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Polícia

Empresário acusado de chefiar grupo que sonegou R$ 140 milhões em MT é assassinado a tiros dentro do próprio carro

Foto: TVCA/Reprodução

O empresário Wagner Florêncio Pimentel, 47 anos, apontado pelo Ministério Público Estadual (MPE) como chefe de uma quadrilha que sonegou R$ 140 milhões em impostos, foi assassinado na madrugada deste domingo (10) no Bairro Jardim das Américas, em Cuiabá.

A Polícia Militar recebeu denúncia de que havia um homem morto a tiros, dentro de um carro, na Avenida Brasília, próximo a um dos maiores shoppings de Cuiabá.

No local, os policiais encontraram o corpo de Wagner dentro do carro.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e constatou a morte do empresário.

Uma equipe da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) esteve no local e encontrou cinco cápsulas de munição calibre 9 mm.

O corpo de Wagner foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

A Polícia Civil procura pelo suspeito de assassinar o empresário.

Wagner chegou a ser preso durante a Operação Crédito Podre, da Polícia Civil.

O grupo era composto por empresários, contadores, comerciantes e corretores e foi alvo da operação ‘Crédito podre’, realizada em 2017 pela Polícia Civil em seis cidades de Mato Grosso e em São Paulo.

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Na investigação foi descoberto a constituição de mais de 30 empresas, de fachada ou mesmo fantasmas, com a finalidade de simular operações internas de venda de grãos, para criação de créditos suspeitos de ICMS, ou seja, elas documentavam toda a operação simulada como tributada, lançando o ICMS devido, mas o recolhimento não era feito.

Para consolidação da transação, os contadores emitiam notas fiscais pelas empresas de fachadas a favor das empresas, que procediam ao pedido de autorização de crédito de ICMS, que era protocolado na Secretaria de Fazenda.

O sistema da Sefaz promovia a validação formal do crédito, checando a emissão da nota fiscal de venda.

Com o crédito validado, a organização criminosa requeria a expedição do Registro de Utilização de Crédito (RUC). Este documento formal promove a compensação do crédito devido quanto da venda interestadual. Dessa forma, a mercadoria deixava o estado sem proceder ao recolhimento do tributo incidente.

G1 MT

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PMs da Força Tática apreendem 66 quilos de maconha e causa prejuízo de R$ 300 mil ao crime

Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional apreenderam 66 quilos de substância análoga a maconha, na noite desta segunda-feira (8), em Rondonópolis. Na ação, um homem, de 32 anos, foi preso em flagrante por tráfico ilícito de entorpecentes.

Durante execução da Operação Tolerância Zero, a equipe da Força Tática recebeu informações, do setor de inteligência, sobre um possível local de armazenamento e tráfico de drogas em uma quitinete, no bairro Vila Operária.

Os policiais foram ao endereço informado e, ao se aproximarem, sentiram forte odor característico de droga vindo de uma das residências. A equipe fez abordagem e localizou o suspeito que foi detido. Questionado sobre a droga, o homem afirmou que o entorpecente estava escondido debaixo de uma cama.

Os militares fizeram busca no local indicado e encontraram 64 tabletes de drogas, que totalizaram 66 quilos. Ainda em depoimento, o homem afirmou que havia retirado o material na rodoviária do município de Poxoréu e que faria a distribuição na cidade de Rondonópolis.

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Diante do flagrante, ele recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia da cidade, com todo o material apreendido, e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais procedimentos.

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