mais dois crimes pouco antes de morrer na batida.

Às 3h da manhã do domingo (22), Emanuel Adolfo Wahlbrinck estuprou e esfaqueou uma mulher de 26 anos no pescoço. O crime ocorreu na estrada do Rio do Laço, no bairro Recanto dos Pássaros, em Itaúba.

A vítima sobreviveu após fingir que estava morta e foi socorrida pelo Samu. Ela foi encaminhada para o hospital de Colíder onde conseguiu relatar o crime escrevendo em um celular. A mulher reconheceu o suspeito e o veículo utilizado por ele por fotografia.

Poucas horas depois, às 7h da manhã, Emanuel atropelou uma jovem de 15 anos que estava numa calçada a caminho da igreja, na rua Lucílio Carrara. Na ocasião, Emanuel subiu com o veículo subiu no meio-fio e saiu acelerando, fugindo em alta velocidade sentido à Avenida da Saúde.

Leia Também:  Reunião da Diretoria de Atividades Especiais tem como foco planejamento operacional para 2023

Após o atropelamento, a adolescente levantou e saiu correndo para dentro da casa dela. A menina relatou o ocorrido ao pai que a levou ao hospital e registrou boletim de ocorrência. Ela contou que viu o motorista virando o volante propositalmente para acertá-la.

Às 7h13, Emanuel atropelou mais uma jovem. Dessa vez a vítima foi Nathaly Gonçalves dos Santos, de 19 anos, que caiu desacordada após ser atingida pela caminhonete. O homem a colocou no carro e saiu em direção à rodovia onde invadiu a pista contrária em alta velocidade e colidiu com um caminhão Scania R540 A6x4 preta.

Emanuel morreu ainda no local. Já Nathaly chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.

As investigações continuam para completa elucidação dos fatos, em especial quanto à motivação e premeditação dos crimes. (HNT)

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Investigação Polícial

Operação mira empresa que simulava exportações de grãos para sonegar R$ 4,4 milhões em MT

O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Mato Grosso (Cira-MT) deflagrou, hoje (12), a Operação Joio para investigar um esquema de sonegação fiscal que causou prejuízo estimado de R$ 4,4 milhões aos cofres públicos. As investigações indicam que uma empresa do setor de comércio de cereais simulava exportações para evitar o pagamento de impostos. Na prática, eram emitidas notas fiscais com informações falsas, indicando compradores no exterior inexistentes.

Apesar dos registros, as mercadorias não saíam do país. Com isso, o grupo se beneficiava indevidamente da isenção tributária nas exportações e deixava de recolher o ICMS ao Estado.

Ao todo, são cumpridas 11 ordens judiciais, sendo quatro mandados de busca e apreensão e sete quebras de sigilo telemático. As ordens foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Tangará da Serra e são cumpridas no município, com apoio da Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz).

Durante a operação, os agentes apreenderam aparelhos eletrônicos e documentos fiscais, contábeis e empresariais. O objetivo é reunir provas sobre a atuação de pessoas físicas e jurídicas investigadas no esquema.

Leia Também:  Homem é preso em flagrante pela Polícia Militar com arma de fogo em Sinop/MT

O valor devido, já identificado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz-MT) e inscrito em dívida ativa pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT), chega a R$ 4.470.635,67. Os envolvidos podem responder por crimes como sonegação fiscal, falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Segundo o delegado da Defaz, José Ricardo Garcia Bruno, a operação reforça o trabalho conjunto das instituições no combate a fraudes. “A ação demonstra o compromisso em enfrentar crimes tributários e recuperar recursos que deixaram de chegar ao Estado”, afirmou.

O promotor de Justiça Washington Eduardo Borrére destacou que esse tipo de crime impacta diretamente a população. “A sonegação reduz a arrecadação e compromete investimentos em serviços públicos essenciais”, disse.

O Cira-MT é composto pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT), Controladoria-Geral do Estado (CGE), Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), Polícia Civil e Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT). As instituições atuam de forma coordenada e permanente no combate à sonegação fiscal em Mato Grosso.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA