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Polêmica

Vida de Arcanjo pode ganhar série e recontar bastidores do poder paralelo em MT

A trajetória do ex-bicheiro e ex-policial civil João Arcanjo Ribeiro, marcada por acusações de homicídios, exploração do jogo ilegal e influência nos bastidores do poder em Mato Grosso, pode ganhar as telas em formato de série para streaming. O projeto, ainda em fase de negociação e sem contrato formalizado, já tem nome definido: “O Comendador”.

A produção está sendo articulada pela mesma equipe responsável por “Os Donos do Jogo”, série exibida pela Netflix que abordou os bastidores da contravenção no Rio de Janeiro. A proposta agora é revisitar a ascensão e a queda de Arcanjo, apontado por anos como um dos homens mais influentes da contravenção no Centro-Oeste.

Durante décadas, o chamado “Comendador” foi associado a um império que envolvia cassinos clandestinos em Cuiabá e supostas conexões com empresários, políticos e integrantes do crime organizado. A Operação Arca de Noé, deflagrada há 23 anos, desarticulou o esquema e marcou um dos capítulos mais emblemáticos da história policial do Estado.

Apesar de ter sido acusado de mandar executar ao menos oito pessoas, atualmente resta apenas uma condenação definitiva por homicídio. Com mais de 70 anos, Arcanjo foi beneficiado por reduções legais de pena e pela prescrição de processos relacionados a crimes contra a vida, o que encerrou a possibilidade de novos julgamentos sobre esses fatos.

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A série pretende reconstruir esse período turbulento, explorando os bastidores do poder e o impacto das investigações que mudaram o cenário político e criminal de Mato Grosso. Ainda não há previsão de estreia nem confirmação oficial da plataforma que exibirá a produção.

Fonte Folhamax

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Polêmica

Youtuber narra fuga de ‘chefonas’ do CV em Mato Grosso; veja detalhes

Angélica Saraiva de Sá, vulgo ‘Angeliquinha do CV’, e Jéssica Leal da Silva, a ‘Arlequina’, cerraram as grades de cela da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, para fugir. A história foi narrada pelo youtuber Joel Paviotti, apresentador do podcast Iconografia da História (IH). A dupla está foragidas desde agosto de 2025.

‘Angeliquinha’ é líder do CV no Nortão de Mato Grosso. Ela foi condenada a 99 anos e 11 meses de prisão em regime fechado pelo Tribunal de Nova Monte Verde (920 km de Cuiabá) pelas mortes com requintes de crueldade de quatro homens em agosto de 2022. A faccionada também responde pelos crimes de ocultação de cadáver e participação em organização criminosa.

‘Arlequina’ é a comandante do tráfico de drogas na região de Juína (745 km de Cuiabá). A companheira de cela de ‘Angeliquinha’ é conhecida dentro do CV pelo perfil linha dura e por portar submetralhadora. O youtuber indicou ‘Arlequina’ como a juíza do tribunal do crime em Mato Grosso. Ela determina as penas dos alvos da facção, apontando se os desafetos seriam mortos ou receberiam ‘salves’.

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No início de março, a filha de ‘Angeliquinha’, Kauany Beatriz, o genro, Guilherme Laureth, e o pai Paulo Felizardo foram alvos de mandados de busca e apreensão da Polícia Civil como parte da Operação Showdown que investiga a relação da família com esquema milionário de desvio de dinheiro do CV. Kauny e o marido administravam o salão de beleza Essenza Beauty e a loja de roupas Kauanny Shoes Boutique em Alta Floresta.

O casal começou a levantar suspeitas pelo volume milionário movimentado nos estabelecimentos. O inquérito estima que a família escoou R$ 20 milhões oriundos do tráfico de drogas e jogos de azar, como o ‘Tigrinho’.

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