Destaque
Empresário acusado de desviar verba de reforma de escolas em MT é solto
O empresário Giovani Guizardi, acusado de integrar uma quadrilha que desviou verba da Secretaria Estadual de Educação (Seduc) destinada à reforma de escolas públicas estaduais na atual gestão, em 2015, foi solto nesta quarta-feira (30). Ele estava preso havia sete meses e foi solto por determinação da juíza Selma Rosane dos Santos, da Vara Especializada Contra o Crime Organizado de Cuiabá.
A informação foi confirmada pelo Ministério Público Estadual (MPE), que investiga o caso, e confirmada pelo advogado dele, George Andrade.
Giovani Guizardi é apontado pelo Ministério Público como um dos chefes do esquema, que teria envolvido pelo menos 23 obras cujos contratos somam mais de R$ 56 milhões.
O empresário seria a pessoa responsável por arrecadar a propina paga pelos empreiteiros envolvidos no esquema e teria organizado uma reunião entre empreiteiros que fizeram a partilha das licitações, onde até mesmo o percentual de propina que seria repassado para servidores da Seduc foi discutida.
As irregularidades nos processos licitatórios teriam começado a ocorrer em outubro de 2015 e envolveram pelo menos 23 obras de reforma e construção de escolas públicas que totalizam mais de R$ 56 milhões.
Um vídeo gravado durante a investigação de supostas fraudes em licitações mostra o empresário recebendo propina para pagar articular o esquema fraudulento.
Nas imagens gravadas por um empresário que serviu como testemunha do Gaeco, Guizardi aparece recebendo uma propina de R$ 4 mil em espécie. De acordo com as investigações, ele seria o responsável pela arrecadação da propina paga pelos empreiteiros aos servidores públicos da Seduc envolvidos no esquema.
No vídeo, Giovani recebe o dinheiro na sede da própria empresa. Ele pega o montante em espécie e guarda. Com a mão direita, ele gesticula explicando que o percentual cobrado em cima de cada obra havia mudado. Inicialmente, o valor pago era referente a 5% da obra licitada para cada empresa, mas passou a ser de 3% após demanda dos empresários, a partir de outubro de 2015.
Operação Rêmora
Guizardi e os ex-servidores Fábio Frigeri, Wander dos Reis e Moises Dias foram presos na primeira fase da operação. O ex-secretário Permínio Pinto foi exonerado no dia seguinte à operação. Ele continua preso.
Na segunda fase da operação, em julho deste ano, o Grupo de Auação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) prendeu o ex-secretário estadual de Educação, Permínio Pinto.
Ao todo, 22 pessoas foram denunciadas pelo MPE suspeitas de participarem do esquema de fraudes em licitações, entre empresários do ramo da construção e servidores públicos. Eles respondem pelos crimes de constituição de organização criminosa, formação de cartel, corrupção passiva e fraude em licitação.
G1 MT
Cidades
“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).
O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.
A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).
ONDE FICA?
O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.
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