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Investigação Polícial

PM e Gefron apreendem 376 kg de drogas e quatro armas; prejuízo ao crime supera R$ 5 milhões

Equipes do 12º Comando Regional da Polícia Militar e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreenderam 376 quilos de entorpecentes e quatro armas de fogo, neste sábado (29.11), na cidade de Pontes e Lacerda. A ação causou prejuízo de mais de R$ 5 milhões ao crime e resultou na prisão de três homens por tráfico ilícito de drogas e porte ilegal de arma.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes policiais receberam informações, via setor de inteligência, de que uma caminhonete Hilux prata e um carro Volkswagen Voyage branco estariam transportando grande quantidade de entorpecentes, em uma estrada rural da cidade.

Diante da situação, os policiais iniciaram patrulhamento e localizaram os veículos, com as mesmas características informadas, estacionados em uma chácara. Ao se aproximarem para abordagem, os dois suspeitos que conduziam os veículos fugiram em direção a uma região de mata.

Os militares entraram na residência da chácara e encontraram um homem, que foi abordado e detido. Questionado sobre os carros, ele afirmou que os dois suspeitos haviam acabado de descarregar as drogas no local.

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Em verificação no imóvel, foram encontrados 196 quilos de supermaconha skank, 145 quilos de pasta base de cocaína, 33 quilos de cocaína e dois quilos de substância conhecida como “dry”. Também dentro da casa foram localizadas quatro armas de fogo, sendo uma espingarda, uma garrucha artesanal e duas pistolas.

As forças de segurança intensificaram as buscas na região de mata e localizaram os dois suspeitos que haviam fugido. Eles confessaram envolvimento no transporte e descarregamento dos entorpecentes na chácara.

Todos os três suspeitos encontrados receberam voz de prisão e foram conduzidos para registro da ocorrência e demais providências, junto de todas as drogas, armas e veículos apreendidos.

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Investigação Polícial

Justiça marca audiência de policial acusado de estuprar detenta dentro da delegacia

A Justiça marcou para o dia 11 de junho de 2026, às 16h30, a audiência de instrução e julgamento do policial civil Manoel Batista da Silva, de 52 anos, acusado de estuprar uma detenta dentro da delegacia de Sorriso. A data foi definida pela 2ª Vara Criminal do município.

Manoel Batista da Silva, que atuava como investigador da Polícia Judiciária Civil, está preso preventivamente desde a denúncia feita pela vítima, que permanecia detida havia cerca de 50 dias.

A decisão foi assinada pelo juiz Arthur Moreira Pedreira de Albuquerque, que analisou pedidos apresentados tanto pela vítima quanto pela defesa do policial.

A vítima solicitou autorização para atuar oficialmente no processo ao lado do Ministério Público, auxiliando na acusação. Antes de decidir sobre o pedido, o magistrado determinou que o Ministério Público se manifeste.

Já a defesa do policial questionou supostas irregularidades nas provas digitais do processo. Os advogados alegam que parte do material estaria incompleta e também contestam a forma de armazenamento e preservação das provas. Além disso, pediram que a audiência fosse realizada de forma presencial.

Na decisão, o juiz afirmou que os apontamentos da defesa ficam registrados para eventual análise futura, mas destacou que, neste momento, não há motivos para rever decisões já tomadas no processo. Segundo o magistrado, a validade das provas será discutida posteriormente, após a fase de depoimentos e produção probatória.

Com isso, a Justiça manteve o andamento da ação penal e definiu que a audiência ocorrerá por videoconferência. Nessa etapa, deverão ser ouvidos o acusado, testemunhas e demais envolvidos no caso.

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A defesa de Manoel Batista da Silva, de 52 anos, investigador da Polícia Civil que foi preso após acusação de ter estuprado uma detenta dentro da delegacia de Sorriso, pediu a anulação da ação penal feita pelo Ministério Público após a promotora Fernanda Pawelec, que fez um pedido formal e por escrito ao Ministério Público, para não atuar em inquérito onde o delegado Bruno França tenha participado, pois a mesma se coloca como SUSPEITA.

A manifestação de suspeição, ocorreu após o delegado Dr. Bruno França atuar em uma abordagem na casa da promotora que ocorreu em 2023.

Dr. Bruno e os outros delegados também atuaram na investigação e inquérito do caso do investigador Manoel Batista da Silva, o que chamou atenção da defesa de Manoel, que teve acesso ao pedido de SUSPEIÇÃO da promotora em todos os casos que o delegado Bruno tenha envolvimento.

A promotora fez o pedido para não atuar em qualquer feito em cujo qual atue ou tenha atuado o Delegado da Polícia Civil Bruno França na Comarca de Sorriso.

Com estas informações, a defesa de Manoel, ao saber que a mesma promotora estava atuando no caso em que Manoel é acusado de estupro de uma detenta, pediu um Habeas Corpus para soltura do mesmo e também o pedido de anulação da ação penal, pois como o delegado foi importante no processo, a promotora não poderia atuar na ação penal, pois a mesma já tinha pedido a SUSPEIÇÃO outrora.

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A anulação de um inquérito policial ou de uma ação penal baseada na suspeição de um promotor de justiça (ou membro do Ministério Público) é possível, mas depende da comprovação de prejuízo concreto e da demonstração de parcialidade que tenha afetado a lisura das investigações.
A suspeição gera, em regra, nulidade relativa. Isso significa que os atos praticados pelo promotor considerado suspeito só serão anulados se a defesa demonstrar que eles causaram prejuízo real ao investigado/réu.
A suspeição do membro do MP não se baseia apenas em um ato isolado, mas sim quando se demonstra um comportamento contínuo, sequencial e métodos pouco ortodoxos que indicam o objetivo de condenação a qualquer custo, configurando parcialidade.

INQUÉRITO

A Polícia Civil de Mato Grosso concluiu o inquérito que apurou o crime de estupro de uma mulher praticado pelo investigador Manoel Batista da Silva, dentro da delegacia de Sorriso.

O servidor foi indiciado pelos crimes de estupro e abuso de autoridade, após exames periciais confirmarem o abuso sexual. O inquérito foi remetido ao Poder Judiciário e Ministério Público para prosseguimento da ação penal.

De acordo com a defesa, a vítima sofreu quatro episódios de violência sexual entre a noite de 9 de dezembro de 2025 e a madrugada do dia 10.

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