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Educação

Prazo para escolas inscreverem estudantes na olimpíada de Matemática se encerra nesta sexta-feira (15)

Podem participar estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio gratuitamente

Estudantes da rede estadual de ensino interessados em participar da 19ª edição da Olímpiada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) têm até esta sexta-feira (15.03) para se inscreverem na competição. A inscrição é feita exclusivamente pelas escolas, preenchendo o formulário disponível no site do OBMEP, de forma gratuita, com os dados do estudante.

Podem participar da maior competição científica do país, estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. Objetivo da olímpiada é descobrir novos talentos em matemática, contribuir para estimular o estudo nessa área, além de promover a inclusão social pela difusão do conhecimento.

A OBMEP ocorre em duas fases, sendo a primeira com a aplicação de prova objetiva de 20 questões no dia 4 de junho. Já a segunda etapa, será realizada com os classificados da primeira fase, com uma prova discursiva de seis alternativas no dia 19 de outubro. As provas são elaboradas de acordo com o grau de escolaridade dos concorrentes: nível 1 (6º e 7º ano), nível 2 (8º e 9º ano) e nível 3 (ensino médio).

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A competição vai premiar os estudantes que tiverem o melhor desempenho, com medalhas de ouro, prata, bronze ou certificados de menção honrosa. Os professores também terão direito a receber premiação e as escolas participantes serão a partir do desempenho de seus estudantes no evento. Consequentemente, todos os candidatos medalhistas serão convidados a participar do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC).

O PIC é destinado aos alunos premiados da OBMEP, realizado por meio de uma rede nacional de professores em polos espalhados pelo país. A finalidade é despertar nos estudantes o interesse pela matemática e pela Ciência em geral.

Para tirar todas as dúvidas, acesse o regulamento com as informações sobre condições, prazos, datas e regras previstas para participação na olimpíada.

Olimpíada de Matemática

A olimpíada é um projeto nacional dirigido às escolas públicas e privadas brasileiras, realizado pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). Em Mato Grosso, o evento tem o apoio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT).

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No ano passado foram distribuídas 8.450 medalhas nacionais, sendo 650 de ouro, 1.950 de prata e 5.850 de bronze, além de 51 mil certificados de menção honrosa. Em Mato Grosso, foram 103 premiados, entre estudantes, professores e escolas.

Para mais informações, encaminhar as dúvidas por e-mail: [email protected].

Claryssa Amorim | Seduc-MT

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Educação

Articulação política de Rosa Neide foi decisiva para possível chegada da UFMT a Diamantino

A autorização do Ministério da Educação (MEC) para a criação de um campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em Diamantino representa um marco histórico para o município — e também o resultado de uma articulação política construída ao longo dos anos, com destaque para a atuação da ex-deputada federal Rosa Neide.

Reconhecida por sua defesa da educação pública, Rosa Neide foi uma das principais responsáveis por abrir caminhos em Brasília para a interiorização do ensino superior em Mato Grosso. Durante seu mandato, a ex-parlamentar atuou diretamente junto ao MEC e à UFMT para viabilizar projetos de expansão universitária no estado, incluindo a proposta que agora começa a se concretizar em Diamantino.

A confirmação mais recente desse avanço ocorreu na quarta-feira (18), quando o prefeito Chico Mendes esteve em Brasília acompanhado da reitora da UFMT, Marluce Souza e Silva, em reunião com o ministro da Educação, Camilo Santana. Na ocasião, o MEC autorizou oficialmente o início do processo de implantação do campus no município.

Embora a autorização represente um passo fundamental, a criação da unidade ainda seguirá etapas técnicas e institucionais. A UFMT realizará um estudo detalhado para identificar a demanda regional e definir quais cursos poderão ser ofertados, levando em consideração as necessidades da população, a vocação econômica local e a viabilidade acadêmica.

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Após essa fase, o projeto será submetido aos órgãos colegiados da universidade, responsáveis pela análise e aprovação final, conforme os trâmites internos.

Para o prefeito Chico Mendes, a conquista tem impacto direto no desenvolvimento da cidade. “Este é um momento histórico para Diamantino. A implantação de um campus da UFMT representa mais oportunidades para a nossa população, especialmente para os nossos jovens, que poderão acessar o ensino superior público sem precisar sair do município”, afirmou.

A reitora Marluce Souza e Silva destacou que a expansão será conduzida com responsabilidade. Segundo ela, a universidade busca ampliar o acesso ao ensino superior sem comprometer a estrutura já existente. “A UFMT tem compromisso com a expansão do ensino superior público em Mato Grosso, especialmente em municípios estratégicos como Diamantino. No entanto, essa expansão precisa ocorrer com responsabilidade, assegurando recursos de servidores e de custeio”, explicou.

Apesar de ainda não haver definição sobre os cursos, a expectativa é que a futura unidade atenda demandas estratégicas da região.

Legado político e educacional

A consolidação do campus em Diamantino reforça o legado de Rosa Neide na defesa da educação pública e na interiorização do ensino superior. Sua atuação foi fundamental para colocar o município no radar das políticas educacionais federais, demonstrando como a articulação política pode transformar demandas locais em políticas públicas concretas.

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Com a autorização do MEC, o projeto avança para uma nova fase — e Diamantino se aproxima de um futuro em que o acesso à universidade pública estará mais próximo da realidade de seus jovens.

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