Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Justiça

Criminosos invadem e ateiam fogo em escola no interior de MT; veja vídeo

Criminosos invadiram e atearam fogo na Escola Estadual Professora Zuleide dos Santos Barros, no Distrito de Americana, na cidade de Tabaporã (700 km de Cuiabá), na madrugada deste último sábado (9), segundo informações da Polícia Militar.

Vídeos mostram moradores e funcionários da própria comunidade e da escola auxiliando no combate às chamas. Como é possível ver nas imagens, um caminhão pipa foi quem deu suporte a ocorrência.

O incêndio teve seu foco principal na secretaria e na sala onde ficam todos os arquivos físicos dos alunos da escola. Foram danificados principalmente, computadores, mesas e cadeiras.

Ainda não foi possível calcular o prejuízo. À PM, moradores informaram que incêndio teria sido criminoso, com início por volta das 04h da madrugada. Um boletim de ocorrência foi registrado e a Polícia Civil de Tabaporã investiga o caso.

Rodrigo Costa/Olhar Direto

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Entrega da Escola Futuro Brilhante no bairro Montserrat em Nova Mutum/MT; Veja as fotos
Propaganda

Justiça

Julgamento sobre “cura gay” sai do virtual e vai ao plenário do STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, decidiu transferir para o plenário físico o julgamento que discute a legalidade de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe práticas conhecidas como “cura gay” e restringe o uso de fundamentos religiosos na atuação profissional de psicólogos.

A análise, que estava ocorrendo no ambiente virtual, será retomada presencialmente após o pedido de destaque feito por Fachin. O caso envolve duas ações diretas de inconstitucionalidade que tratam de pontos opostos sobre a norma editada em 2023.

De um lado, o partido Novo e o Instituto Brasileiro de Direito e Religião questionam a regra, alegando que ela fere a liberdade de crença e de expressão dos profissionais. Do outro, o PDT defende a validade da resolução, argumentando que a medida não impede manifestações religiosas, mas estabelece limites claros para evitar que convicções pessoais interfiram no atendimento psicológico.

A norma do CFP veda a chamada terapia de conversão sexual e reforça que o exercício da psicologia deve seguir critérios científicos reconhecidos, sem substituição por crenças religiosas. Para os defensores da resolução, a flexibilização poderia abrir espaço para práticas já amplamente criticadas por entidades médicas e científicas.

Leia Também:  STF aciona Anatel para explicar a volta não autorizada do X

Antes da suspensão do julgamento, o relator Alexandre de Moraes votou pela validade da norma. Ele entendeu que a resolução não viola a liberdade religiosa, mas garante a proteção dos pacientes e reafirma o caráter laico do Estado, ao impedir tratamentos sem base científica.

Com a ida ao plenário físico, o julgamento ganha novo peso dentro da Corte e deve reunir todos os ministros em uma discussão que envolve direitos fundamentais, liberdade religiosa e limites da atuação profissional na área da saúde. Ainda não há data definida para a retomada do caso.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA