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MT volta a fazer transplantes de rins 10 anos após suspensão; pacientes vibram
Um dos principais objetivos de Fabiano Gomes Silva, 41 anos, para este ano era uma viagem a Porto Alegre (RS), onde pretendia passar por um transplante de rim. Há quatro anos, ele sofre de problemas renais crônicos, causados pela pressão alta e pela diabetes. O plano de fazer o procedimento no Sul do Brasil foi alterado em março, quando ele descobriu que o transplante voltaria a ser feito em Cuiabá.
O Programa de Transplante de Rim teve início no Estado em 1998 e foi suspenso em julho de 2009, devido a problemas encontrados pelo Ministério da Saúde no processo de renovação da autorização para os procedimentos. No período em funcionamento, foram feitos 194 transplantes em Mato Grosso.
Desde 2014, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) deu início à tramitação para que os procedimentos voltassem a ser feitos no Estado. O processo, após diversas etapas, foi aprovado pelo Ministério da Saúde em setembro passado e o contrato para a volta dos transplantes foi formalizado em dezembro.
Para Fabiano, o retorno dos procedimentos em Cuiabá representa uma importante ajuda para os mato-grossenses que têm problemas nos rins. “Sei que a fila de transplante em Porto Alegre está bem rápida. Mas quero fazer por aqui, já que surgiu a oportunidade, porque é mais tranquilo financeiramente, pois estou em casa”, diz.
A expectativa é de que o procedimento volte a ser feito no Estado a partir do segundo semestre. Diversos pacientes com indicação para transplante já começaram a passar pelas avaliações necessárias. Outros, como Fabiano, ainda aguardam para iniciar as consultas.
Os pacientes somente poderão passar pelo transplante após estarem preparados e listados no Cadastro Técnico, conforme orientação do Ministério da Saúde.
No Estado, atualmente há 1,9 mil pacientes fazendo hemodiálise – procedimento para auxiliar no funcionamento dos rins. Destes, segundo a SES, 50% tem indicação para o transplante renal. “Após a inscrição no Cadastro Técnico, os pacientes serão selecionados para o transplante de acordo com a disponibilidade de doadores e a compatibilidade com o doador”, explica a enfermeira Fabiana Regina de Souza Molina, coordenadora estadual de transplantes.
Os rins doados podem ser de pessoas vivas ou doadores mortos – neste caso, há um programa que avalia a compatibilidade em todo o país, o Cadastro Nacional de Transplantes.
“O doador vivo é qualquer pessoa saudável que concorde com a doação, desde que não prejudique sua própria saúde e haja compatibilidade. Já doadores falecidos são pacientes com morte encefálica, geralmente vítimas de lesões cerebrais, como traumatismo craniano ou derrame cerebral”, explica Fabiana.
Transplantes fora de MT
Nos últimos anos, a SES encaminhou pacientes renais para transplantes em outros Estados – como Rio Grande do Sul e Santa Catarina –, por meio do Tratamento Fora de Domicílio (TFD), que concede passagens às pessoas que passarão pelo procedimento e ajuda de custo.
Em 2017, foram encaminhadas 202 pessoas por meio do TFD, segundo a pasta. Em 2018 foram 174 pacientes e neste ano, até maio, foram 63.
Os casos nos quais a equipe médica avaliar que não há possibilidade de realização do procedimento no Estado, continuarão sendo encaminhados a outras regiões, informou a SES.
O principal objetivo da secretaria é que seja realizado o maior número possível de transplantes no Estado – ainda não há estimativas de quantos procedimentos deverão ser feitos neste ano.
Transplantes em hospital particular
Os procedimentos serão realizados por uma equipe do Hospital Santa Rosa, composta por médicos urologistas e nefrologistas. Além disso, vai contar com serviços próprios do hospital, como enfermagem, nutrição, anestesia, terapia intensiva, clínica médica, radiologia, laboratório, entre outros.
De acordo com a secretaria, os custos dos procedimentos serão financiados pelo Governo Federal, por meio do Programa de Transplantes. A gestão estadual será a responsável pelo repasse financeiro para os prestadores. Conforme a pasta, a equipe do Santa Rosa receberá conforme a quantidade de procedimentos executados e os valores serão definidos conforme a Tabela SUS.
Coordenador da equipe que fará os procedimentos no Santa Rosa, o médico urologista Carlos Bouret afirma que a volta do procedimento ao Estado é um importante avanço. “A suspensão desses transplantes foi um retrocesso muito grande. Agora vamos resgatar uma necessidade antiga. Um estado do porte de Mato Grosso deveria ter, ao menos, uma equipe para realizar os procedimentos”, afirma.
