Justiça
Juiz da Comarca de Nova Mutum abre vaga para contratação de assessor de gabinete
Vaga é para bacharéis em direito com experiência em assessoria de gabinete de magistrado.
O juiz da 1ª Vara da Comarca de Nova Mutum, Cássio Leite de Barros Netto, contrata assessor de gabinete, para exercer a função de assessor I ou II, a depender da análise curricular.
Podem participar da seleção bacharéis em Direito com experiência em assessoria de gabinete de magistrado.
Os interessados devem enviar currículo para o e-mail [email protected] até o dia 15 de março.
Os candidatos que tiverem os currículos selecionados serão submetidos à realização de um teste e entrevista pessoal.
Mais informações pelo telefone (65) 3308-3434.
Mylena Petrucelli/Coord. de Comunicação TJMT
Nova Mutum
Justiça
Julgamento sobre “cura gay” sai do virtual e vai ao plenário do STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, decidiu transferir para o plenário físico o julgamento que discute a legalidade de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe práticas conhecidas como “cura gay” e restringe o uso de fundamentos religiosos na atuação profissional de psicólogos.
A análise, que estava ocorrendo no ambiente virtual, será retomada presencialmente após o pedido de destaque feito por Fachin. O caso envolve duas ações diretas de inconstitucionalidade que tratam de pontos opostos sobre a norma editada em 2023.
De um lado, o partido Novo e o Instituto Brasileiro de Direito e Religião questionam a regra, alegando que ela fere a liberdade de crença e de expressão dos profissionais. Do outro, o PDT defende a validade da resolução, argumentando que a medida não impede manifestações religiosas, mas estabelece limites claros para evitar que convicções pessoais interfiram no atendimento psicológico.
A norma do CFP veda a chamada terapia de conversão sexual e reforça que o exercício da psicologia deve seguir critérios científicos reconhecidos, sem substituição por crenças religiosas. Para os defensores da resolução, a flexibilização poderia abrir espaço para práticas já amplamente criticadas por entidades médicas e científicas.
Antes da suspensão do julgamento, o relator Alexandre de Moraes votou pela validade da norma. Ele entendeu que a resolução não viola a liberdade religiosa, mas garante a proteção dos pacientes e reafirma o caráter laico do Estado, ao impedir tratamentos sem base científica.
Com a ida ao plenário físico, o julgamento ganha novo peso dentro da Corte e deve reunir todos os ministros em uma discussão que envolve direitos fundamentais, liberdade religiosa e limites da atuação profissional na área da saúde. Ainda não há data definida para a retomada do caso.
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