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Mato Grosso

Inscreva-se para o 4º Encontro de Direito Público de Mato Grosso

No período de 30 de janeiro a 15 de fevereiro, a Escola Superior da Advocacia Pública de Mato Grosso, vinculada à Associação de Procuradores do Estado de Mato Grosso (Apromat), realizará o “4º Encontro de Direito Público de Mato Grosso”. O evento, que conta com apoio da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), tem como tema ‘Tecnologia e Desburocratização: o grande desafio do poder público’.
 
Serão realizadas palestras virtuais e presenciais com grandes nomes do direito público nacional. As palestras presenciais serão realizadas nos dias 2 e 6 de fevereiro, na sede da Esmagis-MT, no Centro Político Administrativo.
 
Dentre os palestrantes confirmados estão: no dia 31 de janeiro o presidente do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (IBET), Paulo de Barros Carvalho; e o desembargador Alexandre Câmara (TJRJ), doutor em Direito Processual.
 
No dia 1º de fevereiro os palestrantes serão o juiz Pablo Stolze (TJBA), mestre em Direito Civil e escritor, e a professora doutora em Direito Processual Flávia Hill. Já no dia 2 de fevereiro a palestra será presencial na sede da Esmagis-MT, com a procuradora do Estado de Minas Gerais e professora mestre em Direito Administrativo, Raquel Carvalho.
 
No dia 6 de fevereiro, também de forma presencial na Esmagis, o palestrante será o advogado e professor pela Faculdade de Direito da USP, Noa Platã Bassfeld Gnata.
 
Haverá palestras ainda nos dias 7, 9, 13, 14 e 15 de fevereiro. Clique neste link para conferir a programação completa, todos os temas que serão abordados e o currículo resumido dos palestrantes.
 
Será fornecido certificado de 50 horas de participação aos alunos que assistirem a, no mínimo, 75% da carga horária total.
 
Inscrições – Os magistrados e magistradas interessados em participar do evento devem entrar em contato com a Esmagis-MT pelos telefones (65) 3617-3467 / 99943-1576 antes de efetuar a inscrição pelo site da Sympla, para ter acesso a um código promocional que garante a gratuidade da participação.
 
ParaTodosVerem: Banner em tons de azul escuro, onde está escrito ‘4º Encontro de Direito Público – Tecnologia e Desburocratização: o grande desafio do poder público’. Logo abaixo, uma pequena imagem da balança da Justiça. Abaixo, está escrito ‘Formato híbrido com palestras presenciais e on-line’, e aponta como local a sede da Esmagis, em Cuiabá, no período de 30 de janeiro a 15 de fevereiro.
 
 
Lígia Saito
Assessoria de Comunicação
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Mato Grosso

Mudança no Estatuto da AMM propõe mudanças sobre calendário eleitoral e representatividade dos prefeitos

A Assembleia Geral Extraordinária convocada pelo presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Lourenço Máximo, o Maninho, para esta terça-feira (4), promete colocar em discussão um dos temas mais relevantes da gestão da entidade: a possível alteração do Estatuto Social, incluindo mudanças nas regras do processo eleitoral da associação.

Além de deliberar sobre o projeto de reforma da sede da AMM, os prefeitos associados analisarão propostas de alteração dos artigos 14, 15, 25 e 39 do Estatuto. Embora o edital de convocação detalhe quais dispositivos serão modificados, o conteúdo das alterações será apresentado durante a assembleia.

O principal ponto de debate é a possibilidade de antecipação das eleições da diretoria da entidade para o segundo semestre deste ano.

Os argumentos favoráveis à mudança

Defensores da alteração avaliam que o Estatuto deve ser um instrumento flexível, capaz de se adaptar às necessidades institucionais da AMM e às demandas dos municípios.

Na avaliação de apoiadores da proposta, antecipar o processo eleitoral pode trazer previsibilidade administrativa, permitindo que a futura diretoria tenha mais tempo para organizar sua equipe, elaborar o planejamento estratégico e preparar a transição antes do início do mandato.

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Outro argumento é que o próprio Estatuto prevê que suas regras possam ser alteradas pela Assembleia Geral, considerada a instância máxima de deliberação da entidade. Nesse entendimento, qualquer mudança aprovada pela maioria dos prefeitos presentes refletirá uma decisão coletiva e democrática dos associados.

Há ainda quem sustente que discutir o calendário eleitoral não significa comprometer a legitimidade da futura gestão.

Para esse grupo, o mais importante é que todas as regras sejam debatidas, aprovadas em assembleia e aplicadas de forma transparente, independentemente da data escolhida para a eleição.

Também pesa o argumento da continuidade administrativa. Segundo defensores da proposta, uma eleição realizada com antecedência pode reduzir o período de indefinição política dentro da entidade, permitindo que a nova diretoria participe da preparação das principais pautas municipalistas para o ano seguinte.

As críticas à proposta

O ex-presidente da AMM e ex-prefeito de Primavera do Leste, Leonardo Bortolin (MDB), manifestou preocupação com uma eventual alteração no calendário eleitoral.

Na avaliação de Bortolin, um eventual retorno ao modelo anterior poderia permitir que gestores em fim de mandato participassem da definição da direção da entidade para um período em que já não estarão mais à frente de seus municípios.

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Para os críticos, esse modelo reduziria a representatividade dos prefeitos que efetivamente exercerão seus mandatos durante a gestão da próxima diretoria da AMM.

Decisão caberá aos prefeitos

Independentemente das posições favoráveis ou contrárias, a decisão será tomada pelos próprios prefeitos associados durante a Assembleia Geral Extraordinária, órgão máximo de deliberação da entidade.

Caso as alterações estatutárias sejam aprovadas pelo quórum previsto no Estatuto Social, as novas regras passarão a orientar o funcionamento institucional da AMM, incluindo, eventualmente, o calendário das próximas eleições.

O debate evidencia duas visões distintas sobre a governança da associação. De um lado, há quem defenda maior flexibilidade para adequar o Estatuto às necessidades administrativas da entidade.

De outro, gestores sustentam que o modelo atual fortalece a legitimidade da representação municipalista ao assegurar que a diretoria seja escolhida pelos prefeitos que exercerão efetivamente seus mandatos.

A expectativa é que a assembleia esclareça o alcance das alterações propostas e permita que os prefeitos deliberem sobre o futuro da principal entidade representativa dos municípios de Mato Grosso.

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