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Governo de MT aciona STF para que 3º colocado nas eleições de 2018 assuma vaga de senadora cassada

A Procuradoria Geral do Estado (PGE) ingressou com ação junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo para que o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) assuma interinamente a vaga de senador após a cassação de Selma Arruda (PSL), até a eleição suplementar para senador de Mato Grosso, que deve custar entre R$ 8 milhões e R$ 9 milhões aos cofres da Justiça Eleitoral, segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT).

O governo alega na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) que o fato da cadeira de Selma estar vazia desde dezembro do ano passado, já que o suplente da vaga, Gilberto Possamai, também foi cassado, diminui a representatividade de Mato Grosso no Senado Federal.

“Desse modo, latente o interesse de agir do governador de Mato Grosso em preservar, pela via intentada, a relevante representatividade da respectiva unidade federativa no Senado Federal, assegurando, assim, interpretação conforme a Constituição para que se aponte interinamente um senador até que o novo Senador seja eleito”, diz trecho da ação.

No documento protocolado junto ao STF nessa terça-feira (7), a PGE pede para que o terceiro candidato mais bem colocado nas eleições de 2018 seja empossado na vaga de forma interina.

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Nas eleições de 2018, Fávaro ficou em terceiro lugar, com 434.972 votos. Os eleitores mato-grossenses elegeram dois senadores. A primeira colocada foi Selma Arruda, que acabou perdendo o cargo por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por caixa 2 e abuso de poder econômico. O segundo eleito foi Jayme Campos (DEM). Mato Grosso ainda tem uma terceira vaga, atualmente ocupada por Wellington Fagundes (PR).

Eleições de 2018

Nas eleições de 2018, o então vice-governador Carlos Fávaro rompeu com o ex-governador Pedro Taques (PSDB), que tentava a reeleição, e integrou a chapa que elegeu Mauro Mendes (DEM0 ao governo de Mato Grosso.

G1

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Cidades

“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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