“Por não haver transplante aqui no Estado, todos os rins de pessoas mortas estão sendo levados para outros Estados, por meio do Sistema Nacional de Transplante”, lamenta Bouret.
Enquanto aguarda o início das avaliações para que possa entrar na fila de transplantes de Mato Grosso, Fabiano, que se aposentou em razão dos problemas de saúde, planeja o futuro. O principal objetivo dele, após o transplante, é não passar mais pela hemodiálise, que faz três vezes por semana, durante quatro horas.
“Quero voltar a ter liberdade. Na hemodiálise, a gente vive altos e baixos, um dia está bem e em outros está muito mal. Depois do transplante, acredito que a situação melhora. É o que dizem todos que conheço que já fizeram o procedimento”, declara.
RD News
Destaque
Elissa Neves transforma experiência no jornalismo e na educação em novo projeto de comunicação e oratória
Quer falar melhor, perder o medo de se apresentar e conquistar mais oportunidades? Elissa Neves lança projeto de comunicação e oratória em Nova Mutum
Jornalista, apresentadora, professora e especialista em comunicação prática, Elissa Neves amplia sua atuação com a Orare Comunicação e Oratória, oferecendo aulas, palestras e treinamentos para estudantes, profissionais, empresários e lideranças.
Falar bem pode mudar uma carreira.
Uma apresentação segura pode abrir uma oportunidade profissional. Uma boa argumentação pode ajudar a fechar um negócio. Uma fala clara pode aumentar a autoridade de um líder. E, para quem ainda sente medo, nervosismo ou dificuldade de organizar as ideias, aprender técnicas de comunicação pode representar uma verdadeira transformação.
É com essa proposta que a jornalista Elissa Neves inicia essa fase profissional em Nova Mutum, ampliando sua atuação por meio da Orare Comunicação e Oratória.
Conhecida pelo trabalho como apresentadora de telejornal e também pela produção de conteúdos jornalísticos para o portal Ideal MT, Elissa reúne experiência prática diante das câmeras e domínio da comunicação profissional.
Atualmente, ela também ministra aulas de oratória na Escola Exponencial de Nova Mutum, trabalhando com alunos do Ensino Fundamental e Médio no desenvolvimento de habilidades que poderão ser utilizadas por toda a vida.
Agora, esse conhecimento passa a ser disponibilizado também para o público em geral.
Comunicação não é dom. É técnica.
Muitas pessoas acreditam que falar bem é uma característica natural de quem nasceu extrovertido.
Mas não é assim.
A oratória pode ser aprendida e desenvolvida por meio de treinamento.
Respiração, postura, expressão corporal, dicção, ritmo de fala, uso correto das pausas, contato visual, organização das ideias e controle do nervosismo são algumas das técnicas capazes de transformar completamente uma apresentação.
E isso vale para praticamente todas as profissões, senão vejamos:
Quem trabalha com vendas precisa comunicar valor.
Quem lidera uma equipe precisa transmitir confiança.
Quem participa de reuniões precisa saber defender ideias.
Quem grava vídeos precisa conquistar a atenção do público.
Quem trabalha como advogado precisa argumentar.
Quem atua na política precisa transmitir uma mensagem de maneira clara.
E quem ainda está na escola precisa aprender desde cedo defender opiniões e se comunicar com segurança.
É justamente nesse ponto que entra a proposta da Orare.

Elissa é apresentadora de Telejornal desde 2011
Uma experiência prática com quem vive da comunicação
A atuação de Elissa Neves no jornalismo proporciona algo essencial ao ensino da oratória: experiência prática.
Apresentar um telejornal exige muito mais do que ler um texto.
É necessário dominar expressão facial, postura, improviso, tempo, interpretação, credibilidade, tom de voz e capacidade de transmitir uma informação com naturalidade.
No ambiente digital, o desafio é semelhante.
Para produzir conteúdo jornalístico, é preciso transformar informações complexas em mensagens simples, objetivas e interessantes.
Essa experiência passa a fazer parte da metodologia aplicada nos treinamentos da Orare Comunicação e Oratória.
O objetivo é sair da teoria e trabalhar situações reais.
Você tem medo de falar em público?
O coração acelera.
A voz muda.
As mãos suam.
As ideias parecem desaparecer justamente quando chega a hora de falar.
Esse cenário é comum para muitas pessoas.
