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Polícia

‘Covardia, crueldade e sem chance de defesa’, diz noiva de engenheiro morto por fazendeiro ao cobrar dívida de empresa em MT

A noiva do engenheiro agrônomo Silas Henrique Palmieri Maia, de 33 anos, Ana Lúcia Sartori, classificou o crime contra a vítima como uma ‘covardia, crueldade e sem chance de defesa’. Silas foi morto a tiros dentro de um restaurante, no dia 18 de fevereiro, em Porto dos Gaúchos, a 644 km de Cuiabá, e três dias depois o suspeito do crime, fazendeiro Paulo Faruk de Moraes, foi preso.

“Nós, familiares do Silas, temos convivido com a dor da perda e o sofrimento de saber que ele foi tirado de nós com tamanha covardia, crueldade e sem chance alguma de defesa. Temos lutado para sobreviver com a realidade que se instaurou em nossas vidas”, declarou Sartori.

A mensagem foi postada em uma rede social, em resposta a uma declaração do prefeito de Porto dos Gaúchos a respeito do crime.

“O prefeito sugere que o assassino é um homem de bem, ‘pessoa tranquila’, como ele mesmo disse. Eu interpreto isto como uma banalização da violência do crime cruel, covarde e traidor cometido contra a vida do Silas”, criticou.

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A noiva declarou que Silas, que tinha se esforçado, trabalhado e dedicado, não está mais presente, enquanto o fazendeiro ainda ‘respira, come, bebe, ri, dorme e vê a família’.

“E nós? Vamos ao túmulo, conversamos sozinhos na esperança de que o Silas esteja ouvindo, vivemos de lembranças e rezamos. E ao Silas, o que restou? Nada! Uma sepultura!”, declarou.

A noiva lembra que a primeira audiência do crime, de instrução, está prevista para ocorrer na quarta-feira (29).

“Pedimos a todos que orem junto conosco para suplicar a Deus que a justiça terrena seja cumprida com o rigor que o caso merece”, finalizou.

G1 MT

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Polícia

Policiais militares salvam menina de 7 anos engasgada com moeda

Uma menina de 7 anos foi socorrida por policiais militares após se engasgar com uma moeda, na segunda-feira (14), em Glória D’Oeste, a 304 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, a criança foi levada pela mãe até a base da corporação em estado crítico, quase inconsciente, sem conseguir respirar e apresentando sinais de asfixia.

A ação dos policiais foi registrada por uma câmera de segurança do local, que flagrou o momento em que os militares realizam as manobras de desengasgo até que a menina recuperasse a consciência.

Conforme relato do pai à polícia, o acidente aconteceu enquanto a criança assistia televisão. Após engolir a moeda, ela correu até os pais, que estavam no quintal da residência, demonstrando dificuldade para respirar.

Uma soldado iniciou imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas, utilizando a técnica de Heimlich. Um sargento também auxiliou no atendimento, realizando novas tentativas, inicialmente sem sucesso.

Diante da situação, os policiais adotaram outra técnica, inclinando a criança e aplicando compressões nas costas. Com isso, conseguiram retirar parcialmente o objeto, permitindo que a menina voltasse a respirar e recuperasse parte da consciência.

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Como a moeda ainda permanecia alojada na garganta, a criança foi encaminhada à Unidade Básica de Saúde do município. Após avaliação médica, foi constatado que o objeto estava localizado atrás da traqueia.

Diante da gravidade, a menina foi transferida com urgência para o Hospital Regional de Cáceres. Segundo a unidade hospitalar, ela passou por um procedimento de endoscopia digestiva alta, que confirmou e possibilitou a retirada de uma moeda de R$ 1 alojada na garganta

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