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Mato Grosso

Por morte da ex-companheira, réu é condenado a 22 anos de prisão

Francisco Antônio Vieira de Alencar foi condenado pelo Tribunal do Júri da comarca de Alta Floresta (a 803km de Cuiabá) a 22 anos de reclusão pela morte da ex-companheira, Ironi Silva de Quadros, a facadas. A pena deverá ser cumprida inicialmente no regime fechado e o condenado não poderá recorrer em liberdade. O Conselho de Sentença reconheceu a autoria do crime e a qualificadora de motivo torpe, em sessão de julgamento no dia 5 de setembro.

Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o homicídio aconteceu em dezembro de 2007, no bairro Cidade Alta. “O denunciado, com vontade livre e consciente de matar, desferiu três sucessivos e profundos golpes de faca na vítima Ironi Silva de Quadros, sua ex-companheira, com quem vivera em união estável por aproximados doze anos”, argumentou o MPMT. A vítima teria se separado de Francisco de Alencar duas semanas antes do crime.

Mesmo após o rompimento, eles mantiveram uma relação harmoniosa. Contudo, pouco antes do crime, o homem passou a procurar incessantemente a ex-companheira, inclusive na casa de amigos e na residência que fora comum ao casal. Ele chegou a falar para um dos filhos da vítima, Edson Antônio de Quadros, que mataria Ironi. Ao ouvir a ameaça, Edson “deu um chute na bicicleta do denunciado, o qual caiu no chão, mas, de imediato, levantou-se com uma faca de 15 cm de lâmina em uma das mãos, partindo para cima do jovem e causando-lhe ferimentos”.

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Ao tomar conhecimento dos fatos, a vítima foi ao encontro de Francisco, de mãos dadas com o outro filho, de cinco anos de idade. A intenção dela era evitar que o filho mais velho fosse morto. Ao ver a mãe se aproximando, Edson correu para uma cerca e se apropriou de uma ripa para defender a mãe. Entretanto, ao ver Ironi se aproximando, Francisco correu em sua direção e imediatamente “desferiu-lhe um profundo golpe com a faca que trazia consigo”. O homem ainda empurrou a vítima em direção a um muro e a imprensou, golpeando-a novamente. A mulher morreu no local logo após as facadas.

Fonte: MP MT

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Mato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios

Mato Grosso deu um passo importante na política ambiental ao adotar uma nova destinação para maquinários apreendidos em fiscalizações. A partir de agora, os equipamentos não serão mais destruídos, mas repassados às prefeituras para utilização em obras e na manutenção de estradas, principalmente nas regiões que atendem a agricultura familiar.

A mudança foi formalizada por meio de um memorando de intenções firmado pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em parceria com o Governo do Estado, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e o Ministério Público Estadual.

A iniciativa representa uma mudança de paradigma na gestão dos bens apreendidos, transformando equipamentos que antes eram inutilizados em ferramentas de apoio ao desenvolvimento local. Na prática, os maquinários passam a contribuir diretamente com a infraestrutura dos municípios, fortalecendo o escoamento da produção e o atendimento às comunidades rurais.

Segundo o presidente da AMM, Hemerson Máximo, conhecido como Maninho, a medida é resultado da atuação conjunta da entidade com os municípios e demonstra que é possível alinhar preservação ambiental com desenvolvimento econômico.

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“Estamos transformando o que antes era perdido em benefício direto para a população. Proteger o meio ambiente e defender Mato Grosso caminham juntos”, destacou.

Com a iniciativa, o estado busca dar mais eficiência à política ambiental, ao mesmo tempo em que reforça a estrutura dos municípios e amplia o apoio à agricultura familiar.

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