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Governo deve rescindir contrato de obra de ponto turístico de MT

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O governo de Mato Grosso deve cancelar o contrato com o consórcio responsável pela revitalização do Complexo da Salgadeira, no km 45 da MT-251, estrada que liga Cuiabá a Chapada dos Guimarães, a 65 km da capital.

As obras voltaram a ficar paradas em setembro e a recomendação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico é que o contrato seja rescindido. A notificação das empresas que compõem o consórcio deve ocorrer na próxima semana, informou o secretário adjunto de Turismo do estado, Luis Carlos Nigro.

“A empresa deverá ser notificada sobre a rescisão na terça-feira (3) e terá 15 dias para apresentar resposta”, disse Nigro. Se a rescisão de fato ocorrer, e o caso não for para a Justiça, o estado terá que lançar novo edital para a obra, iniciada em janeiro de 2014 e que deveria ter sido entregue para a Copa do Mundo daquele ano.

O responsável pela obra, Consórcio Salgadeira, havia retomado a revitalização em junho deste ano, após seis meses de construção parada. Depois da retomada, a empresa pediu um aditivo de R$ 1,9 milhão que foi negado pelo estado, após avaliação da necessidade de colocar mais dinheiro no empreendimento.

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Entretanto, segundo o secretário de Turismo, desde que o estado avisou o Consórcio Salgadeira que não iria pagar o aditivo solicitado, a empresa abandonou a obra, em setembro deste ano.

“A Secid [Secretaria de Cidades] notificou o consórcio por várias vezes por abandono da obra, não cumprimento do cronograma, entre outras situações, mas a empresa não respondeu a nenhuma dessas notificações”, disse Nigro. Então, a Secid encaminhou parecer à Secretaria de Desenvolvimento recomendação pelo cancelamento do contrato.

O Consórcio Salgadeira é formado pelas empresas Farol Empreendimentos e Ypenge Projetos Florestais e Ambientais.

O projeto é orçado em R$ 6,3 milhões, dos quais mais de R$ 2,4 milhões já foram pagos, e prevê um complexo turístico de 72,4 mil metros quadrados com trilhas para passeios, estacionamento e abrigo para ônibus, guarita, posto policial, restaurantes, centros de atendimento ao turismo, adutora e coletor para tratamento de esgoto.

Entenda o caso
Chamado de Terminal de Turismo e Lazer da Salgadeira, o complexo está fechado desde 2010 por problemas ambientais. Em janeiro do ano passado, as obras de revitalização no local foram iniciadas e deveriam ter ficado prontas a tempo o Mundial de futebol de junho de 2014

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Atrasada, a construção foi interrompida em dezembro do mesmo ano depois que foram detectadas falhas no projeto. Em junho, o estado anunciou a retomada da obra. Funcionários da empresa voltaram ao canteiro, mas por pouco tempo. Em setembro, diante da negativa do estado em pagar aditivos que somariam R$ 1,9 milhão, a revitalização foi abandonada novamente.

G1 MT

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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