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Vaticano confirma câncer de pulmão no Papa Leão XIV; pontífice passa por cirurgia e apresenta boa recuperação

Aos 71 anos, líder da Igreja Católica teve parte do pulmão direito retirada durante procedimento em Roma; médicos confirmaram diagnóstico de adenocarcinoma e investigam se haverá necessidade de tratamentos complementares

O Vaticano confirmou que o Papa Leão XIV, de 71 anos, foi diagnosticado com câncer de pulmão após passar por uma cirurgia realizada nesta terça-feira (13), no Hospital Policlínico Agostino Gemelli, em Roma, na Itália. O procedimento foi considerado bem-sucedido, e o pontífice apresenta evolução favorável no processo de recuperação.

Segundo boletim médico divulgado pela Santa Sé, exames realizados durante a operação confirmaram a presença de um adenocarcinoma pulmonar, um dos tipos mais comuns de câncer de pulmão. A doença havia sido identificada inicialmente durante exames de rotina, que apontaram a existência de um nódulo localizado.

Para remover o tumor, os médicos realizaram a retirada do lobo inferior do pulmão direito. A cirurgia utilizou uma técnica videoassistida, considerada menos invasiva do que procedimentos convencionais de abertura do tórax.

A intervenção durou aproximadamente 90 minutos e transcorreu sem complicações. Após despertar normalmente da anestesia, o papa foi encaminhado ao quarto, onde permanece sob acompanhamento médico.

Papa passou noite tranquila e já apresenta sinais de recuperação

Na manhã desta quarta-feira (14), o Vaticano informou que Leão XIV passou uma noite tranquila no hospital.

De acordo com as atualizações sobre seu estado de saúde, o pontífice já conseguiu caminhar pelo quarto, retomou a alimentação e iniciou exercícios de fisioterapia respiratória, importantes para a recuperação da capacidade pulmonar após a cirurgia.

O papa também celebrou uma missa em seu quarto no hospital, demonstrando disposição para manter suas atividades religiosas durante o período de internação.

A previsão inicial é de que permaneça hospitalizado por aproximadamente uma semana, dependendo da evolução clínica e das avaliações realizadas pela equipe médica.

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Câncer foi descoberto em exames de rotina

A descoberta da doença ocorreu após exames realizados recentemente. No último domingo (11), durante a oração do Angelus, na Praça São Pedro, o próprio Leão XIV anunciou que precisaria passar por uma intervenção cirúrgica para a retirada de um pequeno nódulo pulmonar.

Na ocasião, o pontífice explicou que a alteração havia sido identificada precocemente e estava bem localizada, motivo pelo qual os médicos recomendaram a cirurgia.

O diagnóstico definitivo foi confirmado posteriormente por meio da análise do tecido retirado durante o procedimento.

O adenocarcinoma é uma modalidade de câncer que se desenvolve em células glandulares do pulmão. Embora esteja associado a fatores de risco como o tabagismo, também pode atingir pessoas que nunca fumaram.

Especialistas destacam que a identificação precoce e a remoção cirúrgica de tumores localizados podem aumentar significativamente as possibilidades de tratamento bem-sucedido.

Entretanto, ainda são necessários exames complementares para determinar o estágio exato da doença e verificar se houve comprometimento de outras estruturas, como os gânglios linfáticos.

Médicos avaliam necessidade de novos tratamentos

Embora o procedimento tenha retirado a área pulmonar comprometida pelo tumor, a equipe médica continuará acompanhando os resultados dos exames para definir se serão necessários tratamentos adicionais.

Dependendo das características e do estágio do câncer, pacientes submetidos a esse tipo de cirurgia podem precisar de quimioterapia, imunoterapia ou outras abordagens terapêuticas.

Até o momento, o Vaticano não divulgou informações conclusivas sobre a necessidade dessas intervenções no caso do pontífice.

A expectativa médica é positiva em razão da identificação precoce do nódulo e da ausência de complicações durante a operação. No entanto, ainda não é possível afirmar que o papa esteja definitivamente curado.

Compromissos suspensos até 20 de outubro

Em decorrência da cirurgia, o Vaticano suspendeu as audiências e os compromissos públicos do papa até o dia 20 de outubro.