E, em vários casos, o problema não está na falta de conhecimento, mas na dificuldade de comunicar aquilo que se sabe.
Uma pessoa pode ser excelente profissional e, ainda assim, perder oportunidades por não conseguir apresentar suas ideias com segurança.
A proposta das aulas é justamente desenvolver essa confiança por meio da prática.
O aluno aprende a organizar a mensagem, controlar a ansiedade, utilizar melhor a voz, construir uma abertura interessante, manter a atenção do público e concluir uma apresentação de forma marcante.
Para quem são as aulas?
Os treinamentos podem ser adaptados para diferentes perfis.
A Orare pode atender estudantes, professores, empresários, vendedores, advogados, políticos, profissionais liberais, servidores públicos, equipes comerciais, líderes, influenciadores e pessoas que desejam simplesmente melhorar sua comunicação no dia a dia.
Também podem ser desenvolvidos treinamentos específicos para empresas e instituições.
Entre os principais temas estão:
- Técnicas para perder o medo de falar em público;
- Comunicação profissional;
- Oratória para líderes;
- Persuasão e argumentação;
- Linguagem corporal;
- Dicção e uso da voz;
- Postura e presença;
- Comunicação diante das câmeras;
- Preparação para entrevistas;
- Apresentações empresariais;
- Comunicação para redes sociais;
- Construção de discursos;
- Comunicação e persuasão Política;
- Técnicas para palestras e reuniões.

Elissa atua na organização e apresentação de cerimoniais na região
Sua voz influencia a forma como as pessoas enxergam você
A comunicação acontece antes mesmo das primeiras palavras.
Postura, expressão, olhar e presença já transmitem informações.
Depois vem a voz.
Volume, velocidade, pausas e entonação ajudam a construir autoridade ou insegurança.
Por isso, saber falar bem não significa falar muito.
Significa fazer com que cada palavra cumpra um propósito.
É essa consciência que pode transformar uma comunicação comum em uma apresentação capaz de prender a atenção de uma sala inteira.
Aulas particulares e treinamentos personalizados
Um dos diferenciais da Orare Comunicação e Oratória será a possibilidade de desenvolver treinamentos personalizados.
Cada pessoa possui uma dificuldade diferente.
Algumas têm medo de falar.
Outras falam rápido demais.
Há quem tenha dificuldade em organizar as ideias.
Outras pessoas possuem conhecimento, mas não conseguem transmitir autoridade.
Também existem profissionais que já se comunicam bem, mas querem atingir um nível ainda mais elevado para palestras, entrevistas, reuniões, vídeos e eventos.
Por isso, as aulas podem ser direcionadas para objetivos específicos.

Elissa Neves no Prêmio Aprosoja de Comunicação
Empresas também podem investir na comunicação das equipes
Comunicação ruim pode gerar retrabalho, conflitos, perda de vendas e dificuldade de liderança.
Por outro lado, equipes que sabem se comunicar conseguem apresentar melhor produtos e serviços, atender clientes com mais clareza e transmitir profissionalismo.
A Orare também pretende desenvolver palestras e treinamentos empresariais, criando conteúdos de acordo com o perfil e a necessidade de cada organização.
Podem ser realizados treinamentos para equipes comerciais, lideranças, atendimento ao público, profissionais de vendas e grupos que realizam apresentações frequentes.
Um investimento que permanece para toda a vida
Cursos passam.
Cargos mudam.
Empresas mudam.
Mas a capacidade de comunicar uma ideia acompanha uma pessoa por toda a vida.
É justamente por isso que a oratória se tornou uma habilidade tão valorizada.
Aprender a falar com segurança pode melhorar apresentações escolares, entrevistas de emprego, reuniões empresariais, negociações, relacionamentos profissionais e até a maneira como uma pessoa se posiciona diante das oportunidades.
Com a experiência acumulada no jornalismo, na televisão e na educação, Elissa Neves passa agora a levar esse conhecimento para um público ainda maior por meio da Orare Comunicação e Oratória.
Quer melhorar sua comunicação?
Aulas particulares, palestras, treinamentos para empresas, escolas, instituições e grupos podem ser contratados diretamente.
Elissa Neves — Orare Comunicação e Oratória
WhatsApp: (65) 9 9907-3830
E-mail: [email protected]
Falar bem não é falar difícil. É fazer as pessoas ouvirem, entenderem e lembrarem da sua mensagem.
Orare Comunicação e Oratória — transforme sua voz em presença, confiança e oportunidade.
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