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Exemplo de Cadeia de Diamantino será aplicado no Estado de MT

Recuperandos de 18 unidades penitenciárias de Mato Grosso estão confeccionando máscaras de tecido para os próprios presos, servidores, profissionais da segurança pública, asilos, creches, prefeituras, unidades básicas de saúde e hospitais.

A partir desta segunda-feira (13.04), o uso de máscaras é obrigatório em Mato Grosso, de acordo com o decreto 437 do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes. A doação depende da localização e da parceria estabelecida com as unidades penais.

A ação que começou na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto, em Cuiabá, foi ampliada no interior, por meio de parcerias com os conselhos da comunidade, associação dos servidores do Sistema Penitenciário, Poder Judiciário, Prefeitura e sociedade organizada.

São cerca de 130 presos trabalhando na produção de máscaras e, a cada três dias de trabalho nos ateliês, reeducandos conseguem um dia de remição na pena. São milhares de máscaras produzidas por eles.

Na Cadeia Pública de Sorriso, oito pessoas trabalham na confecção de aproximadamente 600 máscaras das quais serão destinadas aos servidores das forças de segurança pública. O projeto iniciou no dia 6 de abril.

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O diretor da cadeia, Enilson de Castro, disse que o material foi comprado pelo Conselho da Comunidade e a manutenção e o conserto das máquinas será realizado por parceiros da sociedade civil organizada.

Na Cadeia Pública de Sorriso, oito reeducandos trabalham na confecção de aproximadamente 600 máscaras

“Já tínhamos a projeção do ateliê para a fabricação de uniformes. A Secretaria de Segurança, por meio da Fundação Nova Chance, concedeu 6 máquinas das quais foram realizadas as manutenções para darmos início com a etapa de combate à Covid 19. A juíza corregedora Emanuelle e a promotora de justiça Elidi me procuraram para acelerar o processo pelo qual o resultado está sendo bastante produtivo”, explicou.

Na Penitenciária da Mata Grande, 10 presos trabalham na confecção de 500 máscaras para a população carcerária e aos servidores da unidade. As máscaras são feitas de tecido tricoline e reforçada com TNT (tecido não tecido 100% polipropileno atóxica) que se ajustam a face e são reutilizáveis e podem ser higienizadas em casa.

“A direção parabeniza os servidores Maria Leite e Emmanuel do Setor de Produção por essa iniciativa em um momento de escassez desse produto no mercado. O material foi comprado pela Associação dos Servidores”, disse o diretor da unidade, Ailton Ferreira.

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Além dessas duas unidades, também são confeccionadas máscaras de pano na Penitenciária de Água Boa, Cadeia Pública de Alto Araguaia, Cadeia Pública de Chapada dos Guimarães, Cadeia Feminina de Colíder, Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto, Penitenciária Central do Estado, Cadeia Pública de Juara, Cadeia Pública de Peixoto de Azevedo, Cadeia Pública Feminina de Nortelândia, Cadeia Pública de Canarana e o Centro de Detenção Provisória de Pontes e Lacerda.

A produção inicia nesta semana no Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC), Penitenciária Ferrugem (Sinop), Cadeia Pública de Cáceres, Cadeia Pública de Diamantino e Cadeia Pública de Barra do Garças.

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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