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Apesar da internação, Leão XIV continua exercendo a autoridade máxima da Igreja Católica. As atividades administrativas seguem sendo conduzidas pela estrutura da Santa Sé, com apoio dos colaboradores e responsáveis pelos diferentes organismos do Vaticano.

A situação também desperta atenção em relação à viagem apostólica programada para novembro, quando o pontífice deverá visitar países da América do Sul, incluindo Uruguai, Argentina e Peru.

Embora a viagem permaneça na programação, sua realização dependerá da recuperação do papa e das orientações médicas.

Saúde do pontífice mobiliza fiéis em todo o mundo

Robert Francis Prevost, eleito papa em maio de 2025, tornou-se o primeiro norte-americano a assumir a liderança da Igreja Católica. Antes de chegar ao Vaticano, desenvolveu parte importante de sua trajetória religiosa no Peru, país com o qual mantém fortes vínculos.

O diagnóstico de câncer representa o primeiro problema de saúde de maior gravidade divulgado publicamente desde o início de seu pontificado.

A notícia repercutiu entre autoridades religiosas e milhões de católicos, que acompanham as atualizações sobre seu estado de saúde e manifestam solidariedade ao líder da Igreja.

Por enquanto, a avaliação divulgada pelo Vaticano indica uma recuperação pós-operatória favorável. Novos boletins médicos deverão esclarecer a evolução do quadro e os próximos passos do tratamento.

Atualizado em 14 de outubro de 2026. A confirmação do diagnóstico e os detalhes da cirurgia constam de comunicado oficial da Santa Sé. As informações sobre a recuperação foram complementadas por reportagens da Reuters e da Associated Press.

A informação central está confirmada oficialmente pelo Vaticano. O ponto que ainda exige acompanhamento é a avaliação da extensão da doença, pois o sucesso da cirurgia não representa, por si só, confirmação de cura definitiva.

Fontes principais: Vatican News e Reuters.

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Alerta

Ex-combatente volta da Ucrânia sem avisar e surpreende esposa no interior de MT

O Mato-grossense Manrique Martins, conhecido como Comodoro, chamou atenção nas redes sociais ao publicar um vídeo mostrando o retorno da Ucrânia para o Brasil. No leste europeu, Manrique serviu na Legião Internacional. Na chegada, ele surpreendeu a esposa e viralizou na internet.

Nas imagens, Manrique aparece usando roupa militar enquanto caminha por uma rua de Comodoro (a 625 Km de Cuiabá). A publicação registra o momento do retorno e a surpresa preparada para a companheira, sem que ela soubesse que ele havia voltado.

Com um buquê de flores nas mãos, Manrique entrou na unidade de saúde onde a esposa trabalha. No local, ele conversou com uma enfermeira, que o conduziu até uma sala e ajudou a preparar a surpresa.

Manrique ficou à espera da companheira até o momento em que ela entrou no ambiente. Ao perceber que o marido havia retornado, a mulher demonstrou surpresa e felicidade. Os dois se abraçaram por um longo período e caíram no choro, em uma cena marcada pela emoção do reencontro.

O vídeo foi publicado nas redes sociais e rapidamente gerou repercussão. Na gravação, o ex-combatente aparece de forma descontraída durante o retorno, enquanto a publicação faz referência à chegada inesperada para a mulher.

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A postagem ocorre após Manrique compartilhar outro vídeo em que faz um alerta a brasileiros que pensam em viajar para a Ucrânia ou para a Rússia para participar da guerra.

ALERTA

No relato, Manrique afirma que serviu na Legião Internacional e pede que jovens desistam da ideia de participar do conflito. Segundo ele, recrutadores fariam promessas de altos pagamentos para convencer estrangeiros a viajar para a região. “Por favor, não vá”, diz o brasileiro no vídeo.

Ele afirma ainda que os valores prometidos vão até R$ 50 mil por mês ou US$ 10 mil, mas as ofertas não corresponderiam à realidade.

Manrique também relata que alguns jovens seriam atraídos pela adrenalina e pela ideia de vivenciar uma guerra. Ele cita a influência de jogos eletrônicos de tiro como um dos possíveis fatores para esse interesse. (HNT)

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