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Corinthians usa naming rights para tentar resolver pendências da Arena nas próximas semanas

Neo Química Arena antes da partida entre Botafogo e Corinthians — Foto: Marcos Ribolli

A Neo Química Arena teve seu jogo de batismo no último sábado, no empate por 2 a 2 entre Corinthians e Botafogo, mas os desdobramentos dos naming rights da Arena ainda estão longe do fim.

O Timão tem pendências a resolver tanto com a Caixa Econômica Federal quanto com a Odebrecht. Com a construtora, a expectativa do Corinthians é de que as conversas evoluam nas próximas semanas.

A construção da Arena teve custo total de R$ 1,15 bilhão. Os valores iniciais eram os seguintes:

  • Caixa e BNDES – R$ 400 milhões
  • Debêntures (títulos emitidos para financiar a obra) da Arena Itaquera – R$ 400 milhões
  • Odebrecht – R$ 350 milhões

O contrato de naming rights ajudará o Corinthians a equacionar o pagamento do financiamento da Caixa, agente repassadora do dinheiro que partiu do BNDES. A renegociação de valores e condições com a Caixa ainda está em andamento.

A Arena Itaquera é uma empresa da Odebrecht. A construtora passa por um processo de recuperação judicial, e a Assembléia Geral de Credores para aprovação do plano de recuperação acontece nesta terça-feira, depois de ter sido adiada em agosto. A recuperação judicial definirá o valor devido e as condições de pagamento desta dívida.

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O Corinthians aguarda a Assembleia para só então sentar e negociar um acordo com a Odebrecht. Segundo o presidente Andrés Sanchez, trata-se de uma “pequena parte” ainda pendente. O valor atualizado da dívida e a obrigação que compete ao Corinthians são dúvidas.

Por fim, falta a parte que a própria Odebrecht colocou em dinheiro nas obras. Neste aspecto, a entrega dos CIDs (Certificados de Incentivo ao Desenvolvimento) para a construtora deve facilitar um acordo que isente o Corinthians de responsabilidades adicionais.

A redução da dívida com a Odebrecht foi possível graças ao repasse dos CIDs à construtora e ao abatimento dos valores de obras não realizadas e de juros e encargos, que a construtora trata como “quitação”.

No ano passado, a Odebrecht informou por meio de nota oficial: “(…) que assinou um memorando de entendimentos com o Corinthians que define os termos para solucionar as dívidas do projeto Arena junto à Odebrecht Participações e Investimentos, empresa controlada pela Odebrecht S.A.Também foi assinado um termo entre a Odebrecht Engenharia e Construção (OEC) e o Corinthians, que resulta em quitação mútua entre as partes para a construção da Arena.Os termos destes acordos são protegidos por cláusula de confidencialidade”.

Em agosto do ano passado, Andrés Sanchez anunciou aos conselheiros do clube que a dívida com a Odebrecht não passaria dos R$ 160 milhões, mas ainda não é possível cravar o valor exato e nem qual será o prazo para a quitação. Também não se sabe se o dirigente se referia à dívida com a construtora ou às debêntures. Tudo isso ainda será discutido.

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– Com a Caixa, estamos conversando. Mandamos todos os contratos de naming rights e eles sabem que o Corinthians é o único que está pagando (pelo estádio financiado). Já a Odebrecht falta uma pequena parte, podemos chegar a um denominador comum em breve – disse Andrés, no último domingo, à Fox Sports.

GLOBO ESPORTE

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Brasil goleia Zâmbia por 6 a 1 e dá show na Arena Pantanal

A Seleção Brasileira Feminina voltou a golear no FIFA Series e venceu a Zâmbia por 6 a 1, nesta terça-feira (14), na Arena Pantanal, em Cuiabá. Com o resultado, o Brasil chega a duas vitórias em dois jogos e soma 11 gols marcados na competição.

Os gols da vitória foram marcados por Yasmim, Tainá Maranhão, Angelina, Raissa Bahia, Kerolin e Vitória Calhau. A zambiana Barbara Banda descontou.

O Brasil dominou a maior parte do primeiro tempo e criou várias chances com Thais Maranhão, Yasmim e Gio Garbelini, que chegou a marcar, mas teve o gol anulado por impedimento. Aos 22 minutos, a goleira Nali foi expulsa após tocar com a mão fora da área. Na cobrança da falta, Yasmim marcou um golaço e abriu o placar.

Mesmo com uma jogadora a mais, a Seleção seguiu pressionando, mas não ampliou antes do intervalo. A Zâmbia cresceu no fim da primeira etapa e chegou a empatar com Barbara Banda, mas o lance foi anulado por impedimento.

Na volta do intervalo, o Brasil manteve o ritmo ofensivo. Tainá Maranhão ampliou após receber cruzamento rasteiro e finalizar na segunda trave. Logo depois, em um contra-ataque, a Zâmbia diminuiu com Barbara Banda, que recebeu lançamento, superou a marcação e encobriu a goleira Lelê.

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A resposta brasileira foi imediata. Maranhão lançou Portilho, que foi derrubada na área. Angelina converteu o pênalti e fez o terceiro. O quarto gol saiu em cabeçada de Raissa Bahia, após cruzamento de Ludmila.

O quinto chegou com Kerolin, que aproveitou sobra na área e finalizou sem chances para a defesa. Já nos acréscimos, Vitória Calhau fechou a goleada ao converter mais um pênalti.

Com o resultado, a Seleção Brasileira segue invicta no torneio, após também vencer a Coreia do Sul por 5 a 1 na estreia.

O próximo compromisso será contra o Canadá, no sábado (18), às 21h30 (horário de Mato Grosso), novamente na Arena Pantanal, no encerramento do FIFA Series.

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