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Mudança nas regras para se aposentar em 2021 começa a valer a partir de hoje

As mudanças nas regras de transição para se aposentar em 2021 passam a valer a partir desta sexta-feira, dia 1º de janeiro. A nova Previdência, que completou um ano em novembro, trouxe quatro regras de transição da aposentadoria por tempo de contribuição e uma da aposentadoria por idade para as pessoas que já contribuíam com o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Algumas dessas regras têm alterações anuais. Por isso, quem quiser se aposentar a partir de agora deve observar essas alterações. Uma delas é a da idade mínima, que em 2021 será de 57 anos para as mulheres e 62 anos para os homens, desde que tenham contribuído por 30 anos e 35 anos, respectivamente.

“As regras transitórias são uma espécie de ‘meio termo’ para os segurados que já estavam contribuindo ao INSS, porém ainda não concluíram os requisitos para dar entrada na aposentadoria”, explica o advogado João Badari, especialista em Direito Previdenciário e sócio do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados.

O advogado explica que o segurado que já cumpria os requisitos para se aposentar antes de 13 de novembro de 2019, quando a nova Previdência foi promulgada, e ainda não pediu sou benefício, ou pediu em data posterior a esta data, pode ficar tranquilo, pois o direito será respeitado no momento em que o INSS for conceder a aposentadoria.

A orientação de Badari é fazer um planejamento adequado da aposentadoria, porque como são vários os fatores que afetam o benefício que será recebido, decidir contribuir alguns meses a mais ou se aposentar pelas novas regras poderá fazer a diferença entre receber mais ou menos de aposentadoria pelo resto da vida. Veja a seguir as mudanças nas regras de transição:

Regra de transição da aposentadoria por idade

A regra da aposentadoria por idade exige idade mínima de 65 anos para homens. Ou seja, no caso deles, nada muda. Para as mulheres, a idade mínima em 2020 é de 60,6 anos, e sobe seis meses a cada ano, até chegar a 62 anos em 2023. Em ambos os casos é exigido tempo de contribuição mínima de 15 anos e carência de 180 meses.

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Assim, a partir de 1º de janeiro de 2021 será exigida para a mulher a idade de 61 anos para que possa se aposentar por essa regra.

Regras de transição da aposentadoria por tempo de contribuição

1) Regra de transição por pontos

Essa regra estabelece um critério de pontuação a ser atingido no somatório entre o tempo de contribuição e a idade do segurado. O tempo mínimo de contribuição é de 30 anos para a mulher e de 35 anos para o homem. Em 2020 para se aposentar com essa regra era necessário 87 pontos para as mulheres e 97 pontos para os homens. A cada ano será exigido um ponto a mais, chegando a 105 pontos para os homens, em 2028, e 100 pontos para as mulheres, em 2033.

Dessa forma, em 2021 serão exigidos 88 pontos para a mulher e 98 para o homem.

Para os professores

Os professores da educação básica que comprovarem, exclusivamente, exercício da função de magistério na educação infantil e nos ensinos fundamental e médio terão redução de cinco pontos. Assim, em 2021 as professoras poderão pedir aposentadoria a partir da soma de 83 pontos, desde que tenham o mínimo de 25 anos de contribuição, e os professores, com 93 pontos e, no mínimo, 30 anos de contribuição. Os pontos subirão ano a ano até 92 pontos, para a mulher, e até 100 pontos, para o homem.

2) Regra de transição por tempo de contribuição e idade mínima

Por essa regra, as mulheres podem se aposentar aos 56,6 anos, desde que tenham pelo menos 30 anos de contribuição, em 2020. Já para os homens, a idade mínima é de 61,6 anos e 35 anos de contribuição.

A idade mínima exigida sobe seis meses a cada ano, até chegar aos 62 anos de idade para elas, em 2031, e aos 65 anos de idade para eles, em 2027. A partir de janeiro de 2021, para se aposentar por essa regra a mulher deverá ter 57 anos e o homem 62 anos.

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Para os professores

Já os professores da educação básica que comprovem, exclusivamente, exercício da função de magistério na educação infantil e nos ensinos fundamental e médio terão redução de cinco anos na idade e no tempo de contribuição, devendo a partir de janeiro de 2021 a mulher ter 52 anos com 25 anos de tempo de contribuição na função de magistério e o homem 57 anos, com 30 anos de tempo de contribuição na função de magistério.

3) Regra de transição com pedágio de 50%

Segundo essa regra, para a mulher que possuía mais de 28 anos de contribuição em 13 de novembro de 2019 e os homens com mais de 33 anos de contribuição, também nessa data, poderão optar pela aposentadoria sem idade mínima, desde que cumpram um pedágio de 50% sobre o tempo mínimo que faltava para se aposentar (30 anos para elas e 35 anos para eles).

Essa regra de transição não se aplica aos professores.

Nessa regra não há nenhuma alteração em 2021.

4) Regra de transição com idade mínima e pedágio de 100%

Essa regra estabelece uma idade mínima e um pedágio de 100% do tempo que faltava para atingir o mínimo exigido de contribuição (30 anos para a mulher e 35 anos para o homem). Para mulheres, a idade mínima será de 57 anos e, para homens, de 60 anos.

Para professores

Professores da educação básica que comprovarem, exclusivamente, exercício da função de magistério na educação infantil e nos ensinos fundamental e médio terão redução de cinco anos na idade e no tempo de contribuição (52 anos de idade e 25 de contribuição, para mulheres, e 55 anos de idade e 30 de contribuição, para homens).

Para essa regra também não haverá nenhuma alteração em 2021.

R7.com

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Nova Mutum se destaca entre os cinco municípios brasileiros com maior taxa de aluguel de imóveis.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, no dia 12 de dezembro, os resultados preliminares do Censo Demográfico 2022, destacando as características dos domicílios. Os dados revelaram que Nova Mutum figura entre os cinco municípios brasileiros com o maior percentual de moradores em imóveis alugados. De acordo com o levantamento, 44,67% da população de Nova Mutum reside em imóveis alugados, um índice expressivo que coloca a cidade ao lado de outros municípios mato-grossenses, como Lucas do Rio Verde (52%) e Campo Novo do Parecis (47,5%).

acenm

Além disso, a média salarial no município, conforme o Ministério do Trabalho e Emprego, foi de R$ 3.109,46 em 2023. Nova Mutum conta com 18.174 domicílios residenciais e uma média de 3,07 moradores por residência. O FipeZap, indicador que monitora o mercado de locação, revela que o custo médio de um apartamento de 50 metros quadrados em 25 cidades monitoradas chegou a R$ 2.126,50 em dezembro de 2023, quase R$ 300 a mais que no ano anterior.

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O crescimento acelerado de Nova Mutum, impulsionado pelo desenvolvimento econômico e pelo aumento da demanda por habitação, são fatores que explicam esse cenário. O presidente da ACENM (Associação Comercial e Empresarial de Nova Mutum), Lírio Vitalli, comentou sobre a situação:

“Os números refletem o avanço econômico e a atratividade do nosso município. Nova Mutum se consolidou como um polo de oportunidades, mas o desafio agora é equilibrar o crescimento com políticas de incentivo à moradia, que possam beneficiar tanto quem aluga quanto quem busca a casa própria.”

Ronnie Sfredo, presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas), ressaltou o impacto no mercado local:

“O aumento da procura por imóveis para aluguel em Nova Mutum também é um reflexo da chegada de novas empresas e profissionais. O setor imobiliário precisa se adaptar a essa demanda crescente, mas é importante manter os preços acessíveis para garantir a qualidade de vida da população e o desenvolvimento sustentável da cidade.”

A presença de Nova Mutum entre os municípios com maior número de aluguéis demonstra não apenas o crescimento econômico da região, mas também a necessidade de planejamento urbano e habitacional para acompanhar essa evolução e atender às demandas da população.

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Fonte: PowerMix

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