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STF julga disputa territorial entre Mato Grosso e o Pará nesta quinta

Considerado o maior da história do país, o litígio territorial entre os estados de Mato Grosso e Pará deve ir à julgamento na tarde desta quinta-feira (27) no Supremo Tribunal Federal (STF). A ação empreitada pelo governo mato-grossense, ainda em 2004, pede a revisão do limite territorial entre os dois estados. A disputa envolve uma área de aproximadamente 2,2 milhões de hectares, hoje pertencentes ao estado do Pará.

A argumentação de Mato Grosso é de que a linha divisória denominada Salto das Sete Quedas – localizado à margem do Rio Araguaia – seria o ponto correto para a divisão entre os dois estados. O equívoco teria sido cometido pelo IBGE, que considerou a Cachoeira das Sete Quedas como marco inicial da divisão territorial ao extremo oeste, e não o Salto das Sete Quedas. Essa “troca” dos nomes dos acidentes geográficos em seus mapas, teria feito com que parte do território mato-grossense fosse incorporado indevidamente ao estado do Pará.

Em 2010, o ministro Marco Aurélio determinou que fosse realizada uma nova perícia pelo Serviço Geográfico do Exército para sanar as dúvidas existentes quanto à definição dos limites. Após a análise, foi constatado que o marco territorial seria ao sul de Mato Grosso e não ao norte – como pleiteava o estado. O laudo é contestado pelo estado, que pede mais tempo para que possa apresentar provas concretas de que houve equívoco na demarcação territorial.

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Esta será uma das argumentações da procuradoria da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, que terá uma participação durante o julgamento da Ação Civil Originária (ACO) 714 como “amicus curiae” ou “amigo da corte”. O procurador Bruno Cardoso representará a casa, atuando na sustentação oral, dando suporte técnico ao relator ministro Marco Aurélio na corte suprema. Outro argumento que deve ser apresentado é que os municípios que seriam impactados com esta disputa ainda não “foram ouvidos”.

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“